2006-12-24

festa de natal em Carrascal (Prazeres de Aljubarrota)

No dia 16 de Dezembro, a junta de freguesia de prazeres de Aljubarrota teve a iniciativa de promover uma festa de natal na colectividade do Carrascal (que em Outubro completou a bonita idade de 27 anos).

Segundo uma conversa com o presidente (José Lourenço), ficámos a saber que já vem sendo hábito, a junta fazer a suas festas natalícias pelas diversas colectividades da freguesia (interrompidas apenas em 2005 devido ás eleições, o que se percebe porque tinham acabado de tomar posse) tendo calhado em 2004 á colectividade da Lameira e em 2006 ao Carrascal.

Simpaticamente (aliás, uma característica sua), o nosso presidente de junta acedeu em dar-nos algumas palavras, que passo a reproduzir:

“Considero que, estas, são boas iniciativas. Nós estimulamos e acarinhamos as crianças da nossa freguesia.

Tal como esta, mais virão e serão realizadas em diversas colectividades da freguesia de Prazeres.”

Aproveitou, ainda, para agradecer à Associação de Pais do Carrascal pela organização desta festa.

Realçou que o papel da junta foi pagar a despesa e que todo o trabalho foi destes pais, zelosos e atentos.

Mas, oh sr presidente, nós sabemos que o senhor se fartou de ajudar e que o seu apoio e contributo foi valioso para estimular estes pais – é assim, uma parceria resulta quando há empenho e amor ao que se faz!

2006-12-17

ecopontos

oram expliquem-me como se eu fosse uma criança de 4 anos....
porque é que no Mogo e em Valvazão continuamos sem ecopontos? o sr presidente da junta de s. Vicente tem alguma coisa a separação de lixo?
então porque é que, quando inaugurou o parque das merendas na Cumeira de Baixo, teve logo o cuidado de colocar lá esses bem-amados recipientes?
Foi só porque estão na nacional 8 e têm visibilidade e mediatismo?
ora, sr presidente, já que nada faz para justificar os votos que ,os amigos e os amigos dos amigos, lhe ofereceram e lhe permitiram estar á frente desta freguesia, não podia sair um bocadinho das férias em que está e mandar colocar ecopontos onde eles são tão necessários?

de novo os semáforos de S. Vicente

eu até posso parecer um pouco chata ou repetitiva mas, parece que nem assim as coisas aparecem feitas ou resolvidas.
fartei-me de dizer que andamos a pagar electricidade nuns semáforos que não funcionavam.
de repente, passaram a estar sempre cor de laranja - percebemos a mensagem - queria, o presidente da junta de S. Vicente, dizer que estávamos a entrar numa freguesia PSD.
como alertei para este facto, os semáforos, passaram a estar SEMPRE verdes. - pronto, já percebemos mais esta mensagem... - estamos perante uma freguesia, maioritariamente, do sporting!
mas, agora, pergunto eu - e nós benfiquistas? para quando termos o prazer de ter os semáforos da cor do nosso glorioso?

2006-12-09

o Cruzeiro de Carvalhal de Aljubarrota

Todos conhecem o cruzeiro que existe (existia) junto à capela do carvalhal.
Faz algum tempo, este cruzeiro foi deslocado do seu local original e, todos sabemos que os cruzeiros eram marcos e que a sua deslocação pode induzir os nossos historiadores em erro.
Quando o deslocaram, ainda tiveram o “descuido” de lhe tapar um dos degraus mas, parece que, tudo isto, já antevia um fim trágico para o “nosso” cruzeiro. E assim foi! No dia 5 deste mês, o cruzeiro apareceu completamente destruído. Sobrou o degrau (enterrado no alcatrão e a pedra-base. Tudo o resto, estava caído sobre a rua.
Supõe-se que tenha sido acidente e o nosso presidente de junta, logo que foi alertado, dirigiu-se ao local e chamou as autoridades policiais.
Por se recear que as pedras fossem desaparecendo (podia alguém pensar em vir a dar-lhe qualquer outra utilidade que não o restauro do monumento…) o nosso presidente fez a recolha e, as pedras encontram-se à guarda da junta.

2006-12-08

Mosteiro de Alcobaça
Como uma das 7 Maravilhas de PortugalTal como mencionado no post anterior, o Mosteiro de Alcobaça é um dos candidatos disponíveis para votação na eleição das 7 maravilhas nacionais.Num desafio proposto por um alcobacense, Henrique Bértolo, poderíamos mobilizar toda a comunidade Alcobacense que vê o nosso mosteiro como um justo eleito, e contribuír para a votação que está a decorrer. Os resultados serão apresentados no dia 07/07/2007.Vamos lá participar e elevar o nome do nosso concelho!A votação pode ser feita aqui: http://www.7maravilhas.pt/index.html

inserido por Alcobacense @ 11:51 AM
"Sete Maravilhas de Portugal"
Pena, Jerónimos e Fortaleza de Sagres entre candidatosO Palácio Nacional da Pena, em Sintra, o mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa, e a Fortaleza de Sagres são três dos 21 monumentos nacionais candidatos às "Sete Maravilhas de Portugal", cuja lista foi divulgada hoje.A lista foi divulgada no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, numa cerimónia que contou com a presença da ministra da Cultura, Isabel Pires de Lima, que foi a primeira a votar na eleição das "Novas Sete Maravilhas do Mundo", que arrancou em paralelo com a votação dos monumentos nacionais. O castelos de Almourol, Guimarães, Marvão e Óbidos, o Convento de Cristo, o Convento e Basílica de Mafra, as Fortificações de Monsaraz, a Igreja de São Francisco, a Igreja e Torre dos Clérigos e os Mosteiros da Batalha e de Alcobaça são outros monumentos em que os portugueses podem votar a partir de hoje. Na lista marcam também presença o Paço Ducal de Vila Viçosa, os Paços da Universidade, o Palácio de Mateus, o Palácio Nacional de Queluz, as Ruínas de Conímbriga, o Templo Romano de Évora e a Torre de São Vicente de Belém. Com apoio do Ministério da Cultura, duas empresas portuguesas decidiram lançar uma votação nacional para envolver e motivar os portugueses a participar na votação global. Cada pessoa pode votar sete vezes em sete candidatos diferentes para eleger as sete maravilhas arquitectónicas, arqueológicas ou religiosas existentes em Portugal. A pré-selecção dos monumentos funcionou de forma semelhante para ambas as votações. De um universo de 793 candidatos, uma equipa de sete especialistas na área do património escolheu um leque de 77 monumentos nacionais. Um conselho mais alargado, constituído por arquitectos, historiadores, cientistas, arqueólogos, professores e figuras ligadas às artes e à política, reduziu para 21 os monumentos candidatos às Sete Maravilhas de Portugal. A votação é semelhante para as duas iniciativas, gratuitamente nos sites www.7maravilhas.pt (nacional) ou em www.new7wonders.com (internacional) ou, por dois dólares (cerca de 1,5 euros), via telefone ou SMS.In SIC Online


// inserido por Alcobacense @ 11:35 AM em http://terradepaixao.blogspot.com

perdemos uma padeira

Foi no dia 13 de Novembro que Aljubarrota em geral, e o “Artesanato de Aljubarrota”, em particular, perderam uma Padeira.

Grande Mulher em todas as horas (boas e más), sempre encarou a vida como um desafio a ultrapassar, com um sorriso no rosto e uma grande força.

Mas Deus, na sua Divina Sabedoria escolhe as boas almas para lhe fazerem companhia e, a “nossa” Cristina era uma boa alma.

Sentimos a sua falta e, cada gesto dela é recordado, pelas amigas, como que, sentindo que ela nos está a acompanhar.

Enfrentou o sofrimento com grande dignidade, estando sempre mais preocupada com os outros do que com a triste sorte que lhe fora reservada.

Deixo, aqui, a imagem com que, estou certa, ela gostaria de ser recordada por todos nós – a da grande força da Padeira de Aljubarrota (que ela demonstrou ter)- é a padeira do lado direito na foto.

Não nos despedimos dela porque, para nós, ela está sempre presente, deixamos-lhe apenas um “até um dia”!

Nota MUITO positiva

Foi adorável a actuação do rancho folclórico de Casais de Santa Teresa, na feira de artesanato promovida pelo Grupo desportivo estrela operário carvalhense.

Tão jovem rancho foi motivo de orgulho para todos nós. A vivacidade, a alegria e, muito em especial a forma como foram contadas e cantadas as modas e a história de todas as profissões, deixaram-me impressionada – continuem – precisamos de muitos como vós para não deixar morrer a nossa cultura! O meu muito, muito… obrigado!

Passadeira

Quase no mesmo local, há uma paragem de autocarro (onde a maior parte dos nossos jovens espera o transporte que os leva aos estabelecimentos de ensino), um campo de futebol e uma pastelaria (que, por acaso é uma das mais frequentadas, quer pela qualidade, quer pela sua localização) e ainda não foi colocada nenhuma passadeira. Porquê? Não haverão uns litritos de tinta para colocar a passadeira? É que as velocidades, nessa zona, são altas (embora não seja permitido) e, quem conduz até sabe, normalmente, que, logo a seguir, estão uns semáforos que por nunca funcionarem, os deixam continuar a circular à velocidade que querem.

Estamos à espera de quê? De acidentes?

Falta de visão (ou talvez não!...)

Fui visitar a belíssima e bem estruturada mostra de doçaria conventual de Alcobaça, onde, mais uma vez, o dr rui Rasquilho demonstrou que se pode incentivar, por um lado, o evento e, por outro lado, mostrar o mosteiro de uma forma activa e atractiva.

Decerto, porque alguém se esqueceu de dar o contacto de uma das melhores 8e até premiadas) pastelarias do nosso concelho, a Padeirinha não estava representada.

Confesso que tive de dar 3 voltas ás salas para acreditar nisto. Mas é verdade! Nem sequer foram convidados.

Só são bons em Caldas da Rainha (por exemplo) mas não o bastante para estarem entre as melhores em Alcobaça?

Talvez para a próxima, mas aproveito para dar uma ajuda – esta pastelaria fica situada em Aljubarrota, mesmo em frente ao campo da bola, na nacional 8 (entre Leiria e Alcobaça).

Espero ter contribuído para poupar tempo a quem, da parte da câmara, se esqueceu de dar esta indicação aos promotores do evento.

Vamos tentar equilibrar?

As colectividades das localidades são criadas, normalmente, para incentivar, divulgar e criar actividades sócio-culturais e desportivas.

Bom, efectivamente, algumas fazem-no e outras, nem tanto!

Por exemplo, a associação do Carrascal tudo tem feito para que as crianças (não esqueçamos que são o produto futuro do que criamos no presente) tenham as melhores condições de desenvolvimento nas áreas mencionadas: a criação e manutenção do atl, as actividades desportivas e culturais que lhes são, diariamente, propostas são um incentivo, até mesmo, à ajuda da população e dos pais da zona. O mesmo se passa com a associação de Aljubarrota que permitiu, de imediato, tornar a sua sala, num local aprazível e de apoio às actividades extra curriculares das crianças; O Carvalhal de Aljubarrota é outro bom exemplo: kenpo, feiras de artesanato, fados, btt e ginástica são apenas algumas das actividades que a colectividade coloca à disposição de todos.

E outras vão seguindo por este caminho mas, infelizmente a associação da Lameira ( e faço ressalva à comissão anterior a esta) com um super estrutura física, parece apenas se lembrar que a tem para casamentos e baptizados e para a festa dos solteiros e casados. Agora, parece estar à espera do pavilhão prometido no terreno fronteiro à sede da colectividade para ter mais eventos.

Mas, vamos por partes: nem o pavilhão vai ser para esta Associação ( e eu que estive presente durante a promessa da sua construção, por parte da câmara, posso garantir o que lá se passou…), mas sim para beneficio da população de TODA a freguesia de Prazeres de Aljubarrota, nem os eventos têm, obrigatoriamente, de passar por este pavilhão. A Lameira tem condições mais que perfeitas para concretizar eventos culturais, desportivos e de lazer no seu próprio salão, a exemplo do que foi feito, durante os anos de 1998, 1999 e 2005. O que parece é que, há falta de vontade de fazer, numa associação, aquilo para que foi criada e que, com tanto dinheiro que se tem gasto com obras, de nada serve se, os fins não forem atingidos, não lhes parece?

2006-11-12

Não se faz nada?

Peço desculpa por insistir em determinados assuntos mas, parece que, estamos na época do “não se faz nada”, mas nós vamos insistindo:

  • ainda não houve tempo para colocar os sinais de stop e de cedência de prioridade virados para os condutores? É que, em caso de acidente, ninguém pode ser responsabilizado – com tais sinais virados para as paredes, tornam-se ilegais.
  • Ainda não foi possível limpar a estátua da padeira de Aljubarrota? Nem pintar os bancos?
  • As tampas de esgoto que estão salientes em toda a rua direita fazem parte da arquitectura paisagística do local, ou estão à espera de serem qualificadas como património municipal?
  • E os paralelos, vão continuar mais alguns anos até serem nivelados? – se calhar até têm razão – se começarmos a andar só por cima dos que estão mais salientes, é provável que, dentro de 2 ou 3 anos, estejam todos ao mesmo nível e não seja necessário gastar dinheiro a nivelar. Grande visão do futuro que as nossas juntas têm, não?
  • E afinal, o pavilhão polivalente prometido à associação da Lameira sai ou não sai? Porquê o silêncio? Foram apenas promessas eleitorais do dr Sapinho? Ou o dinheiro que serviria para a criação deste pavilhão vai ser canalizado para os 4 ou 5 campos de golfe que ele pretende deixar instalar em Alcobaça e que diz que vão gerar empregos? O nosso turismo não é rural? Campos de golfe para quê? Não temos, já, nas freguesias do nosso concelho, buracos que cheguem?

Mais uma vez a estalagem do cruzeiro, em Aljubarrota

Todos os que nos têm lido estarão, decerto, recordados do que se passa com a estalagem – está sobre o domínio dos serviços sociais do conselho de ministros – e utilizada 3 ou 4 vezes por ano.

A manutenção deste complexo é, decerto, cara e sai dos bolsos de todos nós.

Poderia, no meu entender (e de mais algumas pessoas da freguesia), servir para incentivar o turismo a visitar Aljubarrota, não só pelo valor histórico da vila, mas por se estar a tornar, aos poucos uma vila idosa e sem atractivos.

Uma boa aposta, seria, decerto, entregar a administração deste edifício ao dr Rui Rasquilho que tem demonstrado saber reavivar os valores patrimoniais e culturais da região (veja-se o exemplo do seu trabalho no mosteiro de Alcobaça)

Carvalhal de Aljubarrota

A junta de freguesia de Prazeres volta a estar (e bem!) ao serviço da cultura e do desporto das suas localidades.

Desta vez, foi com agrado que constatei, que a junta contribuiu para as obras do salão do carvalhal.

Aqui, pratica-se a modalidade Kenpo, federada e com bastantes participantes, dá-se apoio à escola primária da mesma localidade, fazem-se feiras divulgando o artesanato do concelho, divulgam-se os ranchos folclóricos e a musica tradicional da região e promove-se o desporto em geral.

Merecem ser apoiados e a junta de freguesia reconhece-o!

Kenpo

No dia 18 deste mês, o grupo desportivo e cultural de Carvalhal de Aljubarrota participou no campeonato nacional de Kenpo MSD RYU 2006.

Foi no pavilhão gimnodesportivo D. Pedro I.

Este campeonato contou com a participação de infantis, iniciados, juvenis, juniores e seniores, nos escalões masculino e feminino.

Feira de artesanato em Carvalhal de Aljubarrota

À semelhança de 2005, também este ano, o grupo estrela operário carvalhense organiza uma feira de artesanato. Tem início no dia 18 de Novembro e prolonga-se por 2 fins-de-semana.

Como complemento ao evento vamos ter a actuação do recém-criado rancho folclórico dos Casais de Sta Teresa, do rancho dos Moleanos (sobejamente conhecido por todos nós), pelo grupo de música tradicional dos Moleanos, pelo grupo de dança “Vibração”, também dos Moleanos e por uma exibição de Kenpo.

È bom ver o intercambio cultural que se vai estabelecendo entre as diversas freguesias e lugares do concelho de Alcobaça.

Os artesãos vêm de diferentes localidades e trabalham em diversas área. O “Artesanato de Aljubarrota” também vai estar presente com as suas padeiras a trabalharem ao vivo – não perca!

É, no entanto com muito pesar que, este ano, não podemos contar com a presença do nosso saudoso e reconhecido ceramista alcobacense, o “Mestre João Santos”, mas, vamos, decerto, saber recordá-lo e imaginar a sua presença, naquele cantinho onde, com todo o seu saber e amor à arte, ia fazendo crescer e tomar forma aqueles pedaços de barro que, nas suas mãos, se transformavam em belíssimas peças de arte, representando os temas do Carvalhal.

2006-10-29

fonte dos montes- mais uma destruição!

há uns dias recebi uma mensagem que me parece bem divulgar, até porque, revela bem a mentalidade de certas pessoas, que teimam em destruir as marcas do nosso passado.
Como é evidente, não vou revelar o nome da pessoa que me enviou o texto, mas vou reproduzi-lo na integra:
"Conheci hoje os seus blogs e como mostra um espírito aberto a comentar o concelho de Alcobaça, gostaria de partilhar na "blogoesfera" uma preocupação em relação á destruição de património natural e construido do concelho.
Costumo ir todos os anos passar férias aos Montes, e já há dois anos seguidos que me deparo com o atentado que foi a destruição da Fonte dos Montes, não que fosse muito especial a nível nacional, mas era a unica fonte dos Montes e fazia parte da memória daquela população e dos tempos em que não havia água da rede.
Quem a destruiu, substituiu-a por uma parede de betão e uma torneira.
Aproveito o seu blog para divulgar este atentado.
Com os melhores cumprimentos
xxxxx xxxxxxxx"

2006-10-01

Há quem dê importância à padeira de Aljubarrota

Há histórias, na história que ninguém esquece!

È o caso da lenda da padeira de Aljubarrota, o grande símbolo da bravura das mulheres de Aljubarrota e, consequentemente, das mulheres portuguesas, em especial, do séc XIV.

São vários os programas televisivos e eventos em que a “nossa padeira” faz a sua aparição.

O mais recente evento em que “chamou a padeira” foi o que o Red Bull realizou, no dia 9 de Setembro, junto da Torre de Belém, em Lisboa.

O nosso forno apareceu com umas asas mostrando o poder deste episódio na nossa história. Muito engraçada estava, também, a nossa padeira (aliás mais parecida com a imagem desta personagem em qualquer livro de história do que a estátua que lhe ergueram em sua homenagem – com um pedido de desculpas para o escultor) com pelos nas pernas, um buço enorme e, sempre, com a sua pá.

Ficam aqui as imagens para que vejam que, na capital, a nossa padeira é mais recordada do que na terra onde lutou contra os castelhanos…

Aljubarrota

Aljubarrota

2006-09-21

água mole em pedra dura...

Foi o que aconteceu - tantas vezes denunciei, nos meus blogues e no jornal "o Alcoa", o facto de os cãezinhos fazerem as suas necessidades no meio da rua, de conspurcarem os passeios e as frentes das nossas casas que, ontem, apareceu um edital, publicado nas juntas, não só alertando para o facto mas, também, avisando que quem passeasse com os cães e os deixasse oferecer os dejectos aos demais transeuntes, sem limpar os mesmos estaria sujeito a coimas.
Mas, mais uma vez, se começam as obras pelo telhado...
E onde estão os recipientes para colocar os sacos com os cocós?
Há coisas que parecem evidentes! oram vejam lá se eu estou errada:
Primeiro colocam-se os recipientes para lixo (os contentores, por limitação de espaço, existem, não só em pouca quantidade como muito afastados uns dos outros), os recipientes com sacos de plástico e, depois, legisla-se sobre coimas e penas a aplicar.
è por atitudes sem pensar e apenas porque são mediáticas é que o país tem sérias dificuldades em sair da crise.
Talvez fosse mais proveitoso para a saúde pública canalizarem-se determinadas verbas para estes recipientes do que, entregar apoios a algumas colectividades que, não tomando qualquer iniciativa sócio-cultural, apenas servem como "as tabernas de passatempo" para alguns...

2006-09-19

noticias curtas da semana

pavilhão desportivo na Lameira

Foi afirmado, durante um almoço (dos solteiros e casados) na sede da Associação da Lameira pela câmara municipal que, as obras para a construção de um pavilhão gimnodesportivo na Lameira iriam ter inicio em 2006.
Estamos a meio de Setembro! será que vão ter inicio a 30 de Dezembro só para não se poder dizer que foi mais uma inverdade da autarquia?
não querendo ser irónica mas para dar inicio, se calhar vão só colocar a primeira pedra e depois....não irá haver verba para comprar as restantes...
até ao final do ano, logo veremos....

Ribafria

O Centro recreativo e popular da Ribafria solicitou à Cma um apoio de € 2500 para reparar a cobertura do seu pavilhão.

Uma calçada para a escola do Carvalhal

A junta de freguesia de Prazeres de Aljubarrota decidiu (e muito bem) que há necessidade de se construir um passeio junto à escola do Carvalhal de Aljubarrota.
è uma maneira de nos prevenirmos de eventuais acidentes com as nossa crianças e seus educadores.
Bem pensado!
Assim, para poder concretizar mais este projecto, a junta solicitou o apoio camarário em materiais - lancil, calçada e pó de pedra.

pedido de isenção de taxa

Sou da opinião que as entidades (públicas ou privadas) de solidariedade social deveriam estar isentas de taxas de ramal de saneamento.
No entanto, não posso deixar de estranhar que, não tenha sido a Misericórdia de Aljubarrota a fazer o pedido de isenção directamente aos serviços municipalizados - foi a junta de freguesia de S. Vicente de Aljubarrota!
Não me parece correcto que se misturem neste tipo de pedidos, se fosse qualquer outro cidadão, decerto, dar-lhe-iam instruções para se dirigir aos Smas.
A Misericórdia não precisa disto, tem no seu interior gente muito competente para tratar destes pedidos e, esta "intromissão" da junta ,pode levar a outras interpretações que, decerto não estavam nas intenções da mesma

esgotos de Chiqueda

está dificil concretizar o destaque de terreno para a estação elevatória principal de esgotos de Chiqueda, pelo que, vai ter de ser a propriedade toda....
Esta rede de esgotos parece ser um parto dificil- talvez seja por não termos maternidade em Alcobaça...

2006-09-09

estou estupefacta!

Querem imaginar o que eu hoje vi em Aljubarrota?
uma das pessoas que mais se dirigia a mim para reclamar dos cãezinhos que faziam as suas necessidades em frente ao seu estabelecimento comercial, agora também tem um cãozinho.
Querem adivinhar? è verdade, hoje, a mesma senhora passeava o seu cãozinho (com a devida trela) à porta das casas e dos outros estabelecimentos comerciais.
o cãozinho lá ia fazendo o seu xixi e o seu cócó, perante a impavidade da sua dona.
Em que ficamos? os outros cães não podem fazer as necessidades ao pé do seu café mas, o seu pode fazê-lo perto das casas dos outros e junto à estátua da padeira?
onde está a sua noção de higiéne e de saúde pública? Apenas na teoria, pelo que estamos a ver...

novamente o perigo dos paralelos

Esta é uma chamada de atenção dirigida directamente aos 2 presidentes de junta de Aljubarrota.
Os senhores costumam andar a pé pela Rua Direita da nossa vila? Decerto que não (e os pneus dos carros até nem se queixam!).
agora vocês ignoram o perigo do desalinhamento dos paralelos, mas quando vocês estiverem doentes ou já forem velhinhos, será que não vão reclamar do que deixaram por fazer hoje?
Pois! é que as pessoas de idade têm caido por causa destes paralelos e, ainda ontem, uma pessoa bastante doente, caiu por causa de paralelos com os cantos levantados.
eu ainda em Agosto louvei o facto de terem mandado calcetar os arruamentos do cemitério, mas não seria prioritário reparar a calçada onde os vivos têm de se movimentar diariamente e depois arranjar o cemitério?
realmente vocês não são obrigados a andar a pé na referida rua, mas, infelizmente ao cemitério têm consciência de que, um dia será a vossa morada.
Não descuidando o espaço dos nossos entes queridos, no seu eterno descanso, podemos, de vez em quando, lembrarmo-nos dos nossos doentes e dos nossos idosos, não?

uma pergunta pertinente...

Queria que reflectissem na seguinte questão:
Decerto, todos em Aljubarrota, ainda se lembram do Dr. José Casimiro, sobrinho do falecido padre Casimiro e um historiador reconhecido amante de Aljubarrota.
Faleceu em Fevereiro deste ano.
Foi uma perda para a vila e para a divulgação da nossa história.
Depois de tanto ter dado a esta vila, ainda não houve hipótese de colocar uma rua com o seu nome?
se calhar é por ele não ter sido politicamente correcto quando falava dos assuntos que via estarem a ser descuidados ou mal-tratados, ou talvez não fizesse parte daquele circuito de "amigos" (os politicamente correctos).
Mas o povo não pode ser tão ingrato - não pode esquecer quem tanto lutou por "cantar" Aljubarrota, ou seria, também ele um visionário?
Vamos pensar em colocar o seu nome numa rua de Aljubarrota?

o museu

depois de ter dado uma entrevista à região de Cister e de o facto de informarmos que era nossa intenção abrir uma casa-museu em Aljubarrota, fomos alvos de ameaças telefonicas.
Quem nos ameaçou foi uma pessoa que, segundo se consta, terá uma carteira de magistrado.
Ora este senhor deveria saber (pelo menos por deformação profissional) que não se podem ameaçar as pessoas, nem mesmo quando, segundo referiu o próprio, tinha uma procuração dos herdeiros de uma parte da casa (aliás essa parte da casa nem fazia parte do nossso projecto) para me tratar da saúde.
é pena que as pessoas não saibam tratar dos assuntos e venham provocar situações desgastantes a quem só pretende trabalhar em prol da comunidade.
Hoje, venho a saber que uma pessoa das juntas me terá apelidado de "visionária" e que tivesse dito que o museu era uma "utopoia".
ora bem, utopia é, em campanha eleitoral, se prometerem coisas que sabemos que a lei não nos vai permitir realizar, como é o caso da promessa de uma piscina para Aljubarrota.
se´num concelho só podem haver 2 piscinas, esta seria licenciada por quem? e seria colocada em que terreno?(talvez a ideia fosse expropriar terrenos a 1€ o metro quadrado como se fez para a futura IC9 e, nalguns casos avisando os proprietários depois de já estar tudo resolvido a nivel politico - democracia remodelada em Alcobaça?) e quem pagaria o investimento, dado que o nosso municipio já está tão individado? - afinal quem é o visionário? e qual é o projecto utopico; a piscina ou a casa-museu?
a quem não dá jeito o progresso de Aljubarrota? Quais os interesses que se movem para não fomentar o turismo nesta histórica vila?
E quanto à pessoa da junta que não quer que o projecto avance, qual o seu interesse? amizades? Talvez, mas olhem - não foi para isso que foram eleitos, as juntas não são a vossa casa, são a casa de quem vos colocou lá! Não se escondam atrás de bandeiras partidárias para serem eleitos, porque qualquer dia, essas bandeiras podem já não estar ao vosso alcance e não voltarem a ver os votos nas urnas! Quem sabe?

2006-09-07

o "nosso Mestre" João Santos

Fazendo uma pesquisa sobre a obra do "Ti João"descobri um artigo, publicado no jornal "o Alcoa", em 1 de Abril de 1993, pelo dr Jorge Pereira Sampaio.

Este artigo fazia parte de Breves apontamentos sobre a História da Faiança Regional de Alcobaça.

Achei importante partilhá-lo convosco, até porque, era no meio de todos vós que ele gostava de estar.

Assim, vou colocar aqui o artigo na íntegra:

MESTRE JOÃO SANTOS

João Fernando dos Santos nasceu em Alcobaça em 1936.

Desde muito cedo nele se manifestaram aptidões para as artes plásticas.

Recomendado pelo professor Elias Cravo, ingressou na “Raul da Bernarda” ao treze anos, como pintor-aprendiz.

Um ano depois, passa para a recém-fundada fábrica de Armindo de almeida ribeiro.

Com dezanove anos, João santos casa-se e, nesse mesmo ano, entra como pintor cerâmico na “Vestal”.

Nessa empresa ficou durante vinte e dois anos.

Depois, transita para a fábrica de António Campos Libório.

Pouco tempo depois saiu de lá para a “Aljubal”, onde pintou peças ao sabor da louça italiana.

Com o tempo, o artista foi-se cansando e desiludindo do caminho então levado pela Faiança Regional de Alcobaça.

Entretanto verifica a aptidão de seus filhos para a pintura e modelagem e abre então o seu próprio atelier, em 1976.

Em 1979, fez uma exposição em Leiria. Num folheto de apresentação da mostra, dizia Carlos Eugénio sobre João santos: “As suas peças – moldadas, pintadas e ornamentadas por si – vieram a revalorizar-se com as suas formas tradicionais revestidas de cores harmoniosas e de atributos pitorescos, às vezes imbuídos de um certo barroquismo, num artesanato brilhante e especifico – que vem abrindo caminho aos coleccionadores e a permanecer em arte – natureza, uma reflexidade surpreendente de intuição sensível, relacionada com caudal de persistente trabalho, digno de ser evidenciado”.

Em 1982, foi premiado pelo Banco pinto e Sotto Mayor na “Ceramex”.

Esse prémio de design foi-lhe atribuído para uma saca saloia de retalhos, feita em cerâmica.

Também na FIL, na “Ceramex” de 1991, o jornal “A Capital” falava do êxito de vendas obtido por João Santos, logo no primeiro dia de feira.

Com a abertura do centro comercial Gafa, abriu também o seu primeiro salão de exposições.

Em 1992, mudou-se para a Rua Miguel Bombarda (ao lado da redacção de “O Alcoa”.

Uma visita ao seu atelier surpreende-nos pela variedade de peças, todas da sua lavra – desde jarras e potes lembrando a louça regional de Alcobaça até interessantes esculturas de vários géneros; desde painéis de azulejos de aspecto bem português até aguarelas cheias de cor e irreverência.

Dedica-se assim ao artesanato, moldando e pintando as suas peças.

Embora com alguma tendência para um certo barroquismo também a abstracção está presente nas suas obras.

Faz também retratos a óleo e a carvão.

De todo o seu acervo, ressalta uma curiosa “roda da vida#, finalmente modelada e em que são representadas, num grande circulo de barro, as várias fases de uma vida humana desde a sua concepção até à aprendizagem da adolescência; no centro, o amor, rodeado de anjos, simbolizando a pureza.

A área em que se movimenta é, assim, vasta porque é grande a sua criação – varia porque criar é, para si, uma aventura. João Santos é um artista de que Alcobaça se deve orgulhar.

*

Chegam ao fim estes artigos sobre faiança feita em Alcobaça. Tentou-se apresentar uma rectrospectiva do que se produziu nesta região desde José dos Reis, em 1875.

Alcobaça afirma-se hoje como um dos mais importantes centros de indústria cerâmica do país. Impossível seria dar noticia do que se faz em centenas de fábricas deste concelho.

Assim, dos novos tempos, apresentamos algumas, poucas, tentando seguir um critério de qualidade.

Estamos certos que terminar este ciclo de artigos com o trabalho de João Santos é “fechar com chave de ouro”.

2006-09-05

rede de esgotos de Chiqueda

A rede de esgotos de Chiqueda encontra-se na fase C com adjudicação no valor de 124.015,60€+iva e fica a cargo da Asibel.
esperemos que, quando chegarem as contas de saneamento a nossas casas o valor não seja exurbitante, até porque, os custos são maiores do que há 5 anos atrás quando foi colocado sanemamento no resto da Lameira.
Nessa altura, os moradores de 6 casas da Portela não foram contemplados com estas obras. Agora, não me parece justo que vão pagar mais do que os seus vizinhos com casas a 100m destes.
Vamos ver! cá estaremos para informar!

o cemitério vai ser alargado

tive conhecimento que o cemitério que serve as duas freguesias de Aljubarrota vai ser alargado.
Para isso, foi comprado o terreno anexo com a área de 10.000m2 (que é composto por 4 parcelas), pelo valor de 35.000€.

Estátua ao Cavouqueiro

Uma das actividades económicas mais relevantes das nossas freguesias ( e até do concelho) é a que tem a ver com o trabalho da pedra, quer na extracção, quer na sua transformação.

Um Homem que já muito fez pela nossa terra, o empresário Luís da Graça, quis homenagear todos os homens que, durante os anos, tanto têm contribuído para o desenvolvimento desta actividade e, muito em particular, da nossa região, oferecendo esta estátua.

Não se sabe, ao certo, a data da sua inauguração uma vez que está em curso a requalificação da zona envolvente à estátua, mas, será, decerto, um dos eventos mais importantes não só para a Ataíja mas para todo o concelho de Alcobaça.

Abençoado empresário que nos oferece esta maravilha que, passará, decerto a ser mais uma atracção turística para as freguesias.

Logo que se conheça a data certa da inauguração e, porque me parece justo que a população esteja presente e grata ao gesto, iremos colocar a informação em : http://aljubarrotanossa.blogspot.com, neste blog e no jornal "o Alcoa"

Isenção de taxas

A isenção de taxas à reabilitação urbana pode alargar-se a Aljubarrota e a S. Martinho. Tudo parece estar dependente do reconhecimento dos centros históricos destas duas vilas pelos organismos descentralizados do estado que permita uma resolução por parte da câmara municipal de Alcobaça.

Casais de Santa Teresa

Esta localidade da freguesia de S. Vicente vinha a sofrer de graves rupturas de abastecimento de água na zona. Sendo um bem essencial á vida, a população, com garra e determinada a resolver o problema meteu mãos à obra e consegui-o através de um furo comunitário, que foi pago pela própria população.

Segundo apurámos na Cister fm, a junta afirmou que o furo já está a funcionar e, em breve aparecerão vários reservatórios

batalha de Aljubarrota foi importante na Madeira

O culto de Nª Srª da Assunção, em Portugal, é anterior à constituição da mesma nacionalidade. Todas as catedrais foram dedicadas a Nª Sr.ª da Assunção.

A Catedral do Funchal também é dedicada a esta santa

Após a batalha de Aljubarrota, a 14 de Agosto de 1385, intensificou-se este culto. Os fiéis tomaram Nossa Senhora da Assunção como Padroeira de Portugal, segundo comprova o Padre. António Soares de Albergaria em “Tropheos Lusitanos» em 1632, que intitulou “Senhora da Assumpçam Protectora do Reyno de Portugal”.

S. Vicente de Aljubarrota

No passado domingo dia 3 celebrou-se o dia em honra de S. Vicente, padroeiro da freguesia. a cerimónia religiosa circunscreveu-se a uma missa celebrada pelo reverendissimo padre Ramiro Portela.
Não posso deixar de comentar que era hábito haver uma festa em honra do padroeiro mas que, este ano, o nosso Santo não teve esta honra.
Não consigo entender o motivo! de ano para ano,esta festa foi perdendo qualidade e capacidade de atrair as gentes da terra (e os de fora, como acontece, por exemplo com as festas da Sra de Prazeres e com o S. João).
Fez falta ver passar a procissão!
é uma pena que as tradições se vão perdendo! não sei quais os motivos que levaram a população de S. Vicente a deixar de homenagear publicamente o seu padroeiro. Em tantas localidades que tem a freguesia, não havia nelas pessoas que pudessem manter viva esta tradição de Aljubarrota? É estranho!

é importante divulgar

4.9.06

Carta aberta aos oestinos

Caras/os Munícipes do Oeste Norte

É com a maior honra, consideração e respeito que tomo a liberdade de me dirigir a todos e, especialmente a si, que está a ler esta carta.

O assunto que me impele a este contacto escrito é o projecto de concentração e excelência hospitalar "Hospital Oeste Norte" (uma solução, cada vez mais, exigível e oportuna) que venho defendendo, conforme muitos conhecem, desde o ano 2002.

Parece que foi ontem, mas já lá vão 4 anos. A primeira data em que apostei para o seu arranque foi o ano de 2006, depois 2008 e agora 2010.

Então qual é problema para sucessivos adiantamentos de data? Acontece que a minha ideia, apesar de ser compreendida e, até, plausível, a nível da tutela do Ministério da Saúde, não conseguiu, a nível local, mais que a aprovação de uma moção favorável na Assembleia Municipal de Alcobaça, no dia 27 de Abril passado. Considero que foi um pequeno passo para um projecto mas pode ser um grande salto para a qualidade de vida e para acessibilidade aos cuidados de saúde de excelência para si e mais 249 999 pessoas.

O Oeste Norte é a Sub-região do país com menos camas hospitalares por mil habitantes. O Hospital que proponho pretende ser uma verdadeira solução alternativa aos actuais hospitais (Caldas da Rainha, Alcobaça e Peniche).

Concebemos uma unidade hospitalar moderna, equipada com alta tecnologia, muito diferenciada (nível III) tal como os hospitais de Santarém e Leiria, com menos camas (250) para servir todos os Oestinos e à distância (que hoje se volta a medir em tempo) máxima de 25 minutos.

Trata-se do maior investimento público no Oeste Norte (75 milhões de euros) e será uma alavanca de desenvolvimento regional e potenciadora da atracção de investimento turístico, tão ajustado ao desenvolvimento sustentável do Oeste, e, ainda, criará de cerca de 500 postos de trabalho no sector social (cuidados continuados) e, em empresas prestadoras de serviços locais.

Programado como Um Centro Integrado de Cuidados de Saúde em que os actuais hospitais (com a redefinição da sua missão) ficam integrados, em rede de cuidados, tal como os Centros de Saúde de cada um dos 7 concelhos abrangidos (Caldas da Rainha, Alcobaça, Peniche, Óbidos, Nazaré, Bombarral, Cadaval) tem, por isso, as condições exigíveis para nos garantir a pratica de cuidados de saúde de alta qualidade, desde a promoção da saúde até aos cuidados continuados, passando pelos cuidados de agudos.

Dirijo-me, especialmente a si, porque já perdemos tempo demais e preciso do seu apoio devido ao facto da maioria dos autarcas da nossa região não terem ainda percebido a urgência da sua tomada de posição e, ainda, o alcance, a importância, o interesse estratégico e a necessidade do Hospital Oeste Norte para a região e para a qualidade e tranquilidade da nossa vida quotidiana.

Está na hora de integrar este projecto nos programas operacionais do QREN (Quadro de Referência Estratégico Nacional). O Hospital Oeste Norte enquadra-se na tipologia das prioridades e das orientações estratégicas definidas nas três palavras-chave: concentração de meios; selectividade e sustentabilidade financeira.

Vêm aí 19 157 milhões de euros do IV Quadro Comunitário de Apoio (2007 / 2013). O valor previsto para o investimento nesta nova e moderna unidade hospitalar é inferior a 5 / 1000, ou seja, tão pequeno montante para um extraordinário benefício efectivo para si e para todos nós.

Desde que apresentei esta solução à tutela já foram colocados em linha de decisão mais de 14 Hospitais (sendo que 6 foram decididos na 1ª semana de mês corrente).

Assim, peço-lhe um pequeno e grande favor que junto dos vereadores da sua câmara e dos deputados municipais do seu concelho ajude a passar a mensagem das mais-valias resultantes da edificação do Hospital Oeste Norte, da oportunidade e urgência de se comprometerem com a defesa deste projecto inovador e criador do futuro, junto da tutela: Ministério da Saúde, antes que mais outros projectos hospitalares se antecipem. Acreditamos no ano 2010 como uma data de esperança e um desafio para si, munícipe Oestino. Manifeste o seu apoio da forma que entender. Contribua para o sucesso da Sub-região Oeste Norte. Há dois nomes de ilustres médicos caldenses que gostaria de ver inscritos em placas no interior deste hospital: Dr. Ernesto Moreira e Dr. Bandeira Duarte, como sinal de gratidão e reconhecimento do seu mérito.

Muito Obrigado. Boas Férias

Cumprimentos Cordiais
José Marques, Administrador Hospitalar
Deputado Municipal Independente
Via Tinta Fresca

2006-08-30

Aljubarrota em S. Bernardo

Fomos visitar a feira de S. Bernardo. deparámos com uma exposição sobre Alcobaça com fotos de todas as freguesias.
A ideia é óptima pois parece que, para além de pretender mostrar os bonitos monumentos que cá temos, pretende chamar a atenção do turismo para os bonitos monumentos que este concelho tem.
talvez por falta de fotos, não conseguimos vislumbrar as do Carvalhal de Aljubarrota que, segundo o Couceiro, tem uma das capelas mais antigas do país e um belo marco religioso.
Também foi dado pouco relevo à feira medieval de Aljubarrota que se pretende atrair cada vez mais visitantes.
Procurei a foto da estátua de D. Nuno e, decerto, procurei mal pois não a consegui encontrar.
O poço medieval da Ataíja de Baixo também não estava lá.
O belo parque de merendas da Cumeira de baixo também não foi referido.
O nosso concelho é rico em monumentos e pontos de atracção turistica e provavelmente não é fácil recordarmos de todos para colocar na exposição.
No entanto, e porque considero que posso dar um modesto contributo para a próxima exposição, aqui ficam as fotos dos monumentos e lugares que referi:

2006-08-29

No intuito de preservar a memória e divulgar a obra do nosso "mestre" João Santos, solicitamos a quem tenha fotos, recortes de jornal ou peças por si criadas o favor de nos contactar.
A nossa intenção é retratar o maior número possivel de peças por ele criadas para podermos fazer uma exposição e elaborar um livro sobre a sua vida e a sua obra.
Trata-se de uma homenagem que devemos ao Homem que tanto fez e tanto deu a esta terra que tanto amou e da qual nunca se quis separar.
poderão contactar através deste blog, do nosso email : luciaduarte_aljub@hotmail.com, na loja "artesanato de Aljubarrota", ou pelo tm 960290541.
Ajudem-nos a perpectuar a memória e a obra de João Santos.
Obrigado!

2006-08-28

ceia medieval 2006

Começa, desde já, por ser estranho que até ao dia da inauguração da feira não tenha existido, em Aljubarrota, nenhuma informação sobre a ceia.

Aparece, muito ao de leve, uma referência a este facto nos panfletos que se encontram em alguns estabelecimentos comerciais da zona, não contendo, no entanto qualquer informação concreta sobre a dita ceia.

Mas, tal como eu referi, o site da radio cister apareceu um outro prospecto que, nas freguesias, ninguém viu:

aqui já nos dão mais informação (mas nem todos têm acesso à net).

Agora sim- a câmara municipal está de parabéns!

Pois é verdade – seguiram á risca o que se passava em 1385:

- o povo era um instrumento de trabalho pois não se podia misturar com os grandes senhores (estamos a falar da nobreza e da burguesia, claro!).

Ao povo competia a tarefa de trabalhar, sempre sem fazer perguntas ou reivindicar algo (até porque os sindicatos e a liberdade de expressão apenas aparecem alguns séculos depois, em 1974).

- o bom repasto era apenas para a burguesia e para a nobreza.

Agora digam lá:- não é o que está a acontecer na ceia medieval? Claro que é!

Só os ricos e poderosos podem gastar 25€ num repasto (por muito bom que ele seja, e não podemos dizer que o não é!) quando se tem uma pensão mensal de 200€.

Então este repasto só pode ser direccionado para 3 classes:

- os nobres – aquela classe que trabalha em redor do rei e senhor e que, como convidados do rei nada têm a pagar

- os burgueses – que vivem de rendas e que podem gastar qualquer valor só para aparecer na corte (isto porque ainda não haviam colunas sociais nos jornais nem revistas cor-de-rosa na época medieval)

- os novos ricos – uma classe que surge na história e que vai proliferando, ao longo dos séculos (sendo a única que perdura até ao sec XXI) e que não se importam de dar 25 € por uma refeição, nem que tenham de ficar o resto do mês com as carteiras vazias.

Mas, até pensei que, com este valor tão elevado para uma simples ceia medieval (onde, se se tentar retractar fielmente a época, até temos de comer com as mãos e limpar a boca á roupa) teríamos o prazer de ver sentado no topo da mesa o descendente do rei de Portugal, D. Duarte Nuno. Pelos vistos não! Mas também não consigo imaginar quem terá a coragem de ocupar este lugar na mesa. Algum figurante, ou algum figurão?

Memórias:

Sabiam em 1984, no XXI festival Rtp da canção, a canção nº 8 era dedicada à padeira de Aljubarrota? Pois é com o titulo “a padeirinha de Aljubarrota”, interpretada pela Banda Trigo, musica de Ana Cid, J.F. Oliveira, J.P. Oliveira e Mário J. Silva, com letra de F. Amaral Gomes e J. Amaral Gomes.

Para os mais saudosos aqui fica a letra da canção:

“A távola redonda não é desta história
se procurares no fundo da tua memória
uma lenda divertida, uma lenda de encantar
uma simples padeirinha tem papel de super star
era linda a padeirinha de aljubarrota
que brincava divertida numa cambalhota
cada um à sua, cada um ao seu.
Mas que batalha campal que aconteceu
foi s. Jorge o padroeiro

Bate, bate padeirinha com o pé no chão
tens um fatinho real na utilização
vão chegar cinco cruzados muito valentões
que te vão dar uma noite cheia de emoções
com d. Nuno álvares pereira nos seus corações
a távola redonda não é desta história
se procurares no fundo da tua memória
uma lenda divertida, uma lenda de encantar
que nos protegeu

uma simples padeirinha tem papel de super star
era música quadrada como aljubarrota
cada riff da guitarra era uma derrota
cada musa do tambor nos moralizava
a atacar o inimigo que já demandava
era a linda Padeirinha que nos ajudava
a távola redonda não é desta história
se procurares no fundo da tua memória
uma lenda divertida, uma lenda de

encantar
uma simples Padeirinha tem papel de super star
era linda a Padeirinha de Aljubarrota
que brincava divertida numa cambalhota
foi s. Jorge o padroeiro que nos protegeu
mais provavelmente a pá que aconteceu
bate, bate Padeirinha com o pé no chão
tens um fatinho real na utilização
vão chegar cinco cruzados muito valentões

que te vão dar uma noite cheia de emoções
era linda a Padeirinha de Aljubarrota
que brincava divertida numa cambalhota”

Escolas primárias

Através de informação recolhida na carta escolar, viemos, com muita satisfação, a perceber que, na freguesia de Prazeres de Aljubarrota iriam ficar 2 centros escolares. É uma belíssima noticia para quem temia o fecho da escola de Aljubarrota – agora podem ficar descansados – esta escola não fecha!

Obras no salão de festas da Igreja de Prazeres

Foram efectuadas obras de recuperação do telhado deste salão, para isso, contribuem os valores apurados pela comissão de festas anterior e pelo apoio da junta de freguesia de Prazeres, na pessoa do seu presidente José Lourenço que, mais uma vez se colocou ao lado da população para ajudar nesta obra da igreja.

É, no entanto, com pesar, que percebemos que grande parte das telhas que se encontram partidas foram-no por actos de vandalismo e/ou por descuido de quem joga à bola no átrio da igreja de Prazeres. É uma pena! É que assim, de nada valem os esforços da população, da junta e da igreja que tentam manter este património em perfeitas condições. Aqui resta-nos avisar toda a população que É PROIBIDO JOGAR À BOLA NO ATRIO DA IGREJA!

Por favor, é do interesse de todos manter esta vila em bom estado de conservação e mais ainda os monumentos e os espaços anexos.

Estalagem do Cruzeiro

Esta parece ser uma luta antiga sem resolução à vista. Mais um verão se vai passar sem que a população de Aljubarrota e as demais gentes do concelho possam usufruir desta estalagem que é património do Estado. Sendo Aljubarrota uma terra histórica, não poderia este edifício com todas as condições que tem , servir para incentivar o turismo e dar trabalho a tanta gente?

Porque havendo uma bela piscina, campo de futebol, belo jardim, etc. não podem os alcobacenses usufruir delas tendo de optar por irem para S. Pedro ou para S. Martinho? E só se ouve o povo perguntar - Bolas, porque é que não se faz nada?

S. João de Aljubarrota

Nos dias 24 e 25 junho a localidade de Olheiros em Aljubarrota realizou a festa anual em honra de S. João Baptista.
convém contar um pouco sobre a história deste santo:

João é filho de Zacarias que, por causa de sua pouca fé, tornou-se mudo, e de Isabel, aquela que era estéril. O nascimento de João Batista anuncia a chegada dos tempos messiânicos, nos quais a esterilidade se tornará fecundidade e o mutismo, exuberância profética.

O evangelho lhe dá o cognome de."Batista", porque ele anuncia um novo rito de ablução (Mt 3,13-17), na qual o batizado não imerge sozinho na água, como nos ritos e nos batismos judaicos, mas recebe a água das mãos de um ministro. João pretendia mostrar assim que o homem não se pode purificar sozinho, mas que toda santidade vem de Deus.

João Batista é também lembrado como um homem de grande mortificação. Talvez tenha ele sido iniciado esta disciplina nas comunidades religiosas do deserto. Mas a tradição lembra, sobretudo seu caráter profético. Ele é profeta por um duplo titulo. Antes de tudo é profeta no sentido em que essa palavra era entendida no Antigo Testamento; aliás, João é o maior dos profetas de Israel, porque pôde apontar o objeto de suas profecias (Mt 11,7-15; Jo 1,19­28). Para realçar essa pertença de João à grande descendência dos profetas do Antigo Testamento, Lucas nos narra seu nascimento, permitindo ver através dele o perfil das grandes vocações dos antigos profetas.

Mas o profeta não é apenas o anunciador do futuro messiânico; é essencialmente o portador da palavra de Deus e a testemunha da presença dessa Palavra criadora no mundo novo.

Ele aponta para os futuros discípulos de Cristo a quem esses deveriam seguir. Mostra o Cordeiro e orienta que o sigam.

Assim, Aljubarrota, mantendo a tradição, todos os anos, realiza a festa em sua homenagem e, este ano, com uma alegria redobrada: a capela em honra deste santo e que esteve, durante muitos anos, a necessitar de obras de restauro (e que só poderiam ser efectuadas com a intervenção e supervisão do Ippar por se tratar de um monumento de interesse nacional - é uma das mais antigas capelas conhecidas em Portugal)estava finalmente restaurada e linda como todos os crentes gostam de ver.

efectivamente, com grande esforço da população, da junta de freguesia de S. Vicente, e de outros organismos estatais, foi possivel ter linda e funcional esta capela.

era bom, no entanto, que, pelo menos uma vez por mês, se celebrasse uma missa em tão linda capela. Aliás, seria uma pena que, esta capela que agora tem toda a segurança e está um primor, servisse apenas para os dias da festa de Junho.

a imagem do santo, da qual já nem se sabe a que data remonta, foi restaurada com muito bom gosto e muito profissionalismo - parabéns ao artista José Silva (mais conhecido por Zé Transito) que efectou o restauro.

os andores que sairam à rua também estavam lindos, muito bem decorados - era um regalo para os nossos olhos.

a decoração floral da capela também fazia denotar a mão de uma artista - foi a "florista Mena".

os arranjos florais foram encomendas feitas por fieis que, durante o ano ,foram fazendo promessas aos santos.

Cães a conspurcar

Continuamos a assistir à falta de civismo de certas pessoas que continuam a abrir as portas aos seus cãezinhos para fazerem as suas necessidades em via pública. Ora é degradante ver que, as duas juntas de freguesia têm o cuidado de tentar manter as ruas e os espaços verdes limpos. Todos os dias as ruas são limpas pelos funcionários das juntas.

Ora parece que o mínimo a esperar é que as pessoas respeitem o trabalho e o esforço destes homens e mulheres não enviando os cães para as ruas para fazerem o que não querem limpar nas suas casas ou quintais. Não me parece muito justo pois não? É que os espaços relvados são óptimos para as crianças brincarem e estas não podem brincar com medo de trazerem presentes indesejáveis agarrados ás suas roupas.

É uma questão de saúde pública e de civismo!

A rotunda de D. Nuno

Oh meus senhores e minhas senhoras, se há coisa que está muito bem sinalizada é a rotunda, quer para quem vem de norte ou de sul – mas será possível que não a vejam e estejam sempre a tentar passar-lhe por cima? Vamos ter mais cautela a conduzir. D. Nuno está lá para nos guardar das invasões castelhanas e não dos condutores descuidados!

Uma nota muito positiva para as juntas de freguesia

Uma nota muito positiva para as juntas de freguesia

Tem sido notório o esforço de ambos os presidentes de junta em preservar a limpeza das freguesias. Dificilmente poderemos dizer o mesmo de outras localidades deste país, mas aqui é assim!

Por isso temos de reconhecer o esforço destas equipas nesse sentido. Talvez seja pena que algumas pessoas não pensem como eu e continuem a deitar lixo para o chão, a não terem cuidado de deixar os sanitários públicos no estado em que o encontraram e outros que continuem a mandar os seus animais fazer as necessidades no meio da rua. Isto já nem é falta de civismo, é mesmo desrespeito pelos que gostam de viver numa vila limpa. Esperamos que, depois de tantas chamadas de atenção, as pessoas comecem a pensar se actuariam da mesma forma dentro das suas casas. Será?

Junta de freguesia de Prazeres

Ao passar pela Boavista apreciei uma situação algo caricata. Recordando que esta é uma localidade dividida em duas freguesias: a de Prazeres e a da Maiorga, fiquei satisfeita por ver que, a parte administrada pela junta de Prazeres se destaca da outra – são ruas limpas, ervas daninhas queimadas e retiradas e uma estrada muito bem pavimentada. Peço desculpa à junta da Maiorga, até porque não se deve meter a foice em seara alheia, mas não seria possível fazer um esforço para não se notar tanto a diferença dentro duma mesma localidade?

Umas dicas para os turistas

As freguesias de Aljubarrota têm diversos motivos de interesse a visitar.

Não podendo descrever todos de uma só vez, vamos indicando o que podem e devem visitar porque é um património que vai contando a nossa história.

Para quem vem de Alcobaça, em direcção a Fátima ou Leiria poderá passar pelo Carvalhal e conhecer a bonita capela que lá se encontra, os lavadouros, a entrada das grutas, etc.

Se estiver numa hora de refeição poderá fazê-lo no parque das merendas de Prazeres que se encontra à beira da estrada nacional 8 com água e sanitários e boas mesas e bancos à sombra de frondosas árvores. Um pouco mais à frente, vai deparar-se com a belíssima estátua dedicada a D. Nuno Álvares Pereira, bem ao centro da rotunda da vila; dentro desta, encontra a fabulosa e lindíssima igreja de Nª de Prazeres e mesmo junto a esta uma agradável jardim (jardim Eugénio dos Santos).

Poderá, ainda visitar o comércio local (que se orgulha de ser, ainda, tradicional) e adquirir lembranças da zona e aproveitar para admirar a janela manuelina que existe na Rua direita. Ao centro da vila poderá encontrar um maravilhoso pelourinho, a torre sineira e a capela do senhor dos Passos. Mais junto à nacional encontram a estátua da padeira.

Seguindo a Rua direita vai de encontro à igreja de S. Vicente que, para além de bonita, também está sempre muito bem cuidada (aliás como as outras que vos indiquei).

Retomando a estrada nacional 8, mas ainda dentro de Aljubarrota encontra o cruzeiro ed S. João e mesmo por detrás deste, umas das capelas mais antigas do país, agora recuperada e de uma beleza natural indescritível – a capela de S. João.

Se, entretanto, já estiverem cansados, com fome e coma as crianças a precisar de descarregar energias, parem no parque de merendas da Cumeira de Baixo que é um local reconfortante. Parque de diversões para crianças, lavadouro recuperado, água fresquinha, mesas e cadeiras sombreadas pelas árvores e ladeadas por bonitas plantas, sanitários (sempre bem limpinhos) e até um parque para estacionar a viatura.

Como podem ver, temos muitos motivos para nos orgulhar e recomendar Aljubarrota. Não acham?

Aljubarrota de novo de luto

Neste pequeno paraíso que são as nossas duas freguesias, temos assistido, com muito pesar, à partida de vários filhos e filhas da terra, que, de um modo ou de outro, tanto foram fazendo em prol da nossa pequena comunidade.

Todos nos deixam saudades e um vazio enorme mas fica a certeza que Deus os chamou para serem felizes junto Dele.

Também bem próximo de Aljubarrota viveu o Grande Artista João Santos, o “ti João”, como eu lhe costumava chamar.

Foi um homem que nunca se negou sempre que o chamavam para eventos culturais, onde ele sentisse que podia ser útil. Assim foi na Lameira, no Carvalhal de Aljubarrota e nos festejos da batalha de Aljubarrota em 2005.

Infelizmente, não podemos contar com a sua presença física nas comemorações do 14 de Agosto de 2006, mas, temos a certeza que, lá no Alto, onde ele estiver nos vai dando forças para não desistirmos da arte.

Infelizmente nem as juntas de freguesia, nem a câmara municipal se lembraram de colocar numa barraca uma homenagem a este Homem que tanto deu ao concelho. Mas ele não ficou esquecido! na barraca da olaria da JMF, dois amigos recordaram-no com ternura - afinal, ele esteve lá!

As suas obras, essas perdurarão para sempre e a elas vai ficar ligado aquele grande coração e o ar brincalhão que o caracterizavam.

Acho que era assim que ele gostaria que o recordássemos – pela sua dedicação e amor à arte!

Outra figura esquecida (não é de admirar pois ainda em vida já era ignorada por muitos!) foi o Dr. José Casimiro, historiador, amante e defensor de Aljubarrota e sobrinho do saudoso padre Casimiro.

Muito deu, este Homem, a Aljubarrota que depressa o esqueceu - mas a vida é assim, e a ingratidão humana também!

Mas as vossas obras e o vosso sorriso perdurarão no meu coração e sempre que estiver ao meu alcance, tudo farei para que não sejam esquecidos!

Inauguração do posto de atendimento dos Ctt em Aljubarrota 20 Maio 2008

Homenagem a Luis da Graça

Inauguração da estátua do cabouqueiro