Ah pois é.... Quando são bons profissionais e pretendem divulgar o que de bom se faz em prol das nossas origens, a Câmara de Alcobaça dá-lhes "um pontapé na bunda"
Que pena esta falta de visão da parte de quem pretende divulgar "a Cultura"
Ah pois é.... Quando são bons profissionais e pretendem divulgar o que de bom se faz em prol das nossas origens, a Câmara de Alcobaça dá-lhes "um pontapé na bunda"
Que pena esta falta de visão da parte de quem pretende divulgar "a Cultura"
A direcção desta colectividade agradece a todos os que, directa ou indirectamente, ajudaram e contribuiram para o grande sucesso que foi a participação na feira medieval de Aljubarrota 2008.
Já vos tinha dado conta do esforço pessoal e financeiro que o povo dos Casais de Santa Teresa fez em prol da sua terra, da freguesia e mesmo do concelho.
Estou a falar do furo que foi inaugurado em Agosto, benzido pelo reverendissimo padre Ramiro Portela perante todo o povo que ali se deslocou para o efeito, o presidente de junta de S. Vicente, Amilcar Raimundo, e o vice-presidente de Câmara Carlos Bonifácio e que proveio da necessidade sentida pela população, em especial, por causa do gado, uma vez que havia gente que tinha de ir buscar água a Porto de Mós.
No discurso de inauguração, Carlos Bonifácio aludiu à importância da preservação deste bem essencial , o único que, segundo ele, é o único sem o qual o homem não sobrevive.
Foi boa esta chamada de atenção, até porque poucos parecem ter consciência do perigo que corremos quando desperdiçamos água ou, simplesmente, a ignoramos e atacamos , muitas vezes em nome das grandes obras de “interesse nacional”.
Amilcar Raimundo deu relevo ao esforço do povo dos Casais mostrando que cuidar da freguesia passa, também, pela ajuda popular.
Disse-nos, ainda, que este é um dos melhores investimentos dos Casais de Santa Teresa.
O furo tem um vazio de 80m e uma profundidade de 216m
À inauguração seguiu-se uma festa-convivio com almoço e com a presença sempre agradável do rancho folclórico dos Casais de Sta Teresa.
No inicio da inauguração tivemos acesso à lista de contribuições e despesas da obra (dados que não incluem os valores apurados durante o almoço, nem os donativos posteriores a 10 de Agosto):
Despesas:
Furo e acessórios: 22 091.00€
Madiver – ferro: 912 .53€
Serralharia Fiel cimento: 203.27€
Olisbetão manilhas e grua: 826.80€
Mangueira e braçadeira: 31.15€
Areia, brita e tijolo: 292.68€
Serviços de pedreiros e outros: 3292€
Total: 27 649.43€
Também nos foi dado a conhecer que a obra estava legalizada e que a junta contribuiu com apoio logistico e administrativo , muito em especial a nivel de taxas e licenças.

No dia 10 de Agosto, pelas 13 horas, irá ser inaugurado o furo dos Casais de Santa Teresa, com descerramento de placa pelas entidades oficiais.
Segue-se um almoço-convívio com vista a angariar fundos que permitam terminar a obra.
E mais uma vez, o povo de Casais de Santa Teresa vai contribuir para mais uma obra que beneficia a população da freguesia de S. Vicente de Aljubarrota.
Mas talvez a obra pudesse ser concluida mais cedo e sem sacrificios para a população se a câmara de Alcobaça, ao invés de esbanjar cerca de 450 mil euros em magias e malabarismos, tivesse distribuido esta verba pelas freguesias do concelho.
È assim, uns esbanjam e os outros que se estiquem.
Mas, pessoal, vamos dar o nosso contributo aos Casais de Santa Teresa e aplaudir o seu rancho que irá actuar pelas 15h30m.
Mais uma grande festa-convívio numa das colectividades de Aljubarrota.
Um belo jogo de futebol, entrsolteiros e casados, onde reinou a boa disposição e o espirito de camaradagem e que terminou com um empate a duas bolas.
Seguiu-se o almoço que contou com a participação de cerca de 200 pessoas.
Foi grande o esforço destes homens e mulheres que vão trabalhando, a titulo gracioso, em prol da comunidade.
Mais uma vez, notamos que é uma luta de quem trabalha sem qualquer interesse que não o de bem servir a cultura e o desporto e incentivar o convívio em Aljubarrota.
Mais uma vez não puderam contar com o apoio da Câmara municipal.
E porque as verdades têm de ser ditas, a câmara nada tem feito para ajudar Aljubarrota na sua promoção (retirando, claro a feira medieval que vai tentar fazer esquecer os outros 361 dias do ano).
Desta vez, acabou por fazer bem pior : a festa era para ter sido efectuada cerca de duas semanas antes desta data. Teve de ser alterada porque a câmara só poderia ceder a tenda de eventos para o dia 20.
De um modo muito calmo, a direcção da colectividade marcou a festa-convivio para a data em que a câmara marcou para a cedência desta tenda.
Mas querem saber que mais?
Pois é, mais uma vez a Câmara não cumpriu com o que prometera e, à última da hora, negou-se ao empréstimo.
O esforço destes homens e mulheres teve de ser dobrado: horas sem descanso, compromissos a cumprir e uma devoção imensa à colectividade.
Ah pois é, esta a a grande contribuição do pelouro da “cultura” para o desenvolvimento das colectividades de Aljubarrota (e provavelmente das outras freguesias), ou seja, NENHUMA!
Mais uma grande festa medieval em Aljubarrota.
A população está muito empenhada em continuar a divulgar a sua terra.
A sua história, os mitos e a própria geografia permitem fazer do evento um dos melhores do país.
Muita animação, tendas com produtos medievais, artesãos de diversas áreas a trabalhar ao vivo e deliciosos manjares são os produtos que Aljubarrota oferece a quem a visita entre os dias 14 e 17 de Agosto.
Não perca, junte-se a nós e teremos uma verdadeira festa!
Aljubarrota
Finalmente Aljubarrota tem um posto de turismo a funcionar (embora a titulo experimental e apenas durante a semana).
Foi inaugurado no dia 18 de Junho e conta com uma estagiária da área do turismo para as visitas guiadas.
Francamente, acho que ainda se poderia fazer mais pois há gente que gostaria de visitar os nossos monumentos e conhecer a história durante os fins-de-semana.
Mas este já é um excelente passo para a divulgação do nosso património histórico e cultural e um belo serviço que as juntas prestam, não só aos turistas que nos visitam, como até às escolas e aos próprios habitantes da região.
A preocupação das juntas em divulgar tudo o que temos de bom é também uma forma de incentivar o comércio e de tentar trazer novos investimentos para a vila.
Com o ínicio das obras de requalificação (que foram prometidas, no máximo até 2013 pelo vereador Bonifácio, a quando da inauguração do posto de atendimento dos Ctt) e a vontade demonstrada pelas juntas e por alguns habitantes em fazer prosperar Aljubarrota, acredito, sinceramente, que os objectivos irão ser cumpridos.
O que é que Aljubarrota tem para “vender”? -. A sua cultura, a sua história e as suas lendas!
É a aposta no turismo que deve prevalecer e, para isso, a manutenção e preservação de edificios históricos tem de ser tida como uma prioridade.
Quantas vilas têm a honra de ter a igreja (outrora capela) onde D. Nuno rezou antes da batalha? E uma janela manuelina? E poços medievais? E uma igreja que outrora foi hospital das terras de Cister? E um pelourinho massacrado pelos gritos dos prisioneiros? E…. muito muito em especial: o CELEIRO QUE SERVIU PARA DAR DE COMER ÀS TROPAS DE D. NUNO?
Então, seria bom pensar que este edíficio deveria estar na mão de quem lhe pode dar a dignidade que a sua história já lhe atribuiu : as juntas de freguesia de Prazeres e S. Vicente.
Seria importante que serviços como: biblioteca, posto de turismo, sala de exposições e até museu pudessem ser instalados neste histórico edificio, outrora tão importante para a conquista da nossa independência.
Era importante que os particulares sentissem a importância deste edificio para o bem comum e para o grande impulso que daria (estando na mão das juntas que afinal são quem nos representa) a sua utilização para atrair os turistas e desenvolver o comércio da vila.
Aljubarrota precisa crescer, precisa de incentivos, precisa de jovens e….precisa de todos nós!
Seguida da homenagem a Luis da graça, foi inaugurada a estátua em honra dos nobres e sofridos trabalhadores da pedra, a qual foi oferecida pelo próprio “Ti Luis”, como muitos, carinhosamente o chamam.
Da autoria de Armando Martinez esta robusta e imponente estátua tem todas as caracteristicas do homem que, durante séculos tem manuseado tão nobre e tão dura matéria-prima.
A oferta deste monumento foi “apenas” mais uma dádiva do Grande Homem que tem sido este jovem empresário de apenas 77 anos para com a sua terra natal.
A estátua acaba por mostar um pouco do carácter de todos os que t~em trabalhado a pedra e que, ao olharmos bem para Luis da graça, podemos ver esses traços: força, robustez, esforço, dor, trabalho, calos e... muito amor no olhar. Sim, foi essa a imagem que tivemos enquanto o olhámos nos olhos enquanto ajudava a descerrar a placa da inauguração da estátua.
Mas não só o olhar deste homem que nos sensibilizou. O olhar da sua esposa que, em vez de olhar para a estátua, olhava para o seu marido, com aquele olhar que só uma grande companheira tem. Ah, é decerto uma grande companheira esta jovem e simpática senhora, em cujos belissimos olhos azuis teimavam em aparecer lágrimas de orgulho e felicidade.
E graças a este homem e ao apoio desta sua familia, Ataija, Alcobaça – Não! O próprio país tem a alegria e o orgulho de ter grandes obras de beneficencia e uma belissima estátua que conta parte da nossa história.
E quem melhor que o Dr luis Rosa para descrever este episódio? Ficamos com as suas palavras:
“... Quando Luis da Graça fez construir uma estátua descomunal, epopeica, pumjante de solidez e força, a que o escultor Armando Martinez deu forma, no sítio emblemático junto do antigo lagar dos frades, no local que foi da Lagoa ruiva, este acto consagrou a saga de todas as gerações de homens que arriscaram a ousadia de ir buscar às entranhas da terra os grandes blocos de pedra que espalharam pelo mundo todo,pela via da exportação, a matéria-prima de que se torna obra feita, arte, cultura, construção e mérito.”
Lúcia Duarte
No passado dia 25 , Alcobaça homenageou um grande Homem e um grande Cidadão. È com orgulho que fizemos parte dos que estiveram presentes na homenagem a Luis da Graça, um filho de S. Vicente de Aljubarrota, melhor dizendo, um filho de Alcobaça e um verdadeiro cidadão de Portugal.
Dificil será enumerar tudo o que este homem tem feito em prol do próximo. Aproveitamos para o fazer através das palavras proferidas pelo Provedor da Misericórdia de Aljubarrota (umas das instituições que apoiou e incentivou):
Para o descrever o provedor da M.A. usou os termos: simples, humide, honesto, trabalhador, generoso, de palavra, de carácter, enfim, um homem com quem se pode falar e com quem se pode contar e uma pessoa sempre pronta a ajudar.
Salientou, ainda, o sentimento de admiração e agradecimento com que todos falavam quando se referiam a este Homem, face ao contributo humano, civico e cristão de Luis da Graça perante a fam~ilia e a comunidade.
Também só assim se compreende que tenham estado mais de 3000 pessoas a prestar-lhe homenagem e a participar no que se tornou a grande festa “familiar” a que assistimos e participámos na Ataíja.
Finalmente, alguém é homenageado em vida e reconhecido pelo seu valor e contributo por tantas entidades oficiais e anónimas.
De entre outras, salientamos a presença activa e agradecida dodas seguintes entidades:
Contribuiram também para esta grande e merecida homenagem a fanfarra dos Bombeiros de Alcobaça, os ranchos folclóricos de Moleanos e sta Tereza, Grupo de dança Vibração (Moleanos), Banda de Música de Alcanede e a bandinha de Alcanede.
Este Grande Homem contribyuiu com mais de uma dezena de viaturas para os bombeiros e para as misericórdias. Bem mereceu o Busto que foi heregido em sua honra e que foi benzido pelo nosso sempre disponivel Padre Ramiro.
A obra (que tem uma força de expressão forte e bem estrutura, esteva cargo do belissimo escultor espanhol armando Marinez, um homem que, para além de um excelente artista, é a imagem da simpatia e da simplicidade.
Nesta edição começo por vos contar uma coisa que me deixou muito satisfeita, como cidadã e com sócia da associação Brittes de Almeida.
Um sócio e amigo da colectividade, de nome Arnaldo Ferreira, doou a esta associação uma mesa para a prática de ténis de mesa. Só por si o gesto desinteressado deste amigo de Aljubarrota já deveria ser motivo para a nossa gratidão mas, a intenção com que o fez deveria fazer-nos pensar.
Com mais um equipamento para a prática desportiva, numa colectividade que tem por objectivo incentivar e promover o desporto e a cultura, os jovens passam a ter mais um motivo de interesse e a colectividade é, ao mesmo tempo, ajudada.
Ah como eu gostava de ver mais gente a ter gestos tao nobres e desinteressados como os deste jovem....



Devo ainda realçar a presença espiritual do padre Ramiro que benzeu o espaço e os presentes no evento. Presença ainda, entre outras, do vice-presidente de câmara Carlos Bonifácio em representação do presidente, ausente por motivos de trabalho.
Dos discursos proferidos pelos presidentes de junta e pelo vice-presidente de câmara, destaco o seguinte:
De José Lourenço (presidente de Prazeres): “...é com enorme satisfação que vejo cumprida esta missão mas só foi possivel graças à colaboração do centro de saúde, funcionarios (as) e demais pessoas que contribuiram com dedicação e trabalho e também à harmonia e esforço de trabalho das duas juntas...”
De Amilcar Raimundo (presidente de S. Vicente) : “...é uma mais-valia para Aljubarrota. Lentamente, vamos trazendo o progresso para Aljubarrota...”
De Carlos Bonifácio (Câmara municipal) : enaltece a data em que se comemora 15 anos da confirmação da passagem de Aljubarrota a vila e enaltece a boa colaboração entre as duas juntas e na importância deste facto para bem servir a população.
Recorda a legislação que obriga os edificios públicos a permitir o acesso a doentes, deficientes e idosos e recorda que todos, mais tarde ou mais cedo, vamos sentir as mesmas dificuldades desses cidadãos.
Há ainda, uma intervenção de Amilcar Raimundo que, no meu entender, merece a nossa especial atenção. Quase em tom já informal mas convicto ( e partilhado por José Lourenço) disse :”ESTAMOS ANSIOSOS PELA REQUALIFICAÇÃO DE ALJUBARROTA. Aljubarrota merece que isto seja visto pela câmara. Recorda ainda que a intervenção e protecção do edicio onde se situa a famosa janela manuelina, prometida pela Cma não se faz notar, embora tenham sido comunicadas, as irregularidades cometidas na mesma, pelo actual elenco de junta. (sinceramente, gostei deste alerta!)
Ao bom modo da Cma, ouvimos de Carlos Bonifácio a promessa de que Aljubarrota vai, de facto, ser alvo de intervenção a nivel da reforma dos espaços publicos e da atenção que uma zona histórica como aljubarrota deve ter. Salientou que há empenhamentto e vontade da Cma de fazer sempre mais e melhor por esta vila e que Aljubarrota é uma prioridade no Cren (registámos a promessa!).
Salientou ainda que Aljubarrota não sofreu atentados urbanisticos (bem....!.....) e que está em condições de ser agarrada (em tom de brincadeira, o nosso pároco disse que gostava de ainda puder ver isso! Eu concordo com ele, será que vai ser desta?Esperamos que sim!)
Agradecemos, desde já, a colaboração que o presidente desta colectividade tem prestado ao nosso Alcoa na cedência de noticias e na disponibilidade e amabilidade que tem tido para nos receber.
Desta vez, cabe-nos informar sobre o convite que a direcção da colectividade dirige, através do nosso jornal, a todos os sócios em particular e à população em geral a participarem na festa/convivio de solteiros e casados que se irá realizar em 06/07/08.
Oportunamente, daremos mais informação sobre este evento. No entanto, quer a direcção em exercício quer o nosso jornal, gostariam muito de vos ver a contribuir para esta festa convivio honrando a colectividade com a vossa presença. Vamos lá divertirmo-nos um pouco, ok?
25º.ANIVERSÁRIO DO FALECIMENTO
Um grupo de amigos tem marcada uma missa, por Luís de Sousa Sabino, falecido há 25 anos, para 10/06/2008 às 18H00, na capela da Ataíja de Cima. Depois da missa vai fazer-se uma romagem ao cemitério e em seguida vai haver um convívio no Salão Cultural da Ataíja de Cima. Todos estão convidados. Quem quiser dar alguma achega contacte:
§ José L. Sousa (Zé da Ilda) – tlm. 96 60 450 16,
§ Celeste Constantino – tlm. 96 704 25 19,
§ Maria do Céu (Carrascal) – tlm. 96 464 81 67.
Após ter estado algum tempo fechada, a colectividade Brites de Almeida, em Aljubarrota, abriu, de novo, as portas ao público no dia 1 de Maio.
Talvez este dia tenha sido escolhido por ter havido um grupo de gente de trabalho que tudo fez para não deixar fechado este importante espaço de convívio.
O salão principal foi pintado, o equipamento mudado e, até o horário de funcionamento foi alterado (passa a estar aberto das 11h ás 15h e das 17h às 23h).
Para este horário de funcionamento foi criado um novo posto de trabalho.
As obras de limpeza e restauro foram asseguradas pelos elementos da direcção e esposas e apoiadas por um anónimo (com a doação de 500€) e pelas duas juntas de freguesia (um balde de tinta cada uma).
A direcção é composta pelos seguintes elementos:
Presidente: Jaime Ferreira
Vice-presidente: Nuno Sousa
1º secretário: António Ângelo
2º secretário: António Luís Pereira
tesoureiro: João Mariano
Na Assembleia-geral:
Presidente: António Machado
Vice-presidente- Vítor César
Secretária: Emília Cordeiro
Como vogais estão: Joaquim Carreira, José António Almeida e Nuno Patrício
No conselho fiscal:
Presidente João Manuel Carvalho
Secretário: Paulo José Gomes
Como suplentes: Cidália coelho, António Barata dos Santos, José Júlio Alves, Jorge Humberto Coelho e Ana Sofia Pascoal
Será bom recordar que este grupo vai ter uma pesada missão dada a complexidade da obra a que anteriores direcções se propuseram fazer e que tem estado parada.
Para além de desejarmos um bom trabalho a este grupo, aproveitamos para fazer aqui um apelo: aos sócios que, por qualquer motivo, se esqueceram de colocar em dia as quotas – por favor façam-no porque só com a colaboração de todos a colectividade poderá dar seguimento à obra
Pessoal, já é possível circular na Rua Principal, sem andarmos a tentar encontrar um pedacinho sem buracos!
Os nossos pobres carritos agradecem à junta de Prazeres!
Aljubarrota é uma das vilas mais antigas de Portugal. Considerado um ponto estratégico, na batalha que lhe deu o nome, aliado à lenda da Padeira, tornaram Aljubarrota um dos locais mais conhecidos da nossa história.
Mas Aljubarrota não vive do seu nome glorioso. Aljubarrota precisa de agitação a nível cultural e turístico.
Precisa de gente com visão e com garra que lutem por ela, precisa de fixar e/ou atrair jovens, novas ideias, reestruturar mentalidades. Precisa de olhar o presente tentando alcançar um futuro mais promissor.
O turismo será, de certo, o caminho, não só das nossas freguesias, mas de todo o concelho.
Talvez as freguesias de Aljubarrota não representem muitos votos mas apenas porque ninguém apostou nelas, de verdade. Aliado à história, temos o facto de ser um ponto de passagem dos peregrinos para Fátima e o que se tem feito para aproveitar este factor? Nada!
Agora, nem temos um local onde se vendam recordações da terra, não temos um posto de turismo e, até temos de recorrer a pessoas de fora para divulgar a nossa terra às imensas excursões que por cá passam.
Ah, como eu gostava de ver isto mudar!...
No dia 25 de Maio de 2008 Vamos ter o gosto de ver uma homenagem a uma das profissões que mais têm contribuído para o desenvolvimento do nosso concelho. Da autoria do escultor Armando Martinez e com a sensibilidade que lhe é característica, podemos ver representada a vida destes homens duros e de valor.
Pessoalmente, gostei de saber que este sector está a ser homenageado, como gostei de saber que uma figura benfeitora do nosso concelho vai ser homenageada ainda em vida – estou a falar de Luís da Graça.
Programa da Inauguração:
14h – Missa na Capela da Ataija
14h45m – homenagem a Luís da Graça, frente à capela – aqui, terá a honra de estar em contacto físico com as 10 ambulâncias oferecidas por este homem a diversas instituições, entre as quais as de Porto de Mós, Alcobaça e Santarém.
15h30m – Cortejo com a fanfarra dos Bombeiros Voluntários de Alcobaça e os Ranchos Folclóricos dos Moleanos e Casais de Santa Teresa.
16h – inauguração da estátua.
Pessoal de Aljubarrota – VAMOS TODOS LÁ! São justas homenagens!
Mais um assunto resolvido! Os jovens que, até agora, aguardavam o transporte rodoviário mal abrigados passam a ter um abrigo condigno. A junta de freguesia de S. Vicente colocou mãos à obra e transformou um terreno cheio de silvas num ponto, não só de abrigo a quem esperava o transporte rodoviário mas também a um centro para convívio dos menos jovens. Boa Senhor presidente, vê como eu também sei dizer bem do que é bem feito?
Situação embrulhada há cerca de 4 anos, teve, finalmente, uma resolução: as escrituras foram efectuadas, as pessoas indemnizadas e os nossos defuntos já vão poder ter um chão na terra das freguesias.
A limpeza do terreno pode ser agradecida a Luís da Graça que, mais uma vez se disponibilizou para ajudar as nossas juntas de freguesia, cedendo as máquinas que permitiram efectuar o trabalho. O nosso muito obrigado a este bom homem!
Ora lá voltamos a falar de um presidente de junta que tem feito tudo para cumprir o programa com que se candidatou. Começa a ser raro na política, nos tempos actuais.
Estamos a falar das obras de Chiqueda com o alcatroamento da estrada principal e a colocação de valetas.
Falamos, ainda, da remodelação da rede de água canalizada na Rua dos Brejos e na conclusão das obras da sala de aulas do Carvalhal..
Esta associação que, em Aljubarrota, todos conhecem, tem vindo a criar iniciativas que ajudam á divulgação e desenvolvimento da nossa vila.
Desta vez, foi o 1º Troféu Trial do Oeste.
Com inicio a 13 de Abril frente às bombas da galp em Aljubarrota, com segunda prova em 25 Maio e a final em 21 Junho na Lameira (parque do inverso).
Provas a não perder e uma associação a apoiar· Segundo o jornal Tinta Fresca, o Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota, localizado no concelho de Porto de Mós, vai ser inaugurado em Junho ou Julho. È de estranhar que os poderes locais do concelho de Alcobaça nada façam para divulgar turística e culturalmente Aljubarrota. Mas a isso, já vamos estando habituados!
Aljubarrota, tão importante na conquista da nossa independência, apenas é recordada pelos autarcas, por alturas da feira medieval.
Mas Aljubarrota existe todo o ano! O comércio, esse, vai-se ressentindo da falta de iniciativa autárquica a nível do desenvolvimento da região. Vamos fazer alguma coisa por estas gentes que, afinal, também pagam impostos?
Cá estou de novo para vos tentar trazer um pouco da vida de Aljubarrota. Prometo que, desta vez, venho para ficar!
Prazeres
È com bastante agrado que tenho verificado que, nesta freguesia, se têm cumprido os objectivos propostos pelo actual presidente.
A pouco mais de 1 ano das próximas eleições, estão quase cumpridas as promessas feitas durante a última campanha eleitoral.
Embora dependendo de outros organismos para avançar em determinadas áreas, o saneamento do Carvalhal de Aljubarrota vai mesmo avançar. O mesmo podemos dizer do projecto de requalificação da vila e do acesso aos correios em andar térreo.
Em conversa com o actual presidente pudemos ter a certeza de que o posto de correios iria começar a funcionar no rés-do-chão e que as obras já tiveram inicio. A inauguração do espaço está prometida para Maio.
S. Vicente
Segundo informação do presidente de junta, Amílcar Raimundo, no dia 25 de Maio vai ser inaugurado o largo do Cabouqueiro.
Já muito se disse sobre a estátua que vai ser erguida em homenagem a todos os homens que trabalharam, ou ainda trabalham, na indústria da pedra, uma das mais relevantes para a economia do nosso concelho.
Serão várias as individualidades presentes neste evento e esperamos que a comunicação social lhe dê a importância que efectivamente tem.
Geral
Foi lançado a concurso o troço do IC9.
Esta estrutura irá beneficiar ambas as freguesias de Aljubarrota. Está prevista a conclusão desta obra dentro de 2 anos.
Foi convocada pelos membros do grupo A.T.A.C. (Amigos da Terra por Amor à Camisola), todos eles residentes nas freguesias de Prazeres e S. Vicente de Aljubarrota, a seguinte MANIFESTAÇÃO:
Vai realizar-se no próximo dia 7/12/2007 (sexta-feira) pelas 18h30m uma manifestação de Automóveis em Marcha Lenta.
Esta manifestação juntar-se-á no largo do campo de futebol de S. Vicente de Aljubarrota, que fica em frente à pastelaria “PADEIRINHA”.
O início é às 18h30m de onde seguirá em marcha lenta de automóveis em direcção aos Paços do Concelho, onde seremos recebidos pelo nosso presidente de Câmara, Dr. Gonçalves Sapinho, pelo presidente da ADEPA (Associação ambiental) e pelo engenheiro do ambiente Valdemar Rodrigues.
Nesta data e à mesma hora (18h30m) sairá outra concentração do Restaurante “O ALCIDES” (termo de Évora) conhecido também como Moleanos de Évora, junto ao IC2, freguesia de Évora em frente à recauchutagem do sr Manuel Paulino.
Seguirá pelo IC2 e vira em Casais de Sta Teresa, seguindo pelo Vale Vazão, Mogo, Olheiros, Aljubarrota, em direcção á Câmara Municipal de Alcobaça.
Esta manifestação será de todas as freguesias atingidas e da população do concelho de Alcobaça em geral.
VAMOS MOSTRAR DE NOVO A NOSSA FORÇA E REPÚDIO CONTRA A TENTATIVA DE PASSAGEM DO TGV NO CONCELHO DE ALCOBAÇA.
Vamos defender o nosso meio ambiente, o nosso património arqueológico e histórico, as nossas habitações, a nossa paz, a nossa qualidade de vida e as nossas gentes…
Não fique em casa, junte-se a nós nesta luta que também é sua.
Se não tem veiculo, vá no do vizinho, venha no nosso ou fale com o seu presidente de junta.
Todos juntos arranjaremos meio de transporte para todos.
Contactos das juntas:
Èvora: 262509418
Prazeres: 262507113
S. Vicente: 262507300
Há momentos em que eu adorava ser um belo sino de igreja. Sabem porquê? Para tocar até cansar e acordar as gentes de Alcobaça.
Será que estão todos egoistamente a pensar nas suas vidinhas, nas telenovelas e no futebol que não abrem os olhos para o que, de facto, é importante para preservar o nosso passado deixando-o intacto para o futuro?
Já se deram ao trabalho de pensar que o TGV só vai servir os grandes interesses económicos e não as populações?
E já pensaram porque é que Portugal passa a vida a curvar-se aos interesses de Espanha?
E porque é, de cada vez que há uma questão importante para resolver, em Alcobaça, se arranjar logo uma feira, uma festa, ou qualquer outro evento para desviar as atenções dos que vão ser lesados?
ACORDEM!
Estão a ser seriamente comprometidos os nossos bens históricos, patrimoniais e sentimentais.
Estamos a comprometer o futuro dos nossos filhos e dos nossos netos.
ACORDEM!
Podem vir a acordar tarde demais! Juntem-se a todos nós numa luta pela preservação da nossa qualidade de vida!
Não se deixem enganar por aqueles que, de nós, só querem os impostos e os votos!
Esqueçam as bandeiras politicas, levantem-se dos sofás, deixem as pantufas em casa e venham lutar connosco, até porque, de um momento para o outro, podem ficar sem a casinha onde, hoje, estão serenamente à lareira a ver as telenovelas.
BOLAS, ACORDEM!!!!!!!

Foi com enorme desagrado que a população de Aljubarrota recebeu a informação sobre os possíveis traçados do TGV por terras de Alcobaça.
Mais surpresos ficaram, ainda, quando perceberam que a CMA já sabia de tudo há muitos anos e que, numa posição ditatorial bateu com a porta à RAVE e não quis negociações.
E isto não ficou por aqui! Os presidentes de junta alegam falta de informação por parte da câmara.
E a CMA bateu com a porta, não perguntou mais nada, não avisou ninguém e, para cúmulo, em Agosto, o presidente da câmara, foi descansado para férias, mesmo estando a iniciar-se a consulta pública sobre o tgv por estas terras.
Aljubarrota é um conjunto de duas freguesias de gente muito trabalhadora e pacata mas “tem sangue de padeira na guelra!”.
Esta gente não gosta de ser enganada, não gosta que lhe venham tirar o que lhes custou a ganhar e, decerto, também não gostaram de saber que o sr Sapinho tudo fez para esconder ou omitir informações aos que lhe pagam o ordenado, ajudas de custo, subsídios, viagens, motorista particular, etc.
Abram os olhos! Vamos colocar as nossas freguesias à venda aos espanhóis? O tgv não serve os nossos interesses, não traz melhorias nem na economia, nem no turismo da nossa vila e, agora, alguns, que tanto apregoam uma determinada maneira de pensar, num passado recente, tudo fizeram para vos esconder a verdade.
No entanto, um grupo de habitantes de Aljubarrota, (a saber Francisco Vicente, João Trindade, Marília Russo, Jorge Alves e Noémia Rodrigues) fez o papel que deveria ter cabido aos autarcas : promoveram sessões de esclarecimento nos Moleanos e na Ataija de Cima; passaram noitadas a angariar documentos para a agência do ambiente; fizeram pesquisas, contactaram porta-a-porta os habitantes das localidades das freguesias; convidaram os presidentes de junta a participar nas sessões de esclarecimento (também o fizeram à câmara municipal, que, mais uma vez “se borrifou” e não compareceu) distribuíram panfletos, andaram com uma aparelhagem em carro particular (com todos os custos por sua conta) a anunciar as sessões, etc.
E sabem o mais estranho? Estas pessoas não são políticos! Não os move mais do que o amor à nossa terra e é o sentimento de cidadania que os move – Ah, Grande gente de Aljubarrota!
Vamos lá gente da histórica terra da padeira – abram os olhos e lutem por aquilo que é vosso! Esta é a batalha de Aljubarrota deste século!