2008-10-02

A animação de volta à vila

Esta nossa vila vai voltar a ter animação, desta vez com as tasquinhas.
Nos dias 7, 8 e 9 de Novembro vamos poder deliciarmo-nos com os petiscos que a Associação Brites de Almeida, o grupo de escuteiros, a associação de pais, a associação de caçadores, a misericórdia, uma associação da freguesia de Prazeres e uma da freguesia de S. Vicente nos querem brindar.
A iniciativa é de louvar pois há que dar vida à vila aproveitando o que de bom por cá temos.
Comecem a marcar nas vossas agendas – Aljubarrota volta a estar em festa!
E, como o segredo é a alma do negócio, numa próxima edição desvendaremos o segredo da animação – mas garanto, desde já, que vai valer a pena!

Chiqueda – Bairro dos pobres

Também já vos truxemos o tema na edição anterior.
Foi com imensa satisfação que com esse nosso alerta conseguimos chamar a atenção para um problema que é, não só de justiça social mas também um problema grave de saúde pública.
Contactada a junta de freguesia de Prazeres a quem explicámos a situação, prontamente se dirigiu ao local, na pessoa do seu presidente José Lourenço que, desde então, não tem poupado esforços no sentido de resolver a questão.
Os funcionários da junta deram logo inicio a uma operação de limpeza do local e ficou já prometido a ligação à rede pública de saneamento.
Afinal, a politica ainda conta com gente bem humana e sensivel ao bem estar, quer de ricos, quer de pobres.
Relevo para a prontidão e disponibilidade do presidente de junta e da assembleia de freguesia

Moleanos

A Assembleia de freguesia de Prazeres aprovou a proposta apresentada pela junta no que respeita ao aluguer de um terreno baldio para estaleiro de blocos no Sitio da Varja.

Ainda na mesma assembleia assistimos à aprovação da cedência de um caminho (raramente utilizado há imenso tempo) à empresa Mármores Vigário.
Este caminho que fica entre as pedreiras e que está em zona de RAN tem 100m x 2,5 m.
Em troca, a junta de freguesia recebe um terreno com 1000m2 localixado em frente ao salão paroquial dos Moleanos.
Esta troca cuja vantagem mostra que a junta de freguesia tem uma visão de futuro. Moleanos saem beneficiados no negócio, até porque, se prevê um parque verde para o espaço obtido na transacção e pode até vir a nascer, no futuro, uma ligação ao IC2.
Não é só um bom negócio mas uma boa forma de dar mais um passo em beneficio do local e, consequentemente, da freguesia.

Vindimas

O bom tempo ajudou à colheita das uvas nas nossas freguesias.
Embora a produção tenha sido menor em consequência das chuvadas de Maio, o facto é que a qualidade superou as expectativas.
Vamos ter pouca quantidade? Sim mas…. Vamos ter uma excelente qualidade!

2008-09-15

Lembram-se deles?

Ah pois é.... Quando são bons profissionais e pretendem divulgar o que de bom se faz em prol das nossas origens, a Câmara de Alcobaça dá-lhes "um pontapé na bunda"

Que pena esta falta de visão da parte de quem pretende divulgar "a Cultura"

2008-09-02

Associação Brites de Almeida agradecimento

A direcção desta colectividade agradece a todos os que, directa ou indirectamente, ajudaram e contribuiram para o grande sucesso que foi a participação na feira medieval de Aljubarrota 2008.

Inauguração do furo dos Casais de Santa teresa

Já vos tinha dado conta do esforço pessoal e financeiro que o povo dos Casais de Santa Teresa fez em prol da sua terra, da freguesia e mesmo do concelho.

Estou a falar do furo que foi inaugurado em Agosto, benzido pelo reverendissimo padre Ramiro Portela perante todo o povo que ali se deslocou para o efeito, o presidente de junta de S. Vicente, Amilcar Raimundo, e o vice-presidente de Câmara Carlos Bonifácio e que proveio da necessidade sentida pela população, em especial, por causa do gado, uma vez que havia gente que tinha de ir buscar água a Porto de Mós.

No discurso de inauguração, Carlos Bonifácio aludiu à importância da preservação deste bem essencial , o único que, segundo ele, é o único sem o qual o homem não sobrevive.

Foi boa esta chamada de atenção, até porque poucos parecem ter consciência do perigo que corremos quando desperdiçamos água ou, simplesmente, a ignoramos e atacamos , muitas vezes em nome das grandes obras de “interesse nacional”.

Amilcar Raimundo deu relevo ao esforço do povo dos Casais mostrando que cuidar da freguesia passa, também, pela ajuda popular.

Disse-nos, ainda, que este é um dos melhores investimentos dos Casais de Santa Teresa.

O furo tem um vazio de 80m e uma profundidade de 216m

À inauguração seguiu-se uma festa-convivio com almoço e com a presença sempre agradável do rancho folclórico dos Casais de Sta Teresa.

No inicio da inauguração tivemos acesso à lista de contribuições e despesas da obra (dados que não incluem os valores apurados durante o almoço, nem os donativos posteriores a 10 de Agosto):

Despesas:

Furo e acessórios: 22 091.00€

Madiver – ferro: 912 .53€

Serralharia Fiel cimento: 203.27€

Olisbetão manilhas e grua: 826.80€

Mangueira e braçadeira: 31.15€

Areia, brita e tijolo: 292.68€

Serviços de pedreiros e outros: 3292€

Total: 27 649.43€

Também nos foi dado a conhecer que a obra estava legalizada e que a junta contribuiu com apoio logistico e administrativo , muito em especial a nivel de taxas e licenças.

2008-08-16

noticias, fotos e videos da feira medieval

poderão encontrar mais informação, fotos e videos nos seguintes endereços:

http://sic.aeiou.pt/online/noticias/cartaz/20080814Aljubarrota+regressa+a+Idade+Media.htm

http://www.tintafresca.net/News/newsdetail.aspx?news=a447cf0a-a773-49c5-bd2d-a88378b96577&edition=94

http://www.cister.fm/ - arquivo -foto reportagem

2008-08-15

as primeiras fotos da feira medieval 2008


2008-08-14

Nem os simbolos do WC escapam?

Os actos de vandalismo e os assaltos parecem não ter fim em Aljubarrota.
Terra pacata e onde se tenta preservar os espaços comuns mas onde, infelizmente, não se consegue acabar com estas acções de pura maldade.
Ontem detectei que até os simbolos dos sanitários públicos tinham sido arrancados (até as buchas que os agarravam à parede foram arrancados).
Para quê?
Para vender ao kilo num ferro-velho menos honesto?
Para colocar em casa própria para, em dias em que se tem um copo a mais, conseguir acader ao WC?
Isto é ridiculo e uma demonstração de pura maldade!

2008-08-12

MEDIEVAL EM ALJUBARROTA


14 . AGOSTO, Quinta-feira
18h00 - Abertura Solene da Feira com Guarda de Honra e Parada Real com os peões e homens de armasActividades lúdicas - Ensino de Xadrez, Largo da Padeira
18h30 - Homenagem a Brites de Almeida e D. Nuno Álvares Pereira com deposição de Coroa de Flores junto das respectivas estátuas
22h00 - Torneio a Pé com Espectáculo de Fogo (entrada €3), Rua dos Pelomens
24h00 - Fechar da Feira com Guarda de Honra
15 . AGOSTO, Sexta-feira - Feriado
14h00 - Abertura da Feira com Guarda de HonraI Torneio Aberto de Xadrez Medieval15h00 - Solenidade da Assunção de N.ª Senhora com Eucaristia e Procissão
22h00 - Torneio a Cavalo (entrada €3), Rua dos Pelomens
24h00 - Fechar da Feira com Guarda de Honra
16 . AGOSTO, Sábado
14h00 - Abertura da Feira com Guarda de HonraActividades lúdicas - Ensino de Xadrez, Largo da Padeira
20h00 - CEIA MEDIEVALcom comentário sobre a Alimentação na Idade Média (inscrição €25, tel. 262580810 até dia 14 /08),Sala Nobre da Paróquia de Aljubarrota22h00 - Demonstração de Tácticas de Combate na Batalha de Aljubarrota, Rua dos Pelomens
24h00 - Encerramento com Guarda de Honra
17 . AGOSTO, Domingo
14h00 - Abertura da Feira com Guarda de HonraActividades lúdicas - Ensino de Xadrez, Largo da Padeira
17h00 - Apanhar o Leitão Untado (a confirmar)
18h30 - Encenação de Casamento Medieval, Igreja de N. Sra. de Prazeres
21h00 - Concerto de Música Medieval (a confirmar), Igreja N. Sra. Prazeres
23h00 - Fechar da Feira com Guarda de Honra
ENTRADA LIVRE // PROGRAMA SUJEITO A ALTERAÇÕES

2008-07-24

Casais de Santa Teresa

No dia 10 de Agosto, pelas 13 horas, irá ser inaugurado o furo dos Casais de Santa Teresa, com descerramento de placa pelas entidades oficiais.

Segue-se um almoço-convívio com vista a angariar fundos que permitam terminar a obra.

E mais uma vez, o povo de Casais de Santa Teresa vai contribuir para mais uma obra que beneficia a população da freguesia de S. Vicente de Aljubarrota.

Mas talvez a obra pudesse ser concluida mais cedo e sem sacrificios para a população se a câmara de Alcobaça, ao invés de esbanjar cerca de 450 mil euros em magias e malabarismos, tivesse distribuido esta verba pelas freguesias do concelho.

È assim, uns esbanjam e os outros que se estiquem.

Mas, pessoal, vamos dar o nosso contributo aos Casais de Santa Teresa e aplaudir o seu rancho que irá actuar pelas 15h30m.

Associação Brites de Almeida: de parabéns!

Mais uma grande festa-convívio numa das colectividades de Aljubarrota.

Um belo jogo de futebol, entrsolteiros e casados, onde reinou a boa disposição e o espirito de camaradagem e que terminou com um empate a duas bolas.

Seguiu-se o almoço que contou com a participação de cerca de 200 pessoas.

Foi grande o esforço destes homens e mulheres que vão trabalhando, a titulo gracioso, em prol da comunidade.

Mais uma vez, notamos que é uma luta de quem trabalha sem qualquer interesse que não o de bem servir a cultura e o desporto e incentivar o convívio em Aljubarrota.

Mais uma vez não puderam contar com o apoio da Câmara municipal.

E porque as verdades têm de ser ditas, a câmara nada tem feito para ajudar Aljubarrota na sua promoção (retirando, claro a feira medieval que vai tentar fazer esquecer os outros 361 dias do ano).

Desta vez, acabou por fazer bem pior : a festa era para ter sido efectuada cerca de duas semanas antes desta data. Teve de ser alterada porque a câmara só poderia ceder a tenda de eventos para o dia 20.

De um modo muito calmo, a direcção da colectividade marcou a festa-convivio para a data em que a câmara marcou para a cedência desta tenda.

Mas querem saber que mais?

Pois é, mais uma vez a Câmara não cumpriu com o que prometera e, à última da hora, negou-se ao empréstimo.

O esforço destes homens e mulheres teve de ser dobrado: horas sem descanso, compromissos a cumprir e uma devoção imensa à colectividade.

Ah pois é, esta a a grande contribuição do pelouro da “cultura” para o desenvolvimento das colectividades de Aljubarrota (e provavelmente das outras freguesias), ou seja, NENHUMA!

Agradecimento

A direcção da Associação Brites de Almeida agradece a todos quantos participaram e colaboraram na festa-convívio de solteiros e casados e apela a todos que participem também, com o mesmo empenho e a mesma alegria no evento medieval de 14 a 17 de Agosto

Feira medieval

Mais uma grande festa medieval em Aljubarrota.

A população está muito empenhada em continuar a divulgar a sua terra.

A sua história, os mitos e a própria geografia permitem fazer do evento um dos melhores do país.

Muita animação, tendas com produtos medievais, artesãos de diversas áreas a trabalhar ao vivo e deliciosos manjares são os produtos que Aljubarrota oferece a quem a visita entre os dias 14 e 17 de Agosto.

Não perca, junte-se a nós e teremos uma verdadeira festa!

2008-06-19

UMA APOSTA NO TURISMO E A IMPORTÂNCIA DO CELEIRO PARA ALJUBARROTA



Aljubarrota

Finalmente Aljubarrota tem um posto de turismo a funcionar (embora a titulo experimental e apenas durante a semana).

Foi inaugurado no dia 18 de Junho e conta com uma estagiária da área do turismo para as visitas guiadas.

Francamente, acho que ainda se poderia fazer mais pois há gente que gostaria de visitar os nossos monumentos e conhecer a história durante os fins-de-semana.

Mas este já é um excelente passo para a divulgação do nosso património histórico e cultural e um belo serviço que as juntas prestam, não só aos turistas que nos visitam, como até às escolas e aos próprios habitantes da região.

A preocupação das juntas em divulgar tudo o que temos de bom é também uma forma de incentivar o comércio e de tentar trazer novos investimentos para a vila.

Com o ínicio das obras de requalificação (que foram prometidas, no máximo até 2013 pelo vereador Bonifácio, a quando da inauguração do posto de atendimento dos Ctt) e a vontade demonstrada pelas juntas e por alguns habitantes em fazer prosperar Aljubarrota, acredito, sinceramente, que os objectivos irão ser cumpridos.

O que é que Aljubarrota tem para “vender”? -. A sua cultura, a sua história e as suas lendas!

É a aposta no turismo que deve prevalecer e, para isso, a manutenção e preservação de edificios históricos tem de ser tida como uma prioridade.

Quantas vilas têm a honra de ter a igreja (outrora capela) onde D. Nuno rezou antes da batalha? E uma janela manuelina? E poços medievais? E uma igreja que outrora foi hospital das terras de Cister? E um pelourinho massacrado pelos gritos dos prisioneiros? E…. muito muito em especial: o CELEIRO QUE SERVIU PARA DAR DE COMER ÀS TROPAS DE D. NUNO?

Então, seria bom pensar que este edíficio deveria estar na mão de quem lhe pode dar a dignidade que a sua história já lhe atribuiu : as juntas de freguesia de Prazeres e S. Vicente.

Seria importante que serviços como: biblioteca, posto de turismo, sala de exposições e até museu pudessem ser instalados neste histórico edificio, outrora tão importante para a conquista da nossa independência.

Era importante que os particulares sentissem a importância deste edificio para o bem comum e para o grande impulso que daria (estando na mão das juntas que afinal são quem nos representa) a sua utilização para atrair os turistas e desenvolver o comércio da vila.

Aljubarrota precisa crescer, precisa de incentivos, precisa de jovens e….precisa de todos nós!

ALERTA AOS ALCOBACENSES

é preciso qu os alcobacenses saibam exactamente o que se passa no concelho. Começa a ser gritante o disparate que este elenco camarário vai fazendo de cada vez que se lembra de tomar uma medida.
governação egocêntrica, prepotente e quase virtual que vai levando a uma desertificação do concelho.
Desta vez (e talvez para fazer face às despesas com mágicos, com compras de terrenos para oferecer ao Estado, com campos de golfe, etc, ) foi decidido aumentar as tarifas de água e diminuir os escalões de consumo.
O pobre que pague os gastos de telemóvel do senhor presidente e as sonecas nas viagens até Lisboa.
No registo pessoal do vereador Rogério Raimundo:
"que retomam o escalão único que existia para “Instituições e agremiações privadas de beneficiência, culturais, desportivas e de interesse público e Juntas de Freguesia) que era de …0,495€

para colectividades, IPSS, juntas de freguesia
e passa a ser de 0,6664€ + 34,6%".
a tarifa fixa nova (de 3,5€ domésticos e 4,8€ de não-domésticos)???

Depois esta taxa nova não devia de ir1ºà A. Municipal antes de ser implementada???
Vereador Vinagre diz que já está confirmado que não é preciso!!

Voltando a 19.5.2008 e com o que aprovaram hoje…
Doméstico Aprovaram 4 escalões:
0/5 m3 …0,4225€
5/15 m3 …0,9837€
15/25 m3 …1,3327€
+ de 25 m3 …2,0347€


em vez dos 3 existentes (0/10…0,402€ + 0/30…0,701….+ 0/+ de 30…1,732€)

Havia o Industrial, comercial e agrícola que fica agora nos 2 escalões novos: “não-domésticos”
0/10 m3 …1,3327€
+ de 10 m3 …2,0347€
até Maio de 2007 eram 2 escalões:
0/25 m3 …1,010€
+ de 25 m3 …1,732€) Estes escalões contemplavam as Ligações Provisórias de água…"
Convém informar que estas tarifas APROVADAS NA REUNIÃO DE DIA 16 DE JUNHO vão ser aplicadas desde 1 DE JUNHO.
Duvido muito que seja legal a aplicação da medida com efeitos retroactivos e sem o aviso público da alteração de tarifas.
Se a moda pega, vamos começar a ter leis a serem aprovadas em 2008 e com efeitos a partir de 2007.
Mas parece que não sou só eu a ter essas dúvidas.
também o vereador Rogério Raimundo levantou a questão em sessão de câmara, colocando em dúvida a legalidade e alertando para os problemas sociais efinanceiros das familias alcobacenses.
César Santos, líder a bancada socialista da Assembleia Municipal também contestou veementemente "...os escandalosos aumentos das tarifas da água" e alertou para o facto de, contrariamente ao espírito da lei, se ter acabado com a taxa sobre o aluguer dos contadores mas se ter introduzido uma nova tarifa de 3.5€
Caros alcobacenses
Não estará na altura de abrirem os olhos em relação a esta administração concelhia?
Ainda não perceberam que para se gastar no superfluo se agrava o necessário?
Será que o nosso presidente gosta tanto do mau cheiro que nos vai privar de podermos tomar o nosso banho, ou teremos de voltar a recorrer às antigas fontes de abastecimento?
talvez na bica da ala norte do mosteiro? pelo menos já teriamos banheira e tudo!....
LD

2008-06-14

BUZINÃO EM ALCOBAÇA

BUZINÃO
CONTRA O AUMENTO DOS COMBUSTÍVEIS
E DO CUSTO DE VIDA
Alcobaça. 17 . Junho

Partida às 17.30 h
(Rotunda da Câmara)

Iniciativa do Movimento de Utentes dos Serviços Públicos

2008-05-28

Inauguração da estátua em honra do cabouqueiro

Seguida da homenagem a Luis da graça, foi inaugurada a estátua em honra dos nobres e sofridos trabalhadores da pedra, a qual foi oferecida pelo próprio “Ti Luis”, como muitos, carinhosamente o chamam.

Da autoria de Armando Martinez esta robusta e imponente estátua tem todas as caracteristicas do homem que, durante séculos tem manuseado tão nobre e tão dura matéria-prima.

A oferta deste monumento foi “apenas” mais uma dádiva do Grande Homem que tem sido este jovem empresário de apenas 77 anos para com a sua terra natal.

A estátua acaba por mostar um pouco do carácter de todos os que t~em trabalhado a pedra e que, ao olharmos bem para Luis da graça, podemos ver esses traços: força, robustez, esforço, dor, trabalho, calos e... muito amor no olhar. Sim, foi essa a imagem que tivemos enquanto o olhámos nos olhos enquanto ajudava a descerrar a placa da inauguração da estátua.

Mas não só o olhar deste homem que nos sensibilizou. O olhar da sua esposa que, em vez de olhar para a estátua, olhava para o seu marido, com aquele olhar que só uma grande companheira tem. Ah, é decerto uma grande companheira esta jovem e simpática senhora, em cujos belissimos olhos azuis teimavam em aparecer lágrimas de orgulho e felicidade.

E graças a este homem e ao apoio desta sua familia, Ataija, Alcobaça – Não! O próprio país tem a alegria e o orgulho de ter grandes obras de beneficencia e uma belissima estátua que conta parte da nossa história.

E quem melhor que o Dr luis Rosa para descrever este episódio? Ficamos com as suas palavras:

“... Quando Luis da Graça fez construir uma estátua descomunal, epopeica, pumjante de solidez e força, a que o escultor Armando Martinez deu forma, no sítio emblemático junto do antigo lagar dos frades, no local que foi da Lagoa ruiva, este acto consagrou a saga de todas as gerações de homens que arriscaram a ousadia de ir buscar às entranhas da terra os grandes blocos de pedra que espalharam pelo mundo todo,pela via da exportação, a matéria-prima de que se torna obra feita, arte, cultura, construção e mérito.”

Lúcia Duarte

Homenagem merecida a Luis da Graça

No passado dia 25 , Alcobaça homenageou um grande Homem e um grande Cidadão. È com orgulho que fizemos parte dos que estiveram presentes na homenagem a Luis da Graça, um filho de S. Vicente de Aljubarrota, melhor dizendo, um filho de Alcobaça e um verdadeiro cidadão de Portugal.

Dificil será enumerar tudo o que este homem tem feito em prol do próximo. Aproveitamos para o fazer através das palavras proferidas pelo Provedor da Misericórdia de Aljubarrota (umas das instituições que apoiou e incentivou):

Para o descrever o provedor da M.A. usou os termos: simples, humide, honesto, trabalhador, generoso, de palavra, de carácter, enfim, um homem com quem se pode falar e com quem se pode contar e uma pessoa sempre pronta a ajudar.

Salientou, ainda, o sentimento de admiração e agradecimento com que todos falavam quando se referiam a este Homem, face ao contributo humano, civico e cristão de Luis da Graça perante a fam~ilia e a comunidade.

Também só assim se compreende que tenham estado mais de 3000 pessoas a prestar-lhe homenagem e a participar no que se tornou a grande festa “familiar” a que assistimos e participámos na Ataíja.

Finalmente, alguém é homenageado em vida e reconhecido pelo seu valor e contributo por tantas entidades oficiais e anónimas.

De entre outras, salientamos a presença activa e agradecida dodas seguintes entidades:

  • Presidentes de das câmaras municipais de Alcobaça e Porto de Mós,
  • Presidente da Assembleia municipal de Alcobaça
  • Presidentes de juntas de S. Vicente de Aljubarrota, Prazeres de Aljubarrota, , Bárrio, Benedita, Coz, Vimeiro, Maiorga, Évora, Juncal, Pedreiras, Alcanede, Mira d’Aire e Minde
  • Representantes dos Governos civis de Santarém e Leiria
  • Representante da protecção civil de Leiria
  • Representante da liga de bombeiros portugueses
  • Comandantes e representantes dos bombeiros e misericórdias a quem foram dados veiculos e apoios (Aljubarrota, alcobaça e Alcanede) pelo homenageado
  • Vereadores da Cma : Bonifácio, Vinagre e Alcina
  • Padre Ramiro Portela
  • Dr. Luis Rosa
  • Armando Martinez e colaboradores

Contribuiram também para esta grande e merecida homenagem a fanfarra dos Bombeiros de Alcobaça, os ranchos folclóricos de Moleanos e sta Tereza, Grupo de dança Vibração (Moleanos), Banda de Música de Alcanede e a bandinha de Alcanede.

Este Grande Homem contribyuiu com mais de uma dezena de viaturas para os bombeiros e para as misericórdias. Bem mereceu o Busto que foi heregido em sua honra e que foi benzido pelo nosso sempre disponivel Padre Ramiro.

A obra (que tem uma força de expressão forte e bem estrutura, esteva cargo do belissimo escultor espanhol armando Marinez, um homem que, para além de um excelente artista, é a imagem da simpatia e da simplicidade.

2008-05-23

Este gesto é digno de louvar!

Nesta edição começo por vos contar uma coisa que me deixou muito satisfeita, como cidadã e com sócia da associação Brittes de Almeida.

Um sócio e amigo da colectividade, de nome Arnaldo Ferreira, doou a esta associação uma mesa para a prática de ténis de mesa. Só por si o gesto desinteressado deste amigo de Aljubarrota já deveria ser motivo para a nossa gratidão mas, a intenção com que o fez deveria fazer-nos pensar.

Com mais um equipamento para a prática desportiva, numa colectividade que tem por objectivo incentivar e promover o desporto e a cultura, os jovens passam a ter mais um motivo de interesse e a colectividade é, ao mesmo tempo, ajudada.

Ah como eu gostava de ver mais gente a ter gestos tao nobres e desinteressados como os deste jovem....

Ainda o posto de atendimento dos Ctt em Aljubarrota


Como colaboradora deste jornal e como cidadã, gosto muito de cumprir as promessas que faço. Assim, e porque vos prometi fotos da inauguração deste serviço de utilidade pública, aqui vos deixo com estas:


Devo ainda realçar a presença espiritual do padre Ramiro que benzeu o espaço e os presentes no evento. Presença ainda, entre outras, do vice-presidente de câmara Carlos Bonifácio em representação do presidente, ausente por motivos de trabalho.


Dos discursos proferidos pelos presidentes de junta e pelo vice-presidente de câmara, destaco o seguinte:


De José Lourenço (presidente de Prazeres): “...é com enorme satisfação que vejo cumprida esta missão mas só foi possivel graças à colaboração do centro de saúde, funcionarios (as) e demais pessoas que contribuiram com dedicação e trabalho e também à harmonia e esforço de trabalho das duas juntas...”


De Amilcar Raimundo (presidente de S. Vicente) : “...é uma mais-valia para Aljubarrota. Lentamente, vamos trazendo o progresso para Aljubarrota...”


De Carlos Bonifácio (Câmara municipal) : enaltece a data em que se comemora 15 anos da confirmação da passagem de Aljubarrota a vila e enaltece a boa colaboração entre as duas juntas e na importância deste facto para bem servir a população.


Recorda a legislação que obriga os edificios públicos a permitir o acesso a doentes, deficientes e idosos e recorda que todos, mais tarde ou mais cedo, vamos sentir as mesmas dificuldades desses cidadãos.


Há ainda, uma intervenção de Amilcar Raimundo que, no meu entender, merece a nossa especial atenção. Quase em tom já informal mas convicto ( e partilhado por José Lourenço) disse :”ESTAMOS ANSIOSOS PELA REQUALIFICAÇÃO DE ALJUBARROTA. Aljubarrota merece que isto seja visto pela câmara. Recorda ainda que a intervenção e protecção do edicio onde se situa a famosa janela manuelina, prometida pela Cma não se faz notar, embora tenham sido comunicadas, as irregularidades cometidas na mesma, pelo actual elenco de junta. (sinceramente, gostei deste alerta!)


Ao bom modo da Cma, ouvimos de Carlos Bonifácio a promessa de que Aljubarrota vai, de facto, ser alvo de intervenção a nivel da reforma dos espaços publicos e da atenção que uma zona histórica como aljubarrota deve ter. Salientou que há empenhamentto e vontade da Cma de fazer sempre mais e melhor por esta vila e que Aljubarrota é uma prioridade no Cren (registámos a promessa!).


Salientou ainda que Aljubarrota não sofreu atentados urbanisticos (bem....!.....) e que está em condições de ser agarrada (em tom de brincadeira, o nosso pároco disse que gostava de ainda puder ver isso! Eu concordo com ele, será que vai ser desta?Esperamos que sim!)

Informação da Associação Brites de Almeida

Agradecemos, desde já, a colaboração que o presidente desta colectividade tem prestado ao nosso Alcoa na cedência de noticias e na disponibilidade e amabilidade que tem tido para nos receber.

Desta vez, cabe-nos informar sobre o convite que a direcção da colectividade dirige, através do nosso jornal, a todos os sócios em particular e à população em geral a participarem na festa/convivio de solteiros e casados que se irá realizar em 06/07/08.

Oportunamente, daremos mais informação sobre este evento. No entanto, quer a direcção em exercício quer o nosso jornal, gostariam muito de vos ver a contribuir para esta festa convivio honrando a colectividade com a vossa presença. Vamos lá divertirmo-nos um pouco, ok?

ATAÍJA DE CIMA – ALJUBARROTA

LUÍS DE SOUSA SABINO

25º.ANIVERSÁRIO DO FALECIMENTO

Um grupo de amigos tem marcada uma missa, por Luís de Sousa Sabino, falecido há 25 anos, para 10/06/2008 às 18H00, na capela da Ataíja de Cima. Depois da missa vai fazer-se uma romagem ao cemitério e em seguida vai haver um convívio no Salão Cultural da Ataíja de Cima. Todos estão convidados. Quem quiser dar alguma achega contacte:

§ José L. Sousa (Zé da Ilda) – tlm. 96 60 450 16,

§ Celeste Constantino – tlm. 96 704 25 19,

§ Maria do Céu (Carrascal) – tlm. 96 464 81 67.

2008-04-30

reabertura da colectividade

Após ter estado algum tempo fechada, a colectividade Brites de Almeida, em Aljubarrota, abriu, de novo, as portas ao público no dia 1 de Maio.

Talvez este dia tenha sido escolhido por ter havido um grupo de gente de trabalho que tudo fez para não deixar fechado este importante espaço de convívio.

O salão principal foi pintado, o equipamento mudado e, até o horário de funcionamento foi alterado (passa a estar aberto das 11h ás 15h e das 17h às 23h).

Para este horário de funcionamento foi criado um novo posto de trabalho.

As obras de limpeza e restauro foram asseguradas pelos elementos da direcção e esposas e apoiadas por um anónimo (com a doação de 500€) e pelas duas juntas de freguesia (um balde de tinta cada uma).

A direcção é composta pelos seguintes elementos:

Presidente: Jaime Ferreira

Vice-presidente: Nuno Sousa

1º secretário: António Ângelo

2º secretário: António Luís Pereira

tesoureiro: João Mariano

Na Assembleia-geral:

Presidente: António Machado

Vice-presidente- Vítor César

Secretária: Emília Cordeiro

Como vogais estão: Joaquim Carreira, José António Almeida e Nuno Patrício

No conselho fiscal:

Presidente João Manuel Carvalho

Secretário: Paulo José Gomes

Como suplentes: Cidália coelho, António Barata dos Santos, José Júlio Alves, Jorge Humberto Coelho e Ana Sofia Pascoal

Será bom recordar que este grupo vai ter uma pesada missão dada a complexidade da obra a que anteriores direcções se propuseram fazer e que tem estado parada.

Para além de desejarmos um bom trabalho a este grupo, aproveitamos para fazer aqui um apelo: aos sócios que, por qualquer motivo, se esqueceram de colocar em dia as quotas – por favor façam-no porque só com a colaboração de todos a colectividade poderá dar seguimento à obra

Chiqueda

Pessoal, já é possível circular na Rua Principal, sem andarmos a tentar encontrar um pedacinho sem buracos!

Os nossos pobres carritos agradecem à junta de Prazeres!

2008-04-16

Vamos lutar pelo futuro de Aljubarrota?

Aljubarrota é uma das vilas mais antigas de Portugal. Considerado um ponto estratégico, na batalha que lhe deu o nome, aliado à lenda da Padeira, tornaram Aljubarrota um dos locais mais conhecidos da nossa história.

Mas Aljubarrota não vive do seu nome glorioso. Aljubarrota precisa de agitação a nível cultural e turístico.

Precisa de gente com visão e com garra que lutem por ela, precisa de fixar e/ou atrair jovens, novas ideias, reestruturar mentalidades. Precisa de olhar o presente tentando alcançar um futuro mais promissor.

O turismo será, de certo, o caminho, não só das nossas freguesias, mas de todo o concelho.

Talvez as freguesias de Aljubarrota não representem muitos votos mas apenas porque ninguém apostou nelas, de verdade. Aliado à história, temos o facto de ser um ponto de passagem dos peregrinos para Fátima e o que se tem feito para aproveitar este factor? Nada!

Agora, nem temos um local onde se vendam recordações da terra, não temos um posto de turismo e, até temos de recorrer a pessoas de fora para divulgar a nossa terra às imensas excursões que por cá passam.

Ah, como eu gostava de ver isto mudar!...

Inauguração da estátua e Largo do Cabouqueiro

No dia 25 de Maio de 2008 Vamos ter o gosto de ver uma homenagem a uma das profissões que mais têm contribuído para o desenvolvimento do nosso concelho. Da autoria do escultor Armando Martinez e com a sensibilidade que lhe é característica, podemos ver representada a vida destes homens duros e de valor.

Pessoalmente, gostei de saber que este sector está a ser homenageado, como gostei de saber que uma figura benfeitora do nosso concelho vai ser homenageada ainda em vida – estou a falar de Luís da Graça.

Programa da Inauguração:

14h – Missa na Capela da Ataija

14h45m – homenagem a Luís da Graça, frente à capela – aqui, terá a honra de estar em contacto físico com as 10 ambulâncias oferecidas por este homem a diversas instituições, entre as quais as de Porto de Mós, Alcobaça e Santarém.

15h30m – Cortejo com a fanfarra dos Bombeiros Voluntários de Alcobaça e os Ranchos Folclóricos dos Moleanos e Casais de Santa Teresa.

16h – inauguração da estátua.

Pessoal de Aljubarrota – VAMOS TODOS LÁ! São justas homenagens!

Casais de Santa Teresa:

Mais um assunto resolvido! Os jovens que, até agora, aguardavam o transporte rodoviário mal abrigados passam a ter um abrigo condigno. A junta de freguesia de S. Vicente colocou mãos à obra e transformou um terreno cheio de silvas num ponto, não só de abrigo a quem esperava o transporte rodoviário mas também a um centro para convívio dos menos jovens. Boa Senhor presidente, vê como eu também sei dizer bem do que é bem feito?

Terreno para alargamento do cemitério de Aljubarrota

Situação embrulhada há cerca de 4 anos, teve, finalmente, uma resolução: as escrituras foram efectuadas, as pessoas indemnizadas e os nossos defuntos já vão poder ter um chão na terra das freguesias.

A limpeza do terreno pode ser agradecida a Luís da Graça que, mais uma vez se disponibilizou para ajudar as nossas juntas de freguesia, cedendo as máquinas que permitiram efectuar o trabalho. O nosso muito obrigado a este bom homem!

Prazeres de Aljubarrota

Ora lá voltamos a falar de um presidente de junta que tem feito tudo para cumprir o programa com que se candidatou. Começa a ser raro na política, nos tempos actuais.

Estamos a falar das obras de Chiqueda com o alcatroamento da estrada principal e a colocação de valetas.

Falamos, ainda, da remodelação da rede de água canalizada na Rua dos Brejos e na conclusão das obras da sala de aulas do Carvalhal..

O Amado

Esta associação que, em Aljubarrota, todos conhecem, tem vindo a criar iniciativas que ajudam á divulgação e desenvolvimento da nossa vila.

Desta vez, foi o 1º Troféu Trial do Oeste.

Com inicio a 13 de Abril frente às bombas da galp em Aljubarrota, com segunda prova em 25 Maio e a final em 21 Junho na Lameira (parque do inverso).

Provas a não perder e uma associação a apoiar

2008-03-31

falta de visão

· Segundo o jornal Tinta Fresca, o Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota, localizado no concelho de Porto de Mós, vai ser inaugurado em Junho ou Julho. È de estranhar que os poderes locais do concelho de Alcobaça nada façam para divulgar turística e culturalmente Aljubarrota. Mas a isso, já vamos estando habituados!

Aljubarrota, tão importante na conquista da nossa independência, apenas é recordada pelos autarcas, por alturas da feira medieval.

Mas Aljubarrota existe todo o ano! O comércio, esse, vai-se ressentindo da falta de iniciativa autárquica a nível do desenvolvimento da região. Vamos fazer alguma coisa por estas gentes que, afinal, também pagam impostos?

noticias frescas de Aljubarrota

Cá estou de novo para vos tentar trazer um pouco da vida de Aljubarrota. Prometo que, desta vez, venho para ficar!

Prazeres

È com bastante agrado que tenho verificado que, nesta freguesia, se têm cumprido os objectivos propostos pelo actual presidente.

A pouco mais de 1 ano das próximas eleições, estão quase cumpridas as promessas feitas durante a última campanha eleitoral.

Embora dependendo de outros organismos para avançar em determinadas áreas, o saneamento do Carvalhal de Aljubarrota vai mesmo avançar. O mesmo podemos dizer do projecto de requalificação da vila e do acesso aos correios em andar térreo.

Em conversa com o actual presidente pudemos ter a certeza de que o posto de correios iria começar a funcionar no rés-do-chão e que as obras já tiveram inicio. A inauguração do espaço está prometida para Maio.

S. Vicente

Segundo informação do presidente de junta, Amílcar Raimundo, no dia 25 de Maio vai ser inaugurado o largo do Cabouqueiro.

Já muito se disse sobre a estátua que vai ser erguida em homenagem a todos os homens que trabalharam, ou ainda trabalham, na indústria da pedra, uma das mais relevantes para a economia do nosso concelho.

Serão várias as individualidades presentes neste evento e esperamos que a comunicação social lhe dê a importância que efectivamente tem.

Geral

Foi lançado a concurso o troço do IC9.

Esta estrutura irá beneficiar ambas as freguesias de Aljubarrota. Está prevista a conclusão desta obra dentro de 2 anos.

2007-12-03

IMPORTANTE

Foi convocada pelos membros do grupo A.T.A.C. (Amigos da Terra por Amor à Camisola), todos eles residentes nas freguesias de Prazeres e S. Vicente de Aljubarrota, a seguinte MANIFESTAÇÃO:

Vai realizar-se no próximo dia 7/12/2007 (sexta-feira) pelas 18h30m uma manifestação de Automóveis em Marcha Lenta.

Esta manifestação juntar-se-á no largo do campo de futebol de S. Vicente de Aljubarrota, que fica em frente à pastelaria “PADEIRINHA”.

O início é às 18h30m de onde seguirá em marcha lenta de automóveis em direcção aos Paços do Concelho, onde seremos recebidos pelo nosso presidente de Câmara, Dr. Gonçalves Sapinho, pelo presidente da ADEPA (Associação ambiental) e pelo engenheiro do ambiente Valdemar Rodrigues.

Nesta data e à mesma hora (18h30m) sairá outra concentração do Restaurante “O ALCIDES” (termo de Évora) conhecido também como Moleanos de Évora, junto ao IC2, freguesia de Évora em frente à recauchutagem do sr Manuel Paulino.

Seguirá pelo IC2 e vira em Casais de Sta Teresa, seguindo pelo Vale Vazão, Mogo, Olheiros, Aljubarrota, em direcção á Câmara Municipal de Alcobaça.

Esta manifestação será de todas as freguesias atingidas e da população do concelho de Alcobaça em geral.

VAMOS MOSTRAR DE NOVO A NOSSA FORÇA E REPÚDIO CONTRA A TENTATIVA DE PASSAGEM DO TGV NO CONCELHO DE ALCOBAÇA.

Vamos defender o nosso meio ambiente, o nosso património arqueológico e histórico, as nossas habitações, a nossa paz, a nossa qualidade de vida e as nossas gentes…

Não fique em casa, junte-se a nós nesta luta que também é sua.

Se não tem veiculo, vá no do vizinho, venha no nosso ou fale com o seu presidente de junta.

Todos juntos arranjaremos meio de transporte para todos.

Contactos das juntas:

Èvora: 262509418

Prazeres: 262507113

S. Vicente: 262507300

ACORDEM E LUTEM CONTRA A PASSAGEM DO TGV POR ALCOBAÇA -BATALHA DE ALJUBARROTA 2007/2008

Há momentos em que eu adorava ser um belo sino de igreja. Sabem porquê? Para tocar até cansar e acordar as gentes de Alcobaça.

Será que estão todos egoistamente a pensar nas suas vidinhas, nas telenovelas e no futebol que não abrem os olhos para o que, de facto, é importante para preservar o nosso passado deixando-o intacto para o futuro?

Já se deram ao trabalho de pensar que o TGV só vai servir os grandes interesses económicos e não as populações?

E já pensaram porque é que Portugal passa a vida a curvar-se aos interesses de Espanha?

E porque é, de cada vez que há uma questão importante para resolver, em Alcobaça, se arranjar logo uma feira, uma festa, ou qualquer outro evento para desviar as atenções dos que vão ser lesados?

ACORDEM!

Estão a ser seriamente comprometidos os nossos bens históricos, patrimoniais e sentimentais.

Estamos a comprometer o futuro dos nossos filhos e dos nossos netos.

ACORDEM!

Podem vir a acordar tarde demais! Juntem-se a todos nós numa luta pela preservação da nossa qualidade de vida!

Não se deixem enganar por aqueles que, de nós, só querem os impostos e os votos!

Esqueçam as bandeiras politicas, levantem-se dos sofás, deixem as pantufas em casa e venham lutar connosco, até porque, de um momento para o outro, podem ficar sem a casinha onde, hoje, estão serenamente à lareira a ver as telenovelas.

BOLAS, ACORDEM!!!!!!!

2007-11-14

TGV – POR FAVOR NÃO ADORMEÇAM OUTRA VEZ!


Foi com enorme desagrado que a população de Aljubarrota recebeu a informação sobre os possíveis traçados do TGV por terras de Alcobaça.


Mais surpresos ficaram, ainda, quando perceberam que a CMA já sabia de tudo há muitos anos e que, numa posição ditatorial bateu com a porta à RAVE e não quis negociações.


E isto não ficou por aqui! Os presidentes de junta alegam falta de informação por parte da câmara.


E a CMA bateu com a porta, não perguntou mais nada, não avisou ninguém e, para cúmulo, em Agosto, o presidente da câmara, foi descansado para férias, mesmo estando a iniciar-se a consulta pública sobre o tgv por estas terras.


Aljubarrota é um conjunto de duas freguesias de gente muito trabalhadora e pacata mas “tem sangue de padeira na guelra!”.


Esta gente não gosta de ser enganada, não gosta que lhe venham tirar o que lhes custou a ganhar e, decerto, também não gostaram de saber que o sr Sapinho tudo fez para esconder ou omitir informações aos que lhe pagam o ordenado, ajudas de custo, subsídios, viagens, motorista particular, etc.


Abram os olhos! Vamos colocar as nossas freguesias à venda aos espanhóis? O tgv não serve os nossos interesses, não traz melhorias nem na economia, nem no turismo da nossa vila e, agora, alguns, que tanto apregoam uma determinada maneira de pensar, num passado recente, tudo fizeram para vos esconder a verdade.



No entanto, um grupo de habitantes de Aljubarrota, (a saber Francisco Vicente, João Trindade, Marília Russo, Jorge Alves e Noémia Rodrigues) fez o papel que deveria ter cabido aos autarcas : promoveram sessões de esclarecimento nos Moleanos e na Ataija de Cima; passaram noitadas a angariar documentos para a agência do ambiente; fizeram pesquisas, contactaram porta-a-porta os habitantes das localidades das freguesias; convidaram os presidentes de junta a participar nas sessões de esclarecimento (também o fizeram à câmara municipal, que, mais uma vez “se borrifou” e não compareceu) distribuíram panfletos, andaram com uma aparelhagem em carro particular (com todos os custos por sua conta) a anunciar as sessões, etc.



E sabem o mais estranho? Estas pessoas não são políticos! Não os move mais do que o amor à nossa terra e é o sentimento de cidadania que os move – Ah, Grande gente de Aljubarrota!



Vamos lá gente da histórica terra da padeira – abram os olhos e lutem por aquilo que é vosso! Esta é a batalha de Aljubarrota deste século!

CARTA ABERTA AO DIRECTOR DO JORNAL ALCOA



Data: 13 Novembro 2007

Exmo. Sr. Director, Dr. Vazão,

Lamento profundamente ter de enviar esta carta através da qual lhe comunico a minha decisão de deixar de se colaboradora, A TÍTULO GRACIOSO, do jornal “O Alcoa”.
Não deixa de ser com mágoa que o faço mas parece começar a ser uma aposta perdida.
Eram, de facto, vários os projectos de modernização para este nosso jornal que me moviam e o José Eduardo, a Paula, a Rosário e o Chico foram pessoas com quem adorei trabalhar.
Lamento que pressões exteriores, do poder político de Alcobaça, o tenham forçado a tomar a atitude de cortar, atitude que mais parece censura, um artigo meu, sem sequer me comunicar o facto.
Não é uma questão de teimosia, é uma questão de brio e de profissionalismo da minha parte.
Tive sempre o cuidado de ouvir todas as partes antes de publicar qualquer noticia e tenho pena que este tipo de atitude não tenha sido tomada em relação a mim. Recordo-lhe que só me comunicou o facto uma semana depois do artigo ter ido, já censurado, para a gráfica.
Devo dizer-lhe que considerei este acto um atentado à liberdade de expressão e um desrespeito, quer pela minha pessoa, quer pelo trabalho e dedicação que votei a essa casa, desde o dia em que aí entrei.
Assim, e porque o meu sentido de responsabilidade a isso me obriga, irei entregar as matérias que tenho em mãos ao meu colega Jero e, se vossa Ex.ª quiser publicar, agradeço.
Solicito, no entanto que, se houver necessidade de alguma alteração a qualquer um dos artigos o facto me seja comunicado, com a devida antecedência para que me seja permitido tomar a decisão se o deixo publicar sob a minha assinatura, ou não.
Volto a referir que é com desilusão e com mágoa que me vejo forçada a deixar esta casa mas o dever de lealdade para com um dos meus ideais mais profundos (o da liberdade de pensamento e expressão) assim me obrigaram.
Cordialmente
Lúcia Duarte

2007-11-01

POR UMA JUSTA LUTA: LEIAM!

meus caros amigosos espaços dedicados aos comentários às nossas postagens têm, como sabem, um limite de caracteres.recebi de uma das novas padeiras de Aljubarrota anti-tgv o comentários que ela quis inserir na minha postagem sobre o tgv.Acho demais importante para, egoistamente, deixar só para mim, até porque acho que certas pessoas andam tão adormecidas como andou a nossa câmara municipal ,durante 2 anos, em relação a um assunto que afecta TODO O CONCELHO.Assim, é com muito gosto que vos transcrevo na integra o email desta nossa colega de luta:
Sou membro do movimento Anti-TGV. Estou na luta de corpo e alma. Fiquei de alguma forma satisfeita com as Sessões efectuadas nos Moleanos e Ataíja de Cima. De alguma forma “satisfeita” mas, no fundo da minha alma estou triste e magoada. Trabalhamos tanto, dias houve, que nos deitamos de madrugada . Fins de semana que nem os “senti”. Tem saído tanto dinheiro dos nossos bolsos. Qual não é o meu espanto que quando chego aos locais das reuniões, verifico que ainda poderiam lá estar mais pessoas. Verifico ainda que as pessoas que ficam "coladas" ao TGV (se este por cá passar), não saíram das suas poltronas, e, se o fazem, fazem-no apenas para o café, com toda a certeza para se actualizarem nas “cusquices” da vida alheia. Estes “acomodados poltronais”não perceberam ainda que quem poderá “ser apanhado” pelo traçado, “apanhado”, aqui significa demolição, até é um (a) “sortudo(a)”, pois vai embora para outro lugar, (recebendo o seu valor), lugar que ele mesmo irá escolher e livrar-se-á definitivamente desta “aberração TGV”. Quem fica próximo do TGV, é que se vai “lixar” palavra adequada a este momento. O “vizinho” do TGV (o que fica colado ou próximo) vai perder o seu bem. Leu bem, vai perde-lo, sim, mas de uma forma diferente. Eu explico o bem vai começar a desvalorizar. Um dia o “indivíduo poltronal”, vai perceber na pele, ou melhor no corpo, pois além dos problemas de saúde já que como todos sabemos este comboio rápido é eléctrico e de Muita Alta Tensão. Como vem sendo hábito, diariamente vimos e ouvimos falar de problemas cancerígenos, consequência de Alta Tensão e antenas de telemóveis. Como tenho andado a falar para o “boneco” torno a repetir TGV é igual a Muita Alta Tensão, isto é bem pior, do que temos lido e ouvido. Falando agora de poluição sonora e vibratória. O TGV é de 300 k/h, (o sossego a paz por estes lados acaba). Como muitas destas casas foram construídas em banda, vão começar a desmoronar aos poucos, as mais recentes já são construídas por pilares, mas estes ditos pilares não foram inseridos nelas pensando na trepidação dos solos, já que nesta altura ninguém ouvia falar em TGV (pelos menos a maioria dos “habitantes” das aldeias em questão),o resto são outros “500”,eu já nem falo de “alguma má construção”, segundo o queixume de alguns habitantes. Quando “os adormecidos acordarem” quererão vender as suas habitações e qual não será o seu espanto ninguém as compra. Ninguém quer ir para aqueles locais. Descobrem então estes “adormecidos” que por muito valor que as habitações pudessem ter, passam a valer 0 ou quase isso. Não podem vender para ir comprar para outro lado. Não conseguem realizar dinheiro. Viverão ali continuamente sem condições e será só nessa altura que perceberão que alguém os quis defender e que eles fizeram tal qual “a história da Cigarra e Formiga”, senão acordaram mesmo assim poderão fazê-lo quando lhes aparecer na porta uma rectro-escavadora que lhes dirá “truz truz, cheguei...” e zás, a máquina empurra a tão falada poltrona ou sofá, como lhe queiram chamar” Ah! Diz o cidadão de “cú no chão”. Pestaneja um bocado e diz cheio de vergonha para si mesmo, “ai que aqueles desgraçados que andaram a dar a cara e o corpo na luta contra o TGV, tinham razão, sorte de quem foi, azar de quem ficou. Ai que eu fui um mal agradecido, o provérbio “Deus dá nozes a quem não tem dentes” tem razão de existir.Tirando o espanto de quem não fez “népia”, lembro ainda do desbaste do nosso ex-libris ambiental, lá se irão manchas de carvalhais, (que tanto prezo) e ainda tantas outras, lá chega a poluição ao maior lençol freático da Europa, que coincidência é o nosso. Não esqueçam que os nossos solos são de uma infiltração máxima, isto é em 3 tempos a poluição chega á agua.Por acaso alguém lembra que a próxima guerra mundial poderá ser pelo factor “água?. Por favor respeitem a nossa. Tenho vontade de vos deixar aqui a carta sobre a água.Porque não respeitam a nossa fauna e flora, o nosso património arqueológico de valor infindável. Não respeitam não, além do que lhe fazem pessoalmente, é o que vão permitir que o TGV lhes faça. Vocês que nada fazem terão esse peso na v/ consciência. A propósito disso, têm consciência, sabem o que é, ou será que é algo descartável?Por acaso alguém lembra que depois vai ter de dar a volta ao “bilhar grande”, gastar mais combustível, e tempo para ir onde quiser.
Pois é! A mobilidade será afectada.
Pensam na desertificação?
Ninguém vai querer morar para a proximidade do monstro TGV. Pensaram nos prédios rústicos que ficarão divididos? Na divisão de famílias e amigos? Imaginam o que é viver na terra de ninguém, que é a zona que fica entre o TGV e a Serra dos Candeeiros? Pois é! Na terra de ninguém, o valor das habitações e prédios ficará abaixo do que deveria. Passará a ser uma zona esquecida. Ah pois, se as pessoas se queixam que a Câmara não vos liga, poderá depois ficar senil e ficarão definitivamente no esquecimento dos “Deuses Tgvinianos”Alguém disse no domingo que eu estava na luta pela minha casa, também é verdade, mas neste momento estou muito mais pela casa de quem fica.
Deixo aqui uma pergunta, ao indivíduo dos Casais de Sta. Teresa que esteve nos Moleanos, e me acusou de estar nesta luta porque a minha casa poderá ser “abatida” segundo informações que ele obteve (já que não me conhece)obtidas de uma fonte que presumo “miserável, egoísta, sem escrúpulos e acobardado, para não dizer outros nomes” pois os cobarde falam nas nossas costas. Não me importo que falem nas costas é sinal que estou na frente, e incomodo.
Não sou feita daquela “matéria dos cãezinhos” que se usavam nos carros que diziam sim a tudo. Segundo também tenho aprendido, “os outros são o nosso espelho” e pelos vistos o que o “outro viu e o senhor como absorvedor do que não presta” transmitiu, é a v/maneira de estar na vida. Tirando este aparte presumo e quero acreditar que este Senhor, já que tem 2 casas em risco, tem estado a trabalhar o dobro de mim, pois eu infelizmente sou pobre e só tenho uma. Ainda bem. Pois eu tenho trabalhado muito, mas muito mesmo. Presumo que também esteja cansado. Bem se assim for, estamos a fazer um bom trabalho.
Pior é se é daqueles que fala fala, critica e não faz nada, essas pessoas têm um nome.... que eu não quero dizer....Voltando ao que interessa (já que não temos de dar valor ao que não presta e o meu estômago não se alimenta destas coisas),como disse no início um dos traçados passará por cima da m/ habitação, se assim for eu irei embora. Traduzindo de novo, ficarei “livre”, mas também se for outro qualquer dos traçados, já não irei, terei de ficar, e a levar com todo o que não quero, por v/ causa que não nos deram a v/ presença.
A presença basta, não pagam nada nem fazem nada, é só comparecer. Não têm de falar á frente de ninguém (pois por trás é muito mais fácil).Pobres gentes...que estão a ter ajuda para vossa defesa e não aproveitam. Tantas pessoas que nos pedem para lutar. A v/ ausência está a “tentar diminuir” a nossa força. Também queremos a v/poltrona asofazada”.Acordem pessoal "infeliz e inerte". Quando acordarem pode ser tarde e como boa gente que nada faz irão acusar aqueles que se fartaram de trabalhar, e que bem puxaram por vocês gentes "acomodadas", de não fazerem nada. Pobres gentes, que estão a ter a hipótese de se defenderem, basta aparecerem nos locais, para mostrarem que estão connosco. Nós que estamos no terreno, só precisamos disso, da v/presença.O v/ umbigo não é tão bonito assim.ACORDEMMMMMMMMMMMM gente ACOMODADA!!!!!!!!!
Lutem pelo que é vosso, lutem pela dignidade a que têm direito!
Aproveitem-nos. A cada dia que sentimos a v/ ausência, estão a mostrar-nos falta de respeito para convosco, pela localidade que vivem e pior ainda FALTA DE RESPEITO, por quem anda no terreno, a lutar por todos, falta de respeito pelo resto das outras gentes e da nossa história.
Estes membros, abdicam do seu descanso, do seu lazer e das suas economias para estarem na luta.Gentes ENVERGONHEM-SE, por MAGOAREM quem está em campo para se defender, para vos defender e defender estes lugares excelentes. Sintam VERGONHA E MEXAM-SE. Estou magoada com todos aqueles que souberam das reuniões e não compareceram, sabendo eu que estavam informados. Tenho vontade de ir a v/ casas e dizer-vos isso olhos nos olhos, ou tentar marcar uma reunião, onde diga o que me vai na alma em frente das pessoas que lutam pelos valores que acreditam..Aproveito também para dizer que sinto a falta de outros Alcobacenses.AJUDEM-NOS , com a v/ presença na nossa luta

2007-10-31

DECLARAÇÃO DO EXMO GENERAL TOINO À GLORIOSA REGIÃO DOS MOLEANOS

meus amigos, não resisti a uma postagem que encontrei num blog amigo, da nossa região.
è por isso e porque acho que é importante tomar em linha de conta a opinião de um "importante general" do nosso concelho, que vos deixo a sua missiva:

MOLIANEIROS,MOLIANEIRAS, E OPERADORES DE CHARRUA, É POR ESTE MEIO QUE VOS VENHO COMUNICAR QUE TEMPOS DIFICEIS SE AVIZINHAM PARA A GLORIOSA REGIÃO MOLEANENSE.

COM A POSSIBILIDADE DA PASSAGEM DO TGV PELOS NOSSOS ILUSTRES TERRENOS E A CHUVINHA QUE TEIMA EM NÃO CAIR PARA QUE AS NABIÇAS DESABROCHEM E ASSIM SEJA POSSIVEL FAZER A SOPINHA QUE IMPEDE A PRISÃO DE VENTRE, CHEGA-SE À CONCLUSÃO QUE SÃO NOUTROS SÍTIOS, COM MAIS CADEIRAS E MENOS TERRA, QUE CRESCEM AS CABEÇAS DE NABO.

ESPECIALISTAS FRANCESES VIERAM AOS MOLEANOS PARA VERIFICAR O POTENCIAL TROÇO ONDE PASSARIA O TGV, E O POVO MOLEANENSE, NUMA TENTATIVA DE MOSTRAR QUE NÃO SERIA BOM TAL TRAJECTO, CONSTRUIU NO PASSADO FIM DE SEMANA A LINHA E UMAS CARRUAGENS PARA QUE ESSES MESMOS ESPECIALISTAS PUDESSEM TESTAR A VIABILIDADE DO PROJECTO.

INFELIZMENTE, OS NOSSOS PERITOS AFINARAM DEMASIADO O RAIO DAS CARRUAGENS, E ESTAS, EM VEZ DE DAREM 20 KMS/H, COMO ESTARIA PREVISTO, DERAM 574 KMS/H, INCLUINDO DESTA FORMA UM NOVO CONCEITO NO VOCABULÁRIO FERROVIÁRIA, SURGE O CQATDQABAC - COMBOIO QUE ANDA TÃO DEPRESSA QUE ATÉ BORRA AS CUECAS.

CONTUDO, SE NÃO DESISTIREM DA IDEIA, DE PASSAR A LINHA DE TGV PELAS NOSSAS ASNAGAS, ONDE OS PÉS DE FEIJÃO CRESCEM A OLHOS VISTOS E ONDE AINDA É POSSIVEL ARRANHAR AS NÁDEGAS NAS ORTIGAS QUANDO SE ESTÁ A "OBRAR", COISA QUE EM CERTOS LOCAIS JÁ NÃO ACONTECE, SABOTAREMOS A LINHA DE TODAS AS FORMAS POSSIVEIS, DESDE PLANTAÇÕES DE FORQUILHAS A COLECÇÃO DE PIONÉS NOS CARRIS.

DESTA FORMA ME DESPEÇO, INCITANDO À LUTA A FAVOR DA PRESERVAÇÃO DOS NOSSOS PÉS DE FEIJÃO E DA PROLIFERAÇÃO DE ORTIGAS

aSS: GENERAL TOINO

2007-10-30

TGV – ESTA LUTA É DE TODOS – Vamos mostrar a força dos alcobacenses!

Com a passagem do Tgv a ameaçar separar e destruir parte das nossas freguesias, pondo em causa, não só os bens que, suadamente conseguimos e sobre os quais pagamos pesados impostos mas também a nossa saúde física e mental, conseguiu-se, finalmente, acordar o povo de Alcobaça.

Mostrando que está farto de ser um dos parentes pobres da sociedade portuguesa e já tendo permitido demasiados disparates que por cá foram sendo feitos em nome do progresso, o povo alcobacense mostra-se agora, atento e firme na decisão de não deixar passar por cá, a oeste da serra dos Candeeiros um comboio de alta velocidade.

Assim, apareceu, na Benedita, um grupo de pessoas que, amando a sua terra e, após um esclarecimento sobre o assunto por parte da junta de freguesia da Benedita, arregaçou as mangas e criou o movimento anti-tgv.

Mas porque não é só a Benedita a zona afectada pelo enganoso”progresso” e porque Aljubarrota já é famosa pela sua batalha apareceu, também, nestas freguesias, um grupo de padeiras e D. Nunos que, apoiados, incondicionalmente, pelos seus presidentes de junta, arregaçaram as mangas e decidiram, não só juntar-se ao movimento criado na Benedita mas, também, realizar sessões de esclarecimento à população.

E assim foi, no dia 28 de Outubro começaram estas sessões nos Moleanos e em Ataíja de Cima.

Tivemos a agradável presença dos presidentes de Benedita, S. Vicente de Aljubarrota, Évora de Alcobaça, Prazeres de Aljubarrota e Turquel, de um representante da EDAPA e de um dos elementos do movimento anti-tgv e de uma população que aderiu em massa, mostrando sede de esclarecimento.

Mas, mais importante que qualquer coisa que possamos dizer sobre o assunto, são as palavras dos próprios mas, o que nós Alcoa, não conseguimos reproduzir, em palavras, os sentimentos que vimos nos olhos destes homens e mulheres.

Podemos, no entanto, garantir que, temos junto de nós e na linha da frente, autarcas que dizem com vigor: “NÓS NÃO VAMOS VENDER AS NOSSAS FREGUESIAS EM NOME DE UM PROGRESSO QUE SÓ SERVA ESPANHA E LESA OS QUE NOS ELEGERAM!”:

José Lourenço (presidente da junta de freguesia de Prazeres de Aljubarrota):

“A minha junta apoia o movimento anti – tgv

Não concordamos com qualquer traçado Lisboa – Porto. Tentando “dar-nos a volta” a RAVE decidiu receber os presidentes de junta, não em conjunto, mas em separado, cabendo o dia 2, pelas 10h, a reunião onde serei recebido junto com os meus colegas de S. Vicente e de Évora de Alcobaça. Prevê-se que a linha escolhida seja a linha da escola.

Este projecto e uma tragedia. FACAM/SE OBRAS NAS LINHAS DO Norte e do oeste!”

Numa atitude lúcida e coerente, José Lourenço, embora o traçado previsto seja o menos desfavorável à sua freguesia, diz “NÃO”.

Joaquim Pego (presidente da junta de freguesia de Évora de Alcobaça):

”Sou totalmente contra a passagem do tgv e da linha Lisboa – Porto. No entanto, sou a favor da ligação Portugal – Espanha.

Quero alertar-vos para o facto de as indemnizações virem a ser cerca de 1/3 do valor real das propriedades e somente abrangendo a metragem correspondente a 40 m de corredor e 25m para cada lado correspondendo à medida de segurança.”

Amílcar Raimundo (presidente da junta de freguesia de S. Vicente de Aljubarrota):

“Eu ando extremamente desassossegado!

Todos nós somos do movimento anti – tgv.
Todos juntos vamos conseguir agarrar este monstro e travá-lo à entrada da Benedita e, nessa altura, queremos o apoio de todo o povo!

E que não lavem as mãos os que pensam não vir a ser afectados nas suas casas – lembrem-se que, quando há fogo no quintal do vizinho, ele pode passar para o nosso! Metade dos Casais de Sta Teresa vão abaixo e tudo isto vai causar danos, não só físicos, mas também psicológicos em toda a população.

E lembrem-se que temos de ser solidários. Hoje, ainda nem sabemos qual é o quintal do vizinho que vai arder!”

Maria José (presidente da junta de freguesia da Benedita):

“Qualquer dos traçados corta a Benedita ao meio e passa direito ao futuro centro empresarial da Benedita.

Já sofremos muito com todas as obras que nos têm sido impostas mas esta, nós não vamos deixar passar!

Não consigo entender a razão pela qual foi abandonado o traçado do estudo inicial / a este da serra dos candeeiros.”

Carlos Mendonça (representante da ADEPA):

“O assunto está em aberto e, todos juntos, temos capacidade para impedir esta catástrofe.

O nosso património histórico, arqueológico e arquitectónico, a fauna e a flora estão em causa: falamos de Chiqueda, Olheiros, Carvalhal, Ataíja, etc.

Estamos solidários com a população que esta contra a passagem do tgv. Estranhamos que, embora o estudo de impacto ambiental foque todos os pontos afectados, a rave mantenha estes traçados.

Temos de vos dizer que o tgv vai atingir em cheio o vale e um núcleo de grutas de interesse arqueológico, não só nacional como internacional

Bruno (movimento anti – tgv):

“Este movimento nasceu da necessidade de travar algo que vai comprometer o passado, o presente e o futuro da nossa freguesia. Agora somos mais: somos 5 freguesias a não querer o tgv a passar nas nossas terras.

As pessoas têm de saber os problemas que vão advir das ondas electromagnéticas (problemas cancerígenos), as consequências do efeito de ruído, a mobilidade que fica posta em causa, o problema da irregularidade dos subsolos (temos de recordar que os nossos subsolos parecem um queijo suíço) e que a trepidação provocada pela passagem deste meio de transporte de alta velocidade vai afectar, muito em especial as casas que ficarem perto e que não estarão contempladas com as demolições, o fim de determinadas espécies animais e vegetais, únicas no nosso concelho, etc.

O povo tem muita força para travar isto! A interrupção do Ic2 por 4 horas e da assembleia de câmara foram um exemplo do que estamos dispostos a fazer!

Nós vamos ganhar esta luta porque a razão está do nosso lado!

José Diogo (presidente da junta de freguesia de Turquel):

(desculpem a colherada mas a emoção e a força deste homem foram, de facto, a viva voz de um verdadeiro homem do povo, sem papas na língua e com muita garra!).

“Fala-se disto desde 2003 e os presidentes de junta nunca foram ouvidos!

A CMA não deu satisfações!

Das 11 câmaras envolvidas, a de Alcobaça, agora diz que não, e nisso eu estou solidário com ela, mas… continua a faltar informação.

Eu não vou a RAVE vender a minha freguesia!

E a primeira vez que os presidentes de junta estão unidos mas a vitoria nesta luta só se consegue com a união e a luta do povo.

Temos de mostrar ao governo que nos não estamos a venda!

Desta vez tem de ser diferente! o povo já deveria ter tido reacção em relação a outros assuntos e manteve se calado

Isto e um atentado e um crime contra o concelho como nunca vi antes!

E altura de dizer ao município de Alcobaça que tem de fazer alguma coisa, já que tem andado a dormir!

Eu não me interessam partidos o que eu fiz foi um juramento a bandeira nacional e tenho de trabalhar e dar a cara por e para quem me elegeu!

Temos de dizer claro que tudo isto e uma invasão de propriedade privada e um desrespeito por todos nos!

Nos os presidentes de junta não temos andado a dormir.

Chamem/me atrasado, se quiserem, por ser anti/tgv mas eu tenho problemas mais importantes para resolver na minha freguesia!”

Lúcia Duarte

2007-10-26

SESSÕES DE ESCLARECIMENTO SOBRE OS TRAÇADOS DOS TGV POR ALCOBAÇA

meus amigosDomingo, dia 28, no salão paroquial dos Moleanos, vai haver uma sessão de esclarecimento sobre os beneficios e os prejuizos da passagem do tgv por Alcobaça.
Segue-se uma sessão de esclarecimento em Casais de Sta Teresa.
Presentes estarão os 5 presidentes das juntas afectadas pelos traçados propostos pela RAVA.
Porque se considera que o povo tem de saber mais sobre o assunto para poder tomar uma posição, minimamente lúcida sobre este assunto, APELAMOS A TODOS OS INTERESSADOS EM PARTICIPAR E SEREM ESCLARECIDOS QUE APAREÇAM!

2007-10-19

foi rápido!

olá meus amigos
desta vez, sou portadora de boas noticias para todos quantos se deslocam à famácia, às juntas ou ao posto médico.
Lembram-se daquela rampa que servia de escorrega e que nos permitia ir do pelourinho até à estátua da padeira?
Pois os paralelos já foram levantados e vão ser recolocados de uma forma a não haverem mais pés partidos.
Devido à inclinação algo elevada vão ser colocados degraus suaves que permitem uma desaceleração na descida.
Provavelmente deverá deixar de haver circulação de veiculos automóveis naquela estrada. Ainda bem!
No meu entender, nem deveria ciecular nenhum carro dentro da vila - veja-se o caso de òbidos - circula-se a pé, tem um belissimo parque de estacionamento à entrada e , ao se circular a pé, acabamos por parar junto ao comércio local e comprar uma lembrancinha.
Bom, pelo menos estamos a começar a ver uma luz que nos permita pensarmos que se vão começar a arranjar os paralelos que têm originado tantas quedas.
Obrigado Senhores Presidentes

2007-10-17

Armadilha permanente

Não consigo encontrar outro termo para definir o estado dos paralelos das ruas de Aljubarrota.

È, realmente uma armadilha para as crianças e para as populações mais idosas da região.

Às vezes, dou comigo a pensar na batalha de Aljubarrota e na táctica do quadrado utilizada por D. Nuno e, não sei se esta táctica dos paralelos mal colocados não teria resolvido melhor o problema.

Talvez seja alguma táctica para afastar os “famosos talibãs” (citando palavras do nosso presidente Gonçalves Sapinho quando se referia aos turistas que nos visitam) e evitar a visita dos turistas a esta região. Será?

Talvez fosse bom saber-se que, as pessoas que sofrem acidentes por mau estado das estradas, passeios, etc, têm o direito de ser ressarcidas das despesas e dos problemas que advenham desta falta de zelo.

Contactados os presidentes de ambas as juntas e interpelados sobre o assunto, fomos informados que, durante o 4º quadro comunitário irão aparecer verbas para a requalificação da zona histórica de Aljubarrota. Bom e até lá, quantos mais braços e pernas se vão partir?

Faço um apelo ao Dr Sapinho – já que gastou 150 000 euros na promoção do mosteiro de Alcobaça, não teria para aí uns troquitos a mais que pudesse dar às nossas juntas para elas poderem zelar pelas suas populações? Ou,, tal não sendo possível, então, pedir ao Luís de Matos que fizesse uma magiazita para nos acertar os paralelos.

Vá lá, senhor presidente, nem que seja só por uma vez durante o seu mandato, faça alguma coisa por Aljubarrota, pode ser?

Muito obrigado

Cabe-me aqui agradecer ao presidente de S. Vicente o facto de, após ter sido alertado, pela notícia publicada no número anterior, sobre o mau estado de manutenção do parque infantil de Aljubarrota ter tomado a iniciativa de mandar limpar o mesmo, bem como cortar as sebes que estavam enormes.

Ficamos satisfeitos por, de alguma forma, podermos ter contribuído para melhorar alguma coisa na nossa vila. Obrigado!

Aljubarrota

Embora tenha uma população envelhecida e pareça permanecer no esquecimento da Câmara Municipal de Alcobaça, Aljubarrota, para além da lenda da padeira, é rica em monumentos históricos.

Eu sei que estamos em época de requalificação e que parte da nossa vila foi classificada como zona histórica mas, nem por isso podemos deixar de estar atentos aos monumentos e casas características que devemos preservar.

Não é só colocar um busto de homenagem a Eugénio dos Santos (cuja estátua ficou belíssima) – é preciso manter e preservar a casa onde nasceu e, essa fica bem na rua principal da nossa vila.

Por ignorância, ou por desconhecimento da preciosidade que esta casa representa (com as belíssimas janelas bem antigas), deu-se inicio às obras de restauro. Até aqui tudo bem mas, meus senhores, colocar alumínio nestas janelas?

Logo que fui alertada para o facto, dirigi-me ao presidente de junta de S. Vicente. Prontamente recebida, o autarca ouviu a mensagem e informou-me que já tinha dado conhecimento deste facto ao arquitecto da câmara, responsável por esta área em Aljubarrota.

De facto, no dia imediatamente a seguir, os fiscais compareceram no local. Se foi por este motivo ou por outro, não sabemos. Mas, o facto é que, os andaimes foram retirados.

Pronta actuação quer da junta de S. Vicente, quer da câmara municipal, esperemos que isto não fique por aqui e possamos constatar que vai ser reposta a janela mas sem alumínio.

2007-10-03

TGV - O QUE NÂO SE DIZ

A passagem do TGV pelo nosso concelho irá provocar imensos problemas de carácter social, económico, patrimonial e histórico.

Talvez seja tempo de vos dizer que existe um estudo de impacto ambiental, de cerca de 150 páginas, onde podemos encontrar alguns “pormenores” que a RAVE recebeu do Instituto do ambiente e Desenvolvimento, de entre os quais destaco algumas passagens:

  • “O ruído constitui um dos factores de qualidade ambiental em que o projecto terá um impacto negativo. Efectivamente, os cálculos efectuados (…) apontam para um aumento dos custos externos na categoria ruído associado ao CAV. (…) Identifica-se como principal condicionante existente, a densidade populacional presente no corredor do CAV.
  • Em 1990, (…) os traçados analisados apresentavam, ainda, potenciais implicações ambientais referentes aos aspectos ecológicos, hidrogeologicos e geotécnicos
  • Os efeitos aqui analisados são considerados permanentes, uma vez que a perturbação dos mesmos se faz sentir durante todo o tempo de vida do projecto.
  • É admissível que a região metropolitana de Lisboa se estenda desde Leiria a Setúbal, embora arcada por descontinuidades que se podem admitir ser resultantes de acidentes naturais (Serra d’Aire e Candeeiros e Vale do Tejo)”

Ora estas não são palavras minhas, fazem parte do estudo que acima referi mas, o estudo ainda nos diz mais:

“Tendo em linha de conta a análise da dinâmica urbana e territorial prevê-se que o efeito barreira do traçado irá provocar consequências negativas nos núcleos urbanos atravessados marginalmente relativamente aos seguintes aspectos:

  1. Alterações na estrutura do território, menores condições de atracção e de investimento
  2. Situações de estagnação/decréscimo populacional
  3. Aumento de desequilíbrios entre os núcleos atravessados marginalmente e os núcleos servidos pelas estações

Síntese:

1. Separação de núcleos urbanos consolidados, com alterações na dinâmica urbana e social existente, além de eventuais desequilíbrios funcionais

2. Fragmentação do território com as seguintes consequências: isolamento de núcleos existentes ou alteração das actuais dinâmicas de expansão urbana.

3. O atravessamento ou a proximidade da linha de alta velocidade às áreas classificadas poderá colocar em causa a susceptibilidade dos valores naturais (…) inviabilizando o objectivo que as norteia.

4. (…) Há que ter em atenção as questões ligadas à fragmentação do habitat.

5. A fragmentação do habitat é um aspecto a ter em conta sobretudo como efeito cumulativo.

6. O efeito barreira provocado por uma infra-estrutura de transporte linear limita a deslocação das espécies no território conduzindo à diminuição da diversidade genética das comunidades que ficam isoladas (função dos problemas de consanguinidade) o que terá reflexos a nível da biodiversidade, alem de outros efeitos indirectos como o ruído

Meus amigos, é isto que queremos para Alcobaça? Porque é que isto não nos foi dito antes? Terá de ser Alcobaça, mais uma vez massacrada em prol da imposição de alguns sobre a nossa qualidade de vida?

2007-10-02

Casal do Além

Tive conhecimento, em sessão pública de assembleia de freguesia, decorrida no dia 28 deste mês, por habitantes deste lugar, de um facto que me parece, de tal gravidade, que necessita de ser, aqui, divulgado.

Talvez, assim, possamos, modestamente, contribuir para alertar as entidades competentes.

Na Rua Principal deste casal (que liga à Ataíja) existe uma placa de sinalização (devidamente regulamentada) que proíbe a circulação a veículos com carga superior a 26 toneladas mas o que assistimos, diariamente, nesta via, é a circulação de veículos carregados com mais de 50 toneladas e a uma velocidade arrepiante.

Para além de estragarem o pavimento, não cumprirem os horários estabelecidos para o efeito e de provocarem o rebentamento das condutas, colocam em perigo os habitantes do lugar e os demais veículos que possam estar a circular na faixa contrária.

Como me parece lógico, este sinal não foi colocado neste local por mero capricho de alguém ou por se tratar de alguma obra de arte que deva embelezar o local! Deve ser respeitado o que nele está representado, pois visa evitar acidentes.

O facto é que, no dia 22 deste mês, perto da hora do almoço, um destes veículos, carregado de pedra se virou tendo, não só obstruído a via, como tendo, até, rebentado uma boca de incêndio existente no local.

Por sorte não houveram vítimas humanas, mas foi mesmo por sorte!

Ora, então, aqui vão os meus apelos:

  • Aos infractores: Por favor respeitem a sinalização existente no local e evitem acidentes desnecessários – lembrem-se que, um dia, pode vir alguém a circular, a pé ou noutra viatura e virem a ser vítimas do vosso desrespeito pelos outros
  • Às autoridades competentes: Com tantas operações stop, onde são utilizadas balanças para medir o peso das viaturas, ainda não tiveram um tempinho para realizar uma dessas operações nesta rua? Será que este local fica fora da vossa área de intervenção de fiscalização? Ou será que apenas não tinham conhecimento deste facto?

Bom, agora já têm conhecimento e POR FAVOR FAÇAM ALGUMA COISA! A população residente neste lugar tem direito a não viver, constantemente, em sobressalto!

2007-09-29

perguntas e respostas sobre o tgv em aljubarrota

Um dos elementos da assembleia municipal de Prazeres de Aljubarrota, Jorge Alves, bastante preocupado com a leitura que fez, quer dos mapas de traçado do TGV, quer pela leitura de 150 páginas do estudo de impacto ambiental deste projecto, questinou a RAVE, SA sobre alguns aspectos necessários ao esclarecimento das populações.
com sua autorização, passo a reproduzir as perguntas do Jorge e as respectivas respostas da RAVE:

1- qual o espaço em metros da largura de implantação da via?
R: o espaço para implantação da via é de 14 metros. no entanto, estima-se que a largura média de ocupação, entre vedações, seja de cerca de 40 metros, variável em função do desnivel entre a cota do terreno natural e a cota da plataforma a construir
2- qual irá ser a distância de segurança, independentemente do traçado escolhido, a partir da via?
R:o decreto-lei nº 276/2003, de 4 de novembro, estabelece as servidões e as restrições a que estão sujeitos os proprietários dos prédios confinantes do caminho-de-ferro ou seus vizinhos, nomeadamente, áreas non aedificandi que para linhas de veloci~dade de velocidade elevada, igual ou superior a 220 km/h, não poderão ser inferiores a 25m para além do limite do caminho-de-ferro. embora ainda não exista legislação para linhas de alta velocidade, admite-se que o valor indicado se possa manter

3- a quantos metros irá ficar a rede de protecção ao TGV, a partir da linha?
R: respondido no ponto 1
4- dentro da zona de segurança podem ficar as casas existentes e se serão impedidads novas construções?
R: na área non aedificandi, em geral, poderão manter-se as construções existentes, mas não serão permitidas novas construções
5- qual o raio no qual se estima ser a zona afectada a quando da construção da linha?
R: a zona afectada, a quando da construção da linha, deverá ser pouco superior à zona de ocupação a menos dos caminhos de acesso e das áreas destinadas a estaleiro ou depósito de materiais


Mais uma vez se pede à população de Aljubarrota o favor de se dirigir a qualquer das juntas de freguesia para ser informado sobre a forma de protesto a este projecto imposto por aqueles que só podem estar a tomar estas medidas e a aprovar este projectos por não conhecerem nem a zona nem o impacto negativo que este pode vir a ter nas nossas vidas futuras

TVG a destruir a vida das gentes de Aljubarrota

Até hoje, ainda não me tinha pronunciado sobre o TGV e sobre as linhas de passagem deste por Alcobaça.
Isto deve-se ao facto de, tal como a maior parte da população do concelho, não estar informada o suficiente, quer sobre os traçados possiveis, quer sobre os impactos negativos que isso iria ter para o nosso concelho e, em particular para as gentes de Aljubarrota.
Agora estou!

Meus amigos
Não sou filha de Aljubarrota mas adoptei-a e creio que, de alguma forma, esta terra também me adoptou e isso, dá-me legitimidade para defender as suas causas e dar, aqui, voz a centenas de pessoas que serão afectadas pela ambição cega de sair da cauda da Europa e de mostrar, lá fora, o que não conseguem mostrar cá dentro.

Vamos ser sérios e pensar no nosso país em primeiro lugar e deixar para segundo plano a "tentativa de ficar bem na fotografia da Europa".

Antes de vos dizer as razões que me levam a ser contra TODO E QUALQUER TRAÇADO que passe por Aljubarrota, deixem que vos lembre o seguinte: Aljubarrota e Alcobaça, em momentos dificeis e decisivos da nossa história, foi forte o suficiente para lutar pelos seus direitos e por Portugal - É HORA DE MOSTRAR QUE AINDA O SOMOS!

Ainda está na nossa mão, até ao dia 3 de outubro, mostrarmos a nossa discordância em relação à passagem do TGV nas nossas terras, nos traçados que nos foram impostos.
Tal como fizeram as nossas juntas de freguesia e hoje, a assembleia de freguesia de Prazeres de Aljubarrota (a assembleia da junta de S. Vicente só se realiza amanhã e do resultado desta, também vos darei conhecimento, em primeira mão), também nós podemos fazer alguma coisa por Alcobaça em geral e, por Aljubarrota em particular: mostrar por escrito, as razões da vossa indignação e discordância do projecto.

Posto isto, passo a enumerar alguns dos problemas que podem advir da passagem do TGV pelas nossas freguesias de Aljubarrota:
  • Muitas casas da Lagoa do Cão, Olheiros, Ataijas, Cadoiço, Casais de S. Teresa, Carvalhal, Casal do Rei, Moleanos, etc vão ser destruidas ou afectadas



  • vão ser expropriadas (e decerto nunca pelo justo valor) casas e terrenos a 90 m da passagem do tvg



  • as grutas históricas do carvalhal de aljubarrota vão estar em perigo e vamos deixar de poder estudar mais sobre a história , não só de Aljubarrota, mas da própria humanidade



  • a centenária capela de s. joão baptista, uma das mais antigas do país e classificada como património nacional vai sucumbir face ás escavações



  • zonas verdes, aves migratórias e o coração de oxigénio das nossas freguesias vão ser destruidas



  • a radiação vai acelerar problemas cancerigenos nas nossas populações



  • o impacto sonoro vai afectar até 150m da via



  • na Lagoa do Cão o tvg vai atravessar a única parte onde era possivel contruir ( a restante estava em pdm)



  • a economia da região, que se baseia em 80% (nada importante, pois não?), e que diz respeitoà extracção de pedra vai ser afectada



  • O concelho vai ficar dividido em 2



  • Quase 70% dos casais de S. Teresa vão ser destruidos

e mais irei divulgando sobre as razões que me levam a estar contra a passagem deste desnecessário investimento, consoante as informações técnicas me forem chegando.

Mas, não quero deixar de vos colocar algumas questões sobre o assunto, para irem pensando:

  • vale a pena fecharem-se escolas e maternidades por falta de verba para, depois, se gastar tanto dinheiro num transporte de alta velocidade?
  • a quem serve este tipo de transporte?
  • que lobbies estamos nós a ajudar?
  • vocês que passaram uma vida inteira a juntar um dinheirinho para, com suor, lágrimas e sofrimento, terem uma casita ou um pequeno terreno, vão deixar que, alguns senhores, com o rabo bem sentado numa cadeira do poder, vos tirem tudo o que vos custou a ganhar?

Meus amigos

se este meu artigo, vos chegou às vossas casa e vos indignou (como me indignou a mim e, note-se - a minha casa não é afectada!), então, por favor, dirijam-se à vossa junta de freguesia e lá, terão todas as informações que vos permitem lutar contra esta injustiça.

façam-no já na próxima segunda-feira, não deixem de lutar pelo que é vosso, ou... do vosso vizinho!

Não baixem os braços! Mostrem que PODEMOS REPETIR A HISTÓRIA DA PADEIRA DE ALJUBARROTA - TEMOS A FORÇA DA RAZÃO E NINGUÉM NOS PODE VENCER!


Vou deixar-vos com algumas imagens do Vale do Mogo (que retirei do blog http://ambialcobaca.blogspot.com/ ), onde Valdemar Rodrigues (Ph.D. em Engenharia do Ambiente (FCT/UNL);M.Sc em Ecologia, Gestão e Modelação dos Recursos Marinhos (IST/UTL);Engenheiro do Ambiente (OE nº 36575).) refere que a ribeira do Vale do Mogo como "um ecossistema tipicamente mediterrânico, único e de um enorme valor ecológico em termos de flora e fauna."









2007-09-19

Piscina em Aljubarrota?

Ora, aqui está mais um assunto que gostaria muito que não caísse no esquecimento das gentes de Aljubarrota.

Eu tenho um passatempo que me vai sendo muito útil: guardar todos os programas de campanha eleitoral dos mais diversos partidos políticos e de candidatos às freguesias do nosso concelho.

Um dia destes, lembrei-me de os reler e de tentar ver o que realmente foi cumprido, depois das promessas feitas e sabem o que descobri?

Que no programa a candidato do actual presidente de S. Vicente estava a promessa de uma piscina para Aljubarrota. Bom, então senhor presidente: esqueceu-se da promessa feita ou, simplesmente, prometeu o que sabia que não iria realizar. Ou estará a pensar ir adiando esta ideia (até porque nunca mais se ouviu falar nela!) como tem adiado outros projectos prometidos em campanha.

Teremos de desacreditar nos folhetos eleitorais depois de eles terem custado tanto dinheiro, ou vamos começar a prometer só o que realmente temos certezas de poder cumprir?

Parque infantil de Aljubarrota:

Gostava muito que todos dessem mais importância às necessidades das crianças.

Aljubarrota está a tornar-se uma vila envelhecida e sem grandes atractivos para que os mais novos ali se fixem e façam renascer a nossa histórica vila.

Desta vez, recebi algumas queixas sobre o estado a que deixaram chegar o nosso parque infantil.

Há um banco mal fixado e que pode colocar em perigo a integridade física das nossas crianças, as sebes foram crescendo e ninguém se lembra de as aparar, o lixo fixa-se no chão do parque e as nossas crianças têm de lidar com ele se quiserem brincar.

Ora demorou-se tanto tempo para fazer uma manutenção à estátua da padeira que, agora que se fez, não sobrou alguns eurozitos para a manutenção do parque infantil?

Com que moral vamos pedir às nossas crianças para, no futuro serem zelosas e asseadas se, agora, que estão exactamente no período da sua formação lhes é dado este exemplo?

Parque de merendas da Cumeira

Ora que satisfeita que fiquei quando percebi que, finalmente, se tinha feito algo de útil para o povo na freguesia de S. Vicente – o parque das merendas da Cumeira.

Mas, para além de pouca informação sobre aquele parque, podemos ainda ver, como atractivo chamatório, os contentores e os eco pontos sempre cheios de lixo e, à sua volta, ainda podemos ver autênticos cemitérios de móveis velhos.

Bom, vamos tratar de resolver estes assuntos e mostrar a todos quantos passam por lá que o parque é aprazível e necessário?

2007-09-17

de volta!

Depois de umas fériazitas, aqui estou de volta ás minhas noticias e ás minhas criticas.
Fiquei muito sensibilizada quando percebi que, quer aqui, quer nos artigos que escrevo ,regularmente, no jornal "O Alcoa", sentiram a minha falta.
Obrigado amigos (e os que o não são!)!
Aliás, houve quem perguntásse a uma figura da politica de Aljubarrota se já me tinha conseguido calar ao que, essa figura respondeu que "me tinham dado um cheirinho".
Ora aqui fica uma promessa a todos quantos me lêem - Eu não me calo com cheirinhos (que, aliás não recebi!).
A esse cavalheiro tenho apenas uma coisa a dizer-lhe - estará a falar dos cheirinhos que provêm da única parte vísivel do parque das merendas da Cumeira? estou a falar, é claro, dos contentores cheios de móveis e de lixo que se encontram nesse parque e das respectivas casas de banho!
Ou, estará, por outro lado, a referir-se ao cheirinho daquela piscina que, na última campanha eleitoral, prometeu fazer aparecer em Aljubarrota e que nunca ninguém viu? - deve vir no TGV!...
Sabe, quer parecer que, alguns politicos laranja até são bons discipulos do seu mestre local : prometem muito, vão às festas todas mas, quando toca a trabalhar... têm a mão inchada!
Estou a mentir? Não me parece!
Onde estaria este cavalheiro quando, em Agosto, todas as gentes de Aljubarrota andavam numa lufa-lufa a organizar e a preparar a medieval?
Talvez, descansadamente, de férias em Espanha...
ou, talvez a preparar o discurso na inauguração de algum evento para o qual nada trabalhou.... ou, a preparar algum cheirinho que nunca chegou a oferecer a ninguém!....
Ai S. Vicente, S. Vicente.... a que mãos foste tu parar!?...

2007-08-17

Aljubarrota medieval 2007

A nossa vila esteve em festa no período de 12 a 15 de Agosto.



Foi mais uma comemoração da célebre batalha de Aljubarrota , que se travou há 622 anos, nos campos dos concelhos da Batalha, Porto de Mós e Alcobaça

Com grande pena minha, ainda não foi este ano, que os 3 se juntaram para comemorar tão importante data para o povo português - talvez para o ano!


Mas Aljubarrota não deixou de comemorar.

Mobilizou todas as suas gentes, juntou esforços e lá estiveram todos a fazer desta festa, uma festa de todos os portugueses para todos os cidadãos do mundo que nos deram a honra da sua presença.











Muitos foram os artesãos que lá trabalharam ao vivo e que brindaram os visitantes com a sua sabedoria, engenho e arte.







As juntas de freguesia de Prazeres e de s. Vicente, a Cma e a população homenagearam a padeira de Aljubarrota e D. Nuno Álvares Pereira com coroas de flores depositadas durante o desfile do dia 14:




Não posso deixar de agradecer a presença constante do presidente da junta de freguesia de Prazeres de Aljubarrota que deu toda a assistência e contributo (e muitas horas roubadas ao seu merecido descanso) a todos os participantes, visitantes e trabalhadores desta feira. è, efectivamente, esta a imagem de um homem de trabalho e de empenho perante os que lutam por Aljubarrota - obrigado senhor Presidente!

Mais uma vez contámos com a alegre e muito profissional presença da Ordem da Cavalaria do Sagrado Portugal (que esperamos voltar a ver por cá em 2008) e dos artistas que os acompanharam

Pessoalmente, tenho que lhes agradecer o empenho que dedicaram á nossa vila recreando partes da nossa época medieval.




Não pude deixar de estranhar o facto de não estarem presentes os "Pifaradas e zabumbadas" da Serra da Estrela que, em 2006 nos brindaram com a sua arte e com com a sua boa disposição.






Espero que os voltem a contratar em 2008 porque eles deram mostras de serem uma mais-valia para a nossa feira medieval, como podemos recordar nesta foto:

Vou deixar-vos com algumas das fotos da feira, agradecendo, desde já, a presença de todos quantos nos visitaram e que contribuiram para o sucesso do evento.

Aos que não puderam vir este ano: espero encontrar-vos cá em 2008 - combinado?















2007-06-27

vereadora do ps em Aljubarrota

Meus amigos, finalmente, alguém se apercebeu de algo que.. salta à vista: a falta de iniciativas da junta de S. Vicente.

A freguesia foi visitada pela vereadora municipal eleita pelo PS.

Ela conseguiu ver a falta de passeios, a má condição das estradas, os problemas de acessos de idosos e deficientes ao posto de correios e aos serviços da junta.

Pois, também não podia ver mais! Durante todo o tempo que a freguesia está entregue a este elenco apenas se fez um parque de merendas (belíssimo mas mal divulgado).

Os sinais desbotados, a sinalização mal colocada, os buracos nas estradas (lembram-se de um buraco de que vos falei em frente ao campo da bola de Aljubarrota? Foi arranjado (?!) quando o Dr Cavaco nos visitou mas, foi tão bem arranjado que já está na mesma – Vamos pedir ao Dr Cavaco que volte?), os paralelos levantados, etc

Não é que eu tenha esperança que, da visita da vereadora surja um milagre que faça o sr presidente fazer alguma coisa pela freguesia que o elegeu .

Acho que temos de pedir ao Luís de Matos que visite S. Vicente e faça uma magia…

Lúcia Duarte

2007-06-21

nomeações

é a minha vez de nomear os blogs que vão encontrar as sete mais "figuras aberrantes da nossa politica de Alcobaça.
Vou nomear:
Terra de paixão
alcobaça e não só - no sapo
s.martinho

aceitam?

e aqui ficam os meus 7 candidatos:
Luis de matos - já lhe deram um pelouro na Cma, não deram?
Presidente da junta de S. Vicente de Aljubarrota
Presidente da junta de freguesia de S. Martinho do Porto
Presidente da junta de freguesia de Alcobaça
vereadora da cultura da câmara municipal
Vereador Bonifácio
presidente da assembleia municipal.

ah, e já agora, desculpem este á parte - como podem ver não nomeei o dr sapinho! nem vale a pena, pois não? Acho que ele nem sequer é politico e, nem sei mesmo se é licenciado (como o outro....) - mas nem vamos falar nisso! vamos é colocar os blogguers a mexer

2007-05-27

Aljubarrota vista por Salazar

para os que me conhecem a minha posição sobre Salazar não é desconhecida.
mas, para os que não me conhecem, aqui fica a minha opinião:

Salazar foi um dos melhores gestores de que reza a história. consolidou as nossas finanças (embora à custa de muitas mortes nas guerras de áfrica)e deixou imenso dinheiro nos cofres de Estado (que serviu para ser esbanjado logo após o 25 de Abril)mas que fechou Portugal ao avanço cultural e tecnológico.

a parte negra (e muito negra) foi a censura, a policia politica e as atrocidades que se faziam em nome do estado novo a quem se atrevesse a pensar de um modo diferente.

Bom, vou ser sincera, tirando as torturas, isto em 3 décadas não mudou muito...

mas só vos digo isto porque encontrei um artigo de Salazar sobre Aljubarrota que gostava de partilhar convosco:


COMEMORAÇÃO DE ALJUBARROTA
«Em 14 de Agosto de 1935 — há portanto 550 anos — foi travada entre portugueses e castelhanos a batalha de Aljubarrota, não muito longe do sítio onde hoje se admiram a igreja e convento da Batalha, erguidos em convento da Batalha, erguidos em comemoração da vitória.

A desproporção das forças em presença — 7.000 portugueses para mais de 30.000 inimigos — o fulminante da vitória, as pesadíssimas perdas infligidas aos castelhanos, mas perdas infligidas aos castelhanos, a fuga do rei de Castela, a maneira como foi conduzida a batalha sob o aspecto puramente militar por esse extraordinário generalíssimo, e assombroso de misticismo religioso e de génio guerreiro, que se chamou D. Nuno Álvares Pereira, fazem de Aljubarrota o ponto central da longa guerra havida com Castela e a vitória mais representativa do esforço de nossos avós pela independência de Portugal.

Esta é a primeira e grande liberdade por que se bateram então.
A crise de pensamento e de consciência que na passagem da primeira para a segunda dinastia atormentou os portugueses, os perigos que afrontaram, as fomes e pestes que sofreram, as lutas em que se empenharam só para manter o direito de não serem governados por outros e vincar a aspiração de continuar o seu rumo histórico sem sujeição a rei estrangeiro, gravaram para sempre Aljubarrota no espírito da Nação e fizeram desta data a verdadeira festa da independência.

Passaram sobre o acontecimento alguns séculos que não foram sempre de paz e concórdia na península.

Novas dificuldades de sucessão no trono português trouxeram o domínio dos Filipes e contra ele as longas guerras da restauração. Sobre estas mesmas também já passaram séculos.

Era ridículo ter alimentado nos corações os rancores nascidos nas batalhas: por isso Aljubarrota, Atoleiros, Valverde, com três séculos mais tarde Montijo, Ameixial, as linhas de Elvas, Montes Claros são vitórias mas não já gritos de ódio, não são hoje contra ninguém, são para nós mesmos.

E parece que assim mesmo deveria ser.

Podemos orgulhar-nos de sermos na Europa o único país cujas fronteiras se podem dizer imutáveis desde há séculos; é, de facto curioso!
Uma vez talhada pelos primeiros reis na faixa atlântica, nem mesmo se notou nunca a preocupação de alargar na península as fronteiras da Pátria.

Ia noutra direcção a força expansiva da raça, o seu génio descobridor e de colonização: pelo Atlântico, pelo Índico se expandiu o povo português, descobriu as terras e os mares, abriu aos outros povos novos mundos, levando e deixando por toda
a parte o traço característico da sua dominação — o humanitarismo da sua
alma latina, o apostolado da sua civilização cristã.

Por outro lado, a Espanha seguiu também o seu curso, ora paralelo ora concorrente, ergueu a sua história no nível dos grandes heroísmos e façanhas, fez na América Central e do Sul, afora o Brasil, poderosas nações, filhas do seu sangue e do seu catolicismo.
Não precisara de nós e só contra nós não pudera nunca ter razão.

Estamos em face de um imperativo histórico, contra o qual têm lutado debalde os derrotistas, os acomodatícios, os filósofos d`aquém e d`além fronteiras. Estes têm o direito de, raciocinando sobre abstracções, classificar de erro o que os séculos impuseram e a nossa vontade inabalável se sente obrigada a manter.

Como sempre esta vontade não é nem tem de ser a de todos ou cada um dos portugueses, mas a que se desentranha da massa da Nação.

Antes e depois de Aljubarrota havia portugueses partidários do rei de Castela, e o
próprio D. Nuno Álvares Pereira sentiria alanceado o coração de saber irmãos
seus lutando pelo rei estrangeiro.

Em 1580, em 1640 também nos dividimos: membros do clero e da nobreza foram vítimas da dificuldade de ver claro em certos transes históricos, sobretudo se interesses elevados de qualquer ordem começam pesando na balança dos juízos, e a empecer as deliberações a que trazem em seu seio riscos da vida e da fortuna.

Mas os que, tendo à frente Álvaro Pais, quiseram que D.João, Mestre de Aviz, fosse proclamado «regedor e defensor do reino»; os que seguiram D. António, Prior do Crato; os que apoiaram e fizeram valer o grito dos fidalgos conspiradores da independência, em 1640, tiraram do seu mesmo desinteresse aquela clara visão do imperativo nacional que irresistivelmente os levou a esquecer a desproporção das forças e dos meios, os perigos da aventura e os benefícios que puderam usufruir de outras soluções.

Não há dúvida de que, homens de escol nas letras, na política, nas armas o guiaram para as resoluções e vitórias definitivas, mas é preciso crer, em face de tais exemplos, que o povo é pela simplicidade da sua alma e espontaneidade dos seus sentimentos, a fonte sempre viva do nosso nacionalismo.

Que importa que no presente momento histórico não seja igualmente vista por muitos a necessidade e grandeza da obra nacionalizadora em marcha, se o povo tem a intuição duma época decisiva da nossa vida e de que por este caminho se retoma o velho rumo da história pátria!?

Eis porque se pensou que a festa de hoje deveria ter o cunho de festa popular.
Festa popular e festa de mocidade. Nuno Álvares tinha vinte e três anos quando da revolução em Lisboa, e 25 em Aljubarrota; D. João I, 25 ao ser proclamado defensor do reino e 27 na segunda daquelas datas. O estado maior do Condestável eram rapazes de pouca idade, com o espírito aventuroso e irrequieto dos jovens, insofridos nas pelejas, mas obedecendo cegamente ao chefe. Com estes se fez a campanha e se assegurou a independência de Portugal.

Hoje como então se exige espírito novo para fazer a revolução nacional o espírito novo é mais fácil encontrá-lo em novos que em velhos, ainda que haja velhos com mocidade de espírito e moços gastos por interesses e preocupações que não costumam ser da sua idade. É, porém, essencial que o espírito da mocidade seja por nós formado no sentido da vocação histórica de Portugal com os exemplos de que é fecunda a História, exemplos de sacrifício, patriotismo, desinteresse, abnegação, valentia, sentimento da dignidade própria, respeito absoluto pela alheia.

Facto cheio de ensinamentos é o comemorado hoje: homens que sirvam de exemplo para a nossa formação esses que, à volta de D. João I e do Condestável, maravilha não lhes tocaram nem os puderam diminuir. Sobretudo esse Condestável D. Nuno, depois Frei Nuno de Santa Maria, guerreiro e monge, chefe em maus anos seus bens pelos mesmos que derrotara em batalhas para que não mandassem na sua terra, erguido sua valentia no altar de Pátria como a Igreja o havia de erguer pelas suas virtudes nos altares da fé, cheio de honras e riquezas e enterrado em vida no Convento do Carmo, na dura estamenha de frade, quando depois de Ceuta lhe pareceu já não ser necessária a espada para defesa da Pátria, mas disposto de novo a vestir as armas se el-Rei de Castela a alguma vez tentasse invadir Portugal.

Por estes motivos os sítios de Aljubarrota e a Batalha devem ser os lugares de entre os eleitos para as grandes peregrinações patrióticas, e eu quisera que no próximo ano ali acorressem de todos os cantos de Portugal, milhares, centos de milhares de portugueses de hoje, sobretudo a juventude, para vivificar e robustecer ao calor dum passado heróico a sua devoção patriótica.
E, visitados os campos da luta, entrariam, devotadamente na igreja do Convento da Batalha que, ao contrário da do Escurial de Filipe II, lúgubre e apropriada para as exéquias dum grande rei, é clara e triunfal, como se não fosse feita para a oração de todos os dias mas apenas para o solene Te Deum das grandes e magníficas vitórias.

Nunca passo ali, mesmo apertado pela estreiteza do tempo, que não me sinta obrigado a parar, a entrar e pisando a campa rasa do Rei de boa memória e parece ainda guardá-lo na morte, penetrar comovido na capela do Fundador.

Aí se encontram os restos mortais de D. João I e da rainha D. Filipa de Lencastre, e à roda a «ínclita geração de altos infantes»; ali repousam os que consolidaram a independência de Portugal, se assentaram as bases da sua grandeza futura.

14 VIII 1935.

Oliveira Salazar»
In A Voz, n.º 3048, págs. 1/8, 15.08.1935.

2007-05-06

SOS DOADORES DE MEDULA

O BLOG AMIGO CODIGO VERDE SOLICITA AJUDA...AO QUE CONSTA É UM CASO FAMILIAR.



"Por favor divulguem... e participem!!!

Esta recolha foi organizada por causa da pessoa de quem falei aqui e aqui. Havia 3 dadores, mas de repente e sem mais nem menos deixou de se poder contar com eles. É possível que já tenha aparecido outro, mas não é garantido. De qualquer forma, seja para esta pessoa ou para outra, um simples gesto nosso pode fazer a diferença entre a vida e a morte.
POR FAVOR COLABOREM!!!

Who links to my website?

2007-04-20

Terreno para ampliar a misericórdia de Aljubarrota

Tem havido muita polémica em relação à cedência, por parte da igreja, de um terreno que confronta com o actual centro da misericórdia de Aljubarrota.
Não é meu papel tomar partido por qualquer das partes envolvidas mas, como sou, acima de tudo, uma defensora incondicional de Aljubarrota, das suas gentes, tradições e necessidades há pelo menos uma elação que posso tirar: o terreno foi, outrora, doado por testamento à paróquia. O papel da igreja deve ser o de cultivar o espírito e ajudar os mais carenciados e desprotegidos (pelo menos é esta a minha interpretação das pregações de Cristo, também ele humilde e Misericordioso).
Em Aljubarrota, este papel de servir os mais desprotegidos e carenciados tem cabido à Irmandade da Misericórdia, de há 400 anos a esta parte.
Pessoalmente, gostaria muito de saber que esta instituição não teria de passar por tantos sacrifícios e tempos de impasse para, conseguir construir um centro de noite que permita dar uma assistência e calor humano aos nossos idosos…
Assim, no dia 2 de Abril, em reunião de câmara ficou decidido que esta iria adquirir o terreno à Igreja (7062 m2) por 97.265.58€ (valor a ser pago em 3 prestações anuais, a começar ainda em 2007) e que o irá doar a esta misericórdia.

Lúcia Duarte

Obras na Boavista

Foram iniciadas as obras no recreio da escola primária da Boavista. Agora, esta escola que já contava com um magnífico Atl, passa a ver melhoradas as zonas de lazer e brincadeira dos nossos pequenitos.
Em campanha eleitoral, o nosso presidente de câmara e a vereadora da cultura, haviam prometido a execução destas obras, aos presidentes de junta de Prazeres e da Maiorga, a quando da inauguração do Atl – promessa cumprida!
Mas, ó Dr. Sapinho, não esqueça as outras que foi fazendo durante essa campanha! – olhe que… nós também não esquecemos!

Igreja de Prazeres

Muitos talvez não saibam mas esta igreja (que é a menina dos olhos de Prazeres) é muito bem zelada por um grupo de senhoras da terra.
De sua iniciativa, comprou-se um tapete vermelho que percorre o corredor principal da igreja.
Está mais bela a já magnifica igreja!
Agora, este grupo de senhoras solicitou-me que, através deste nosso “Alcoa” eu fizesse, em nome delas, um agradecimento a todos com os que contribuíram com donativos para esta compra.
Obrigado a todos

Um “até sempre”

Um “até sempre” a um grande amigo da nossa terra – o já saudoso Manuel Henriques.
Grande Homem este com que sempre pudemos contar.
De coração aberto e generoso, este nosso conterrâneo tratava todos por igual, independentemente de serem ricos ou pobres, da cor partidária ou religião de cada.
Foi presidente de junta da freguesia de Prazeres de Aljubarrota e nesta condição fez tudo o que pode para a desenvolver e promover.
Desde a Misericórdia, às festas de Carnaval e às comemorações do 14 de Agosto, este Homem sempre deu o seu contributo – quase que nem era preciso pedir, bastava que ele sonhasse que era preciso alguma coisa.
Bom amigo, bom filho, bom pai e bom marido, de tal forma que, não encontro palavras para o descrever.
Mereceu a despedida que, sentidamente, todos lhe fizemos!
È com pena que o vimos partir mas, também sabemos que levou Aljubarrota no coração.
No dia 16, celebrou-se a missa de 7º dia.
Com a autorização dos familiares deste nosso amigo, algumas pessoas de Aljubarrota foram buscar flores que tinham sido oferecidas por altura do funeral e fizeram bonitos arranjos com que enfeitaram a igreja.
Foi com sentida dor na alma que o nosso pároco celebrou as missas de corpo presente e de 7º dia, a este nosso amigo.
Nesta última, foi feita uma homenagem como se ele estivesse ali presente e bem vivo.
Mas é assim que todos nós o sentimos – merecedor de uma enorme salva de palmas pelo belo ser humano que foi e bem vivo e presente nos nossos corações!
Até sempre! Aljubarrota jamais o esquecerá!

2007-03-04

Lameira de Aljubarrota

Conseguimos apurar que o projecto para o pavilhão gimnodesportivo da Prazeres de Aljubarrota vai, ainda este ano, arrancar na sua fase de projecto.
Os custos já estão devidamente orçamentados e aprovados a nível camarário.
O local escolhido para este pavilhão que vai servir toda a freguesia, foi a Lameira, num espaço de que a câmara é proprietária e que fica em frente à Associação recreativa desta localidade.
José Lourenço, presidente da junta de freguesia, acredita e espera que as obras fiquem concluídas durante este seu mandato

Carvalhal de Aljubarrota

Temos boas notícias! O cruzeiro que sofrera um acidente e sobre o qual já vos falei por diversas vezes já está a ser restaurado.
A pessoa que, devido a um acidente danificou o monumento, identificou-se, permitindo, assim, que a junta de freguesia pudesse dar início às negociações com a seguradora.
Concluídas as mesmas, a junta procedeu à adjudicação da obra que ficou a cargo de Vigário e Machado.
Juntamente com o restauro irão haver outras obras que evitarão que hajam novos acidentes e o monumento irá, finalmente, ter o degrau que, durante as obras anteriores tinha ficado tapado com alcatrão.

Mas as obras no Carvalhal não vão ficar por aqui: segundo o nosso presidente de junta vai haver uma zona desta povoação (na parte junto à escola e que se estende) vão ser colocadas canalizações e logo que estejam concluídas, irão colocar o almejado passeio junto à escola.
Podemos adiantar, desde já, que já se vai dar início ao projecto de saneamento.

O voo do nosso presidente



Arrojado e destemido este nosso presidente de Prazeres, agora, não lhe basta trabalhar, até voa.
Pois é, José Lourenço marcou presença na cerimónia de entrega do certificado de finalista ao mosteiro de Alcobaça, no passado dia 3.
No fim, foi dar uma voltinha de balão. Felizmente este estava bem amarrado pois ele faz muita falta, aqui, na nossa freguesia…

2007-02-19

Carnaval de Aljubarrota











Depois de, no número anterior, vos ter alertado para a comemoração do Carnaval pelos “pequeninos” das nossas freguesias, achei por bem voltar a falar do evento.

As professoras da escola primária de Aljubarrota estão de parabéns: a ideia foi genial! Contar a história da nossa terra aproveitando o Carnaval e levando as crianças a participar, de modo a reviver a medieval e os seus heróis, é de louvar.

Mas tenho a certeza que, tal não seria possível se não houvesse a ajuda (sempre pronta) das auxiliares e dos encarregados de educação – foram impecáveis!

Pessoalmente, dou-vos os parabéns e o nosso “Alcoa” também!

Mas, quem está mais de parabéns são as nossas crianças que, para além de estarem lindas nos papéis de D. Nuno Álvares Pereira e de padeira de Aljubarrota, se portaram à altura de tão importante evento histórico.

Ver estas crianças, orgulhosas nos seus papéis, fez-me acreditar no futuro e pensar que, esta geração pode ser melhor defensora da nossa cultura e da nossa história do que nós. Força crianças! Somos todos, de alguma forma, os D. Nunos e as padeiras de Aljubarrota.

Carnaval de Aljubarrota em 1971


Não é que eu seja saudosista mas, um dos nossos leitores que reside nos Eua, fez-me voltar a pensar no que já foi Aljubarrota e , no que, com o passar dos tempos, vamos perdendo.

Deixo-vos com uma foto enviada pelo Chico Dias (o filho da Ti Emília)

Associação da Lameira

Ainda a polémica das irregularidades de que vos falei no número anterior.

Fiz uma tentativa no sentido de ouvir os responsáveis desta colectividade sobre o afastamento sem sentido de um sócio fundador mas, até à hora de fecho da nossa edição, nada consegui.

Neste caso, como aliás, bastantes outros das nossas freguesias e do nosso concelho, nada se pretende esclarecer e parece estarmos a viver numa anarquia – todos fazem o que querem, como querem e…continuam impunes.

Há tanta falta de bons edifícios para divulgar a cultura e o desporto na nossa freguesia e, esta colectividade “dá-se ao luxo” de apenas servir para café e para jogar às cartas.

O saldo deve ser bastante positivo uma vez que, ao não haverem gastos com quaisquer iniciativas e não tendo havido obras (que aliás nem eram necessárias, tal é a qualidade do edifício e o pouco uso que se faz dele!)…

Não sabemos! Não houve acesso a tais dados em nenhum órgão de comunicação regional, nem a afixação dos mesmos em qualquer lugar público.

Porque é que nunca apareceram em nenhuma assembleia-geral da nucca? Estarão com medo que lhes copiem a falta de iniciativas?

Nova paragem de autocarro

No cruzamento do Carvalhal com a Lameira, foi colocada uma cobertura de paragem de autocarro. Foi uma belíssima ideia pois, nessa paragem mais de uma dezena de crianças e adolescentes esperam o transporte que os levará às suas escolas. Agora, podem fazê-lo mais abrigados da chuva e do vento.

Falta de iluminação

Na rua direita, logo a seguir à nossa escola primária, encontra-se um poste de iluminação pública que não ilumina, por falta de uma lâmpada, há cerca de 6 meses. Decerto, as entidades responsáveis pela manutenção ainda não se aperceberam deste facto mas, dava jeito termos luz numa zona onde existem tantos recantos.

2007-02-18

Associação da Lameira

Ainda a polémica das irregularidades de que vos falei no número anterior.
Fiz uma tentativa no sentido de ouvir os responsáveis desta colectividade sobre o afastamento sem sentido de um sócio fundador mas, até à hora de fecho da nossa edição, nada consegui.
Neste caso, como aliás, bastantes outros das nossas freguesias e do nosso concelho, nada se pretende esclarecer e parece estarmos a viver numa anarquia – todos fazem o que querem, como querem e…continuam impunes.
Há tanta falta de bons edifícios para divulgar a cultura e o desporto na nossa freguesia e, esta colectividade “dá-se ao luxo” de apenas servir para café e para jogar às cartas.
O saldo deve ser bastante positivo uma vez que, ao não haverem gastos com quaisquer iniciativas e não tendo havido obras (que aliás nem eram necessárias, tal é a qualidade do edifício e o pouco uso que se faz dele!)…
Não sabemos! Não houve acesso a tais dados em nenhum órgão de comunicação regional, nem a afixação dos mesmos em qualquer lugar público.
Porque é que nunca apareceram em nenhuma assembleia-geral da nucca? Estarão com medo que lhes copiem a falta de iniciativas?

Nova paragem de autocarro

No cruzamento do Carvalhal com a Lameira, foi colocada uma cobertura de paragem de autocarro. Foi uma belíssima ideia pois, nessa paragem mais de uma dezena de crianças e adolescentes esperam o transporte que os levará às suas escolas. Agora, podem fazê-lo mais abrigados da chuva e do vento.

Falta de iluminação

Na rua direita, logo a seguir à nossa escola primária, encontra-se um poste de iluminação pública que não ilumina, por falta de uma lâmpada, há cerca de 6 meses. Decerto, as entidades responsáveis pela manutenção ainda não se aperceberam deste facto mas, dava jeito termos luz numa zona onde existem tantos recantos.

2007-02-06

Carnaval em Aljubarrota

Este ano a escola primária de Aljubarrota vai fazer um desfile com as suas crianças. De facto isto não seria novidade. A novidade é que eles vão desfilar vestidos com os fatos alusivos aos heróis desta terra: a padeira e D. Nuno.
De certo, a ideia serviu para contar aos mais pequeninos esta parte, tão bela e importante, da nossa história.
Bem-hajam todos os que têm trabalhado neste projecto!

Irregularidades na Associação da Lameira

Depois da inércia da Associação Recreativa da Lameira, de que temos vindo a falar nos números anteriores, esta associação não pára de nos surpreender, pela negativa.
Talvez seja horas de pedirmos explicações às direcções desta colectividade pelas atitudes e decisões tomadas à revelia dos sócios.
E talvez não seja demais recordar que parte dos nossos impostos também vão para esta colectividade quando, por exemplo, recebem apoios quer da câmara, quer da junta. Podem nem ser apoios a nível monetários, mas são apoios em materiais de construção que saíram do erário público para beneficiar uma colectividade que não produz cultura ou desporto em nenhuma das suas vertentes.
Como se já não bastasse terem um bar aberto isento de determinados impostos, o aluguer do salão para casamentos e baptizados, etc, ainda se têm atitudes que, no mínimo contrariam as leis das colectividades em geral e os estatutos desta,m em particular.
Esta colectividade nasceu há mais de 30 anos, num barracão do “António da Quinita”.
Juntou-se um grupo de homens e mulheres que, arregaçando as mangas, decidiram erguer a sede da associação num terreno que um benemérito da terra ofereceu para o efeito.
Foram dias difíceis, desde o arranjar verbas para comprar o material, carregar ferro, pedra, cimento e tijolo e meter, literalmente, “a mão na massa” para ver crescer esta colectividade.
De entre estes homens, há um, em particular, de que vos quero falar hoje: O José Cordeiro.
Depois de tanto ter dado para a colectividade, esteve, também, na maioria das direcções, tentando manter viva e funcional a colectividade. Tem dado muito do seu tempo e esforço a esta causa, provavelmente, em detrimento de outras coisas que, na vida, foi deixando para trás para se dedicar a “esta criança que ajudou a nascer e a crescer”.
Mas não é para lhe prestar uma homenagem (embora fosse justa, não só para ele, mas também para os que tanto têm dado de tempo e esforço) mas para mostrar o quanto ingrato é o ser humano.
De repente, este homem, viu-se “riscado de sócio” (recorde-se que é um dos sócios fundadores), sem aviso prévio e sem ter contribuído, de qualquer forma para esta situação.
Talvez as pessoas não saibam mas, para se tirar alguém de sócio, de qualquer colectividade, tem de haver um comportamento, de tal forma doloso, que implique um processo disciplinar e uma assembleia-geral onde, os sócios, decidiriam o futuro do sócio na colectividade.
Ora, nada disto se passou! Não houve qualquer desavença, o homem sempre teve as quotas em dia e nem teria sabido de tal aberração se não são 2 outros sócios que o alertam, por terem estranhado ele não fazer parte das pessoas a convidar para a festa dos solteiros e casados.
Ora meus senhores, compraram a colectividade e ela passou a ser particular? – nesse caso não têm direito a apoios da autarquia e teriam de avisar da extinção da colectividade com os estatutos que lhe conhecemos.
Não tendo comprado a colectividade, pergunto eu:
• a direcção que afastou compulsivamente (e sem o seu conhecimento) este sócio, alguma vez leu os estatutos da mesma?
• Tem alguma razão lógica e racional para ter tomado tal atitude?
• Porque não procedeu como determina a lei que rege as colectividades, ou seja, arranjar o motivo, abrir um processo disciplinar e convocar uma assembleia para discutir o assunto?
• Porque não enviou uma carta registada ao sócio a participar-lhe a situação?
• E porque razão, nem soube o que responder, quando, interpelado pelo aludido sócio noo monento que este se dirigiu ao presidente da colectividade com a intenção de ser esclarecido?
Meus senhores, eu nem sequer quero acreditar que, a vossa incompetência e desapego seja deste tamanho! Nessa colectividade, faz-se qualquer coisa sem pensar nas consequências? Não há método de trabalho (epá, desculpem, esqueci-me: nem sequer há trabalho!...)?
Vamos esclarecer o assunto? Vamos elucidar os sócios (e já agora os nossos leitores) da razão das vossas atitudes inconsequentes?
Ficamos todos à espera de uma resposta!

2007-01-22

Associação recreativa Brites de Almeida

Aqui já não estou tão satisfeita!
Esta colectividade que já tem o projecto de obras aprovado pela câmara, a quem já foi dado ferro e cimento e que conta com homens válidos para fazerem um bom trabalho, parece que adormeceu!
Salvo o caso que se dispuseram a ceder a sala ás crianças da escola primária para as actividades extra-curriculares e a sua participação na medieval de Aljubarrota, nada mais têm feito.
Ora é uma das colectividades melhor colocadas geograficamente (está a beira da nacional 8) e que não tem tirado proveito nenhum deste facto.
Conta com uma bela sala onde poderiam ser realizadas exposições, mostras e até colóquios e que não serve para mais do que mais um cafezinho da região.
Mas podia fazer mais pela cultura e desporto, não podia? Falta sangue novo para trazer ideias e colocá-las em prática?

Carvalhal de Aljubarrota

Desta vez fico mais satisfeita por poder falar de outra colectividade que tem prestado um bom serviço à população: a Estrela-Operário Carvalhense.
No dia 21 de Janeiro a comissão que já geria esta associação há 3 anos, cessou funções. Não se antes ter deixado obra feita.
Foram efectuadas obras no salão desportivo e cultural onde foram colocados ladrilhos, alumínios em portas e janelas, alterou-se a canalização e procedeu-se à pintura e iluminação do espaço.
A despesa total das obras orçou em 9.572,58€.
No entanto, diversas entidades e particulares contribuíram, para esta obra, de um forma gratuita e desinteressada:
• Junta de freguesia de Prazeres – mosaico de chão e azulejo de parede
• MVC – mármores para paredes W.c.
• Mármores Tojeira – lancis
• Mão de obra de pintura_ José Basílio, José Cuco e Carlos Duarte.
Mas como não só de obras vive uma colectividade, desenvolveram-se diversas actividades desportivas e culturais durante todo o mandato.
É bom saber que ainda existem colectividades que se preocupam em manter o espírito para o qual foram criadas.
O kenpo, o passeio de btt, os jogos tradicionais, a feira de artesanato e outras actividades que se foram apresentando não deram prejuízo. Muito pelo contrário, tiveram lucro a curto e a longo prazo – é que, divulgando a região, atraímos mais gente à terra e isso dar-nos-á capital histórico, no futuro.
Não posso, nem devo, esquecer um grupo que, muito na sombra destes homens que dirigiram a colectividade, muito contribuíram para que isso fosse possível – estou a falar das mães, das filhas e das esposas que directa ou indirectamente, foram a muleta desta colectividade. Bem-hajam os que saem e desejos de um bom trabalho para os que entram!

Rua dos Carvalhos –Prazeres

Se há coisas que dão prazer, uma delas é o facto de podermos conduzir em estradas sem buracos ou ressaltos. Não é o caso da Rua dos Carvalhos que muitos conhecerão, mais não seja, quando vão a um dos mais típicos restaurantes de Aljubarrota.
Já não basta parecer um caminho medieval, como ainda, ao tentarmos sair para a nacional 8 temos de seguir em direcção à vila. É que não dá jeito nenhum rodar o carro em direcção a Alcobaça devido ao ressalto e à falta de espaço de manobra.
Sr presidente, poderia fazer o favor de mandar arranjar esta estrada?

2007-01-10

Companhia S.A.Marionetas conta história da Padeira de Aljubarrota

Theatrum Puparum
A companhia de teatro S.A.Marionetas apresenta, no Auditório da Escola Adães Bermudes, um ciclo de espectáculos para as escolas, com marcação prévia, com início já no dia 9 de Janeiro. O “Theatrum Puparum, um original de José Gil, Sofia Vinagre e Natacha Costa Pereira, estará também no palco do Auditório da Escola Adães Bermudes, nos dias 27 de Janeiro e 10 de Fevereiro, ás 16 horas, para o público em geral. O espectáculo escolhido para Janeiro e Fevereiro é “Theatrum Puparum - A Padeira de Aljubarrota”, que conta a vida desta heroína portuguesa. Espectáculo para todas as idade.


“Theatrum Puparum” (teatro de bonecos), bonecos feitos de pau e barro manipulados por duas lindas donzelas, os bonifrates iluminados a candeias de azeite, relatam a história “ A Padeira de Aljubarrota”.

“Por ordem do senhor das terras de Aljubarrota que as funções sejam feitas de acordo com a verdade dos acontecimentos e que os bonecos representem fielmente as damas e os senhores dessas historias. Os animadores dos bonecos durante o acto estão proibidos de fazer graças sobre a pessoa do rei e da rainha, das damas, dos cavaleiros e dos senhores dessas historias, ou mesmo ao senhor nosso pai, sobe pena de lhes ser retirada a licença para animar bonecos ou receber um castigo maior citado pelo rei ou pelo senhor destas terras.”



Ficha artística
Original de José Gil, Sofia Vinagre e Natacha Costa Pereira
Encenação: José Gil
Manipulação: Natacha Costa Pereira, José Gil e Sofia Vinagre
Marionetas: Sofia Vinagre
Pintura das Marionetas: Natacha Costa Pereira
Pesquisa: Sofia Vinagre e José Gil
Estruturas: José Gil
Cenários: Natacha Costa Pereira
Figurinos das Marionetas: Sofia Vinagre
Costureira: Maria Luísa Gil
Produção: S.A.Marionetas – Teatro & Bonecos

Programa para escolas
As datas de apresentação são:
Janeiro – 9, 11, 16, 18, 23, 25, 30 – 3ª e 5ª
Fevereiro – 1, 6, 8, 13, 15 – 3ª e 5ª

O horário de apresentação será a combinar com os Senhores/as Professores/as. O Auditório da Escola Adães Bermudes tem uma lotação de 63 lugares. Para a realização do espectáculo terá que haver um mínimo de 30 espectadores por sessão. Poderão fazer a marcação para qualquer uma das datas, através do telefone: 967086609 – Sofia Vinagre. Dada a lotação limitada da sala, as marcações efectuam-se por ordem de chegada.


noticia publicada em "tinta fresca"

2007-01-07

Associação cultural da Lameira - mau serviço prestado!


Vamos voltar a falar da associação recreativa da Lameira. Infelizmente, sem ser pelas melhores razões. Já nos tínhamos referido a esta associação pelo facto de não ter apresentado nenhum trabalho durante o mandato desta direcção.

De facto, assim foi. Um ano desperdiçado, sem nenhuma iniciativa sócio-cultural.

Embora tenha belíssimas instalações, estas não foram aproveitadas para a realização de nenhum torneio desportivo, nenhuma exposição ou mostra de arte, nenhum apoio às actividades escolares de qualquer das escolas existentes na freguesia… nada!

Francamente custa a entender que uma colectividade tenha deixado passar um ano inteiro sem produzir nada em prol da população, da arte, da cultura e do desporto.

Durante um ano inteiro, funcionou como se se tratasse de um café comum que está, durante a semana, aberto cerca de 2 horas por dia.

Vale a pena ter uma associação, à qual foram dados diversos apoios para ampliação de instalações, para a ver servir de mero café? Isto não será, até, concorrência desleal para os cafés das redondezas e que não têm o mesmo estatuto, tendo de pagar mais impostos e estando mais sujeito a inspecções, a pagamento de segurança social, etc?

Não estará na altura de, estas associações reverem a sua postura na sociedade e começarem a ser pólos de divulgação e incentivo da cultura, das tradições, das artes, do desporto, etc.

Este foi um exemplo do que uma associação não deve ser. Mas existem mais! E eu gostava muito mais de falar das associações que fazem mais e melhor e que, com brio e muito trabalho tenham ajudado a desenvolver as localidades onde estão inseridas.

Esperemos que, a próxima direcção que tome a seu cargo a associação da Lameira, faça desta colectividade um local de cultural e lazer, que é, afinal o objectivo de qualquer colectividade local.

Carrascal de Aljubarrota - um bom trabalho!

Visitei as instalações da colectividade desta freguesia. Fiquei agradada pelo modo simpático e afável com que fui recebida.

O ambiente agradável das instalações e a simpatia das pessoas fizeram com que quisesse saber mais sobre esta colectividade.

Vim, então a saber que dão apoio à escola primária e ao Atl. Cedem as instalações ao Atl para que as crianças tenham 3 refeições por dia.

O Atl, por sua vez, tem funcionárias para as acompanhar à escola, tem actividades extra-curriculares e suportam os encargos com professor de ginástica durante os períodos de férias.

Ficámos a saber que necessitam (por ordem de uma inspecção) de obter uma chaminé em alumínio para a cozinha da colectividade, uma vez que servem refeições às crianças da localidade.

Sem me pedirem nada, eu achei que poderia contribuir para esta causa, colocando esta notícia, no “nosso Alcoa”, apelando, quer ás entidades públicas, quer a particulares, para ajudarem a adquirir esta chaminé.

Assim, quem quiser contribuir, poderá fazê-lo nas instalações da associação ou junto da comissão de pais do Atl do Carrascal.

E, já agora, seria pedir muito, solicitar que pagassem os subsídios de lei referentes à alimentação destas crianças a este Atl?

E seria possível que a escola permitisse que a ginástica destas crianças fosse efectuada no pavilhão da colectividade? É que seria mais fácil e cómodo, digo eu, fazer deslocar um professor, ao invés de fazer deslocar algumas dezenas de crianças para terem ginástica em condições muito abaixo do que têm no referido pavilhão.

Vamos fazer um esforço para acabar com as burocracias e facilitar a vida a estas crianças. Pode ser?

S. Vicente de Aljubarrota

Queria agradecer ao Sr. presidente de junta o facto de ter lido a nossa notícia sobre os buracos nas ruas da sua freguesia.

Tal como referimos que havia um buracão junto à Padeirinha, cabe-nos agora, agradecer por este ter sido mandado tapar. Foi bom porque, assim, não foi visto pelo nosso presidente da república, no dia em que visitou a Arfai/Igm e em cuja estrada teria de passar, na sua saída.

Pena foi que, tal importante figura da nossa nação tivesse de contemplar a estátua da padeira sem que lhe tivessem lavado a cara e sem lhe terem tirado as impurezas da sua boca.

Mas fica para a próxima… Cavaco Silva voltará, decerto, a Aljubarrota!

Vila de Aljubarrota - as Janeiras



Foi com agrado que assistimos à apresentação das “janeiras” por parte do rancho fólclorico dos Moleanos no dia 5 de Janeiro de 2007.

Foi uma pena que, este evento, aliás à semelhança do que aconteceu em 2006, tivesse sido tão pouco divulgado.

A sua promoção foi feita com uma simples folha escrita a computador, na porta das juntas de freguesia.

Nem sequer na colectividade Brites de Almeida (a 100m do local do evento) foi afixado qualquer folheto informativo.

Assim, nem aproveitamos para ver estes artistas, nem promovemos os eventos que se fazem na terra.

De qualquer forma, o nosso muito obrigado ao rancho folclórico dos Moleanos.

E o cruzeiro do Carvalhal de Aljubarrota?

À boa maneira portuguesa, depois de ter sido destruído um cruzeiro na baixa histórica do Carvalhal, ainda nada se sabe sobre a personagem que contribuiu para esta destruição.

Acidente? Acto propositado? De facto não se sabe ao certo!

Ouvem-se diversas versões mas, das entidades oficiais – nada!

Apenas sabemos que os destroços de tão belo monumento estão à guarda da junta de freguesia ( e bem, no meu entender)

2006-12-31

vamos votar no Mosteiro de Alcobaça!

Como já todos sabemos, estamos entre as "21 mais" dentro de tantas maravilhas que temos em Portugal.

Agora, temos a hipótese de ser umas das "7 mais".
Para isso, contamos com o seu voto.
não custa nada, basta clicar no link que vos dou, inscrever-se e votar.
è com muito orgulho que estamos entre as mais belas maravilhas de Portugal e temos de aproveitar este facto para, não só mostrármos o nosso belissimo mosteiro a todo o país, como isso nos pode trazer mais-valias a nivel turistico.
há que arregaçar as mangas e votar : www.7maravilhas.pt.
Por outro lado, acho importante que todos saibam a história (embora resumida) do nosso mosteiro.
Um bom texto, no meu entender, foi o que apareceu no jornal Tinta Fresca, assinado pelo director do Mosteiro de Alcobaça, o dr Rui Rasquilho, que, aqui, vos transcrevo:


O Papa Alexandre III apreciou que o Duque Afonso tivesse oferecido 44.000 hectares do pequeno território português a Bernardo de Claraval.

Por carta de doação de 8 de Abril de 1153, Afonso I e sua mulher entregaram à Ordem de Cister, poucos meses antes da Morte de São Bernardo, um largo território entre a Serra de Candeeiros e o Atlântico que se tornaram nos Coutos do Mosteiro de Alcobaça.

O Sumo Pontífice apreciou o gesto que colocava gente cristã no caminho dos árabes e berberes muçulmanos consolidando o território a norte do Tejo.

Afonso será reconhecido como Rei e Portugal como Reino pela bula Manifestis Probatum de 23 de Maio de 1179 e o Mosteiro foi sendo construído durante gerações de Reis de Portugal até ter a sua área Medieval construída no tempo de Afonso IV, na segunda metade do século XIV.

Envolvido desde sempre na política do Reino, o Mosteiro chegou ao século XXI firme, embora com algumas rugas que os homens lhe foram pondo.

Em 1223, a igreja é consagrada.

Em 1269, criaram-se pela mão de Frei Estêvão Martins, os estudos monásticos.

Em 1288, o Abade de Alcobaça e o Prior de Coimbra propõem ao Papa Nicolau IV, a criação dos Estudos Gerais.

Em 1309, D. Dinis manda edificar o actual claustro e o refeitório.

Em 1360, D Pedro I determina a construção das arcas fúnebres de D. Inês e sua própria, peças notáveis da tumulária medieval. Tão belas são essas esculturas que contam a vida dos amantes, dos seus santos e da sua religião.

No tempo do Abade Ornelas, D. João I é ajudado em Aljubarrota e pernoita, depois da vitória, em Alcobaça, aí assistindo às cerimónias do dia de São Bernardo.

D. Sebastião, menino correu pelo claustro do Palácio Abacial mandado construir por seu tio D. Henrique, último rei antes da monarquia dual.

D. Maria I e toda a família passam cinco dias em Alcobaça, em 1786. O tombo do reino aqui esteve durante séculos.

O edifício do Mosteiro guarda ainda soluções e técnicas do período românico, mas é um esplendor gótico que se nos oferece ao prazer dos sentidos.

Os arcobotantes da cabeceira e as naves laterais erguendo-se à altura da nave central estabilizaram o imenso corpo da igreja monástica.

Ao longo de sete séculos, os monges de Cister, construíram do nada, um edifício de dimensões invulgares, povoaram um território e desenvolveram nele um modelo de economia agro-pecuária jamais visto em Portugal transformando servos em agricultores e pastores. Ajudaram a fundar vilas e povoações, escreveram uma notável biblioteca e foram fiéis depositários dos documentos régios essenciais.

A arte da escultura em terracota preencheu a vida artística do Mosteiro nos séculos XVII e XVIII, dela ainda se guardam o retábulo da morte de São Bernardo, as estátuas dos reis de Portugal até D. José e recém-restaurada Capela-Relicário da Sacristia Nova.

A cozinha foi erguida no século XVIII, no lugar do local onde trabalharam durante a Idade Média os copistas. Utilizou-se o ferro fundido como suporte da enorme chaminé central, provavelmente pela primeira vez na construção civil.

Não teriam fim as indicações sobre St.ª Maria de Alcobaça em campos tão diversos quanto os da cultura, da história da arte, da construção civil, da história religiosa e política da região e do país.

Estas são algumas das razões que devem levar os portugueses a considerar o Mosteiro de Alcobaça como prioritário na votação das sete maravilhas de Portugal.

Santa Maria de Alcobaça é um ícone de Portugal, não tenha dúvidas, vote nele (www.7maravilhas.pt ).

Rui Rasquilho
Director do Mosteiro de Alcobaça

2006-12-28

Visita do Professor Cavaco Silva ao Carvalhal de Aljubarrota

A IGM, empresa de indústria cerâmica, sedeada em Carvalhal – Prazeres de Aljubarrota, foi distinguida pelo instituto de emprego e formação profissional, tendo recebido um prémio de mérito ao ter colocado, ao seu serviço, 3 portadores de deficiência.

Estes jovens foram, sempre, acompanhados pela cearia e cujo seu presidente se orgulha do trabalho desenvolvido por esta instituição.

Segundo ele, esta e outras integrações de jovens portadores de deficiência estimulam e animam os que, ainda estando em formação, estão perto de vir a ser colocados em outras empresas do concelho.

No entanto, salienta, ainda, que ainda são muito escassos os apoios dados às instituições que ajudam estes jovens (podemos salientar, por exemplo, a falta de verba para a construção de uma tão necessária cozinha).

De facto, poder-se-ia fazer mais, quer com apoios do estado, quer com ajuda de entidades privadas, quer com pequenos/grandes gestos de cidadãos anónimos e da sociedade civil, em geral.

Foi este, aliás, o discurso do Dr Cavaco Silva quando, no dia 19 de Dezembro, se deslocou às instalações da Igm.

Apelou às entidades privadas que seguissem o exemplo desta empresa de Aljubarrota e realçou o facto de, os portadores de deficiências não serem um fardo, mas uma mais-valia no mundo do trabalho e no desenvolvimento do país.

Ainda na loja e escritório da Arfai/IGM, o presidente da Republica assinou o livro de honra, a que se seguiram, por exemplo o presidente de câmara e o presidente de junta de Prazeres de Aljubarrota.

O nosso presidente da Republica visitou, ainda, o complexo fabril onde foi pedindo esclarecimentos sobre cada fase do processo de criação de uma peça cerâmica.

Os funcionários também estão de parabéns, simpáticos e delicados com todos, lá iam explicando cada fase do seu trabalho

Deliciada ficou, decerto, Maria Cavaco Silva, que, como todos sabemos, é apreciadora de cerâmica e em especial da de Alcobaça.

Carla Wouters, visivelmente emocionada, foi a anfitriã perfeita. Desdobrou-se em atenções, quer para as personalidades que se deslocaram à empresa (e algumas delas, sendo de bem perto, nem sequer a conheciam por dentro!), quer aos amigos que quiseram partilhar este importante passo na vida da IGM, quer para os imensos jornalistas e fotógrafos que fizeram a cobertura do evento.

De entre as inúmeras figuras politicas presentes realço a presença do nosso presidente de junta de Prazeres de Aljubarrota (que é, de facto, uma pessoa atenta e empenhada sempre que se trate do desenvolvimento da sua freguesia) do presidente de junta de S. Vicente, presidente da câmara de Alcobaça, presidente da assembleia municipal, presidente e coordenador da Cearia, o pároco de Aljubarrota e alguns vereadores da Câmara municipal.

Ficarão, decerto, alguns nomes por mencionar, pelo que peço desculpa, mas o facto é que foram tantas as figuras públicas que se dirigiram ao Carvalhal de Aljubarrota que, não nos é possível nomear todas.

Mas, a todos fica o nosso obrigado pela presença!

Lúcia Duarte

2006-12-24

festa de natal em Carrascal (Prazeres de Aljubarrota)

No dia 16 de Dezembro, a junta de freguesia de prazeres de Aljubarrota teve a iniciativa de promover uma festa de natal na colectividade do Carrascal (que em Outubro completou a bonita idade de 27 anos).

Segundo uma conversa com o presidente (José Lourenço), ficámos a saber que já vem sendo hábito, a junta fazer a suas festas natalícias pelas diversas colectividades da freguesia (interrompidas apenas em 2005 devido ás eleições, o que se percebe porque tinham acabado de tomar posse) tendo calhado em 2004 á colectividade da Lameira e em 2006 ao Carrascal.

Simpaticamente (aliás, uma característica sua), o nosso presidente de junta acedeu em dar-nos algumas palavras, que passo a reproduzir:

“Considero que, estas, são boas iniciativas. Nós estimulamos e acarinhamos as crianças da nossa freguesia.

Tal como esta, mais virão e serão realizadas em diversas colectividades da freguesia de Prazeres.”

Aproveitou, ainda, para agradecer à Associação de Pais do Carrascal pela organização desta festa.

Realçou que o papel da junta foi pagar a despesa e que todo o trabalho foi destes pais, zelosos e atentos.

Mas, oh sr presidente, nós sabemos que o senhor se fartou de ajudar e que o seu apoio e contributo foi valioso para estimular estes pais – é assim, uma parceria resulta quando há empenho e amor ao que se faz!

2006-12-17

ecopontos

oram expliquem-me como se eu fosse uma criança de 4 anos....
porque é que no Mogo e em Valvazão continuamos sem ecopontos? o sr presidente da junta de s. Vicente tem alguma coisa a separação de lixo?
então porque é que, quando inaugurou o parque das merendas na Cumeira de Baixo, teve logo o cuidado de colocar lá esses bem-amados recipientes?
Foi só porque estão na nacional 8 e têm visibilidade e mediatismo?
ora, sr presidente, já que nada faz para justificar os votos que ,os amigos e os amigos dos amigos, lhe ofereceram e lhe permitiram estar á frente desta freguesia, não podia sair um bocadinho das férias em que está e mandar colocar ecopontos onde eles são tão necessários?

de novo os semáforos de S. Vicente

eu até posso parecer um pouco chata ou repetitiva mas, parece que nem assim as coisas aparecem feitas ou resolvidas.
fartei-me de dizer que andamos a pagar electricidade nuns semáforos que não funcionavam.
de repente, passaram a estar sempre cor de laranja - percebemos a mensagem - queria, o presidente da junta de S. Vicente, dizer que estávamos a entrar numa freguesia PSD.
como alertei para este facto, os semáforos, passaram a estar SEMPRE verdes. - pronto, já percebemos mais esta mensagem... - estamos perante uma freguesia, maioritariamente, do sporting!
mas, agora, pergunto eu - e nós benfiquistas? para quando termos o prazer de ter os semáforos da cor do nosso glorioso?

2006-12-09

o Cruzeiro de Carvalhal de Aljubarrota

Todos conhecem o cruzeiro que existe (existia) junto à capela do carvalhal.
Faz algum tempo, este cruzeiro foi deslocado do seu local original e, todos sabemos que os cruzeiros eram marcos e que a sua deslocação pode induzir os nossos historiadores em erro.
Quando o deslocaram, ainda tiveram o “descuido” de lhe tapar um dos degraus mas, parece que, tudo isto, já antevia um fim trágico para o “nosso” cruzeiro. E assim foi! No dia 5 deste mês, o cruzeiro apareceu completamente destruído. Sobrou o degrau (enterrado no alcatrão e a pedra-base. Tudo o resto, estava caído sobre a rua.
Supõe-se que tenha sido acidente e o nosso presidente de junta, logo que foi alertado, dirigiu-se ao local e chamou as autoridades policiais.
Por se recear que as pedras fossem desaparecendo (podia alguém pensar em vir a dar-lhe qualquer outra utilidade que não o restauro do monumento…) o nosso presidente fez a recolha e, as pedras encontram-se à guarda da junta.

2006-12-08

Mosteiro de Alcobaça
Como uma das 7 Maravilhas de PortugalTal como mencionado no post anterior, o Mosteiro de Alcobaça é um dos candidatos disponíveis para votação na eleição das 7 maravilhas nacionais.Num desafio proposto por um alcobacense, Henrique Bértolo, poderíamos mobilizar toda a comunidade Alcobacense que vê o nosso mosteiro como um justo eleito, e contribuír para a votação que está a decorrer. Os resultados serão apresentados no dia 07/07/2007.Vamos lá participar e elevar o nome do nosso concelho!A votação pode ser feita aqui: http://www.7maravilhas.pt/index.html

inserido por Alcobacense @ 11:51 AM
"Sete Maravilhas de Portugal"
Pena, Jerónimos e Fortaleza de Sagres entre candidatosO Palácio Nacional da Pena, em Sintra, o mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa, e a Fortaleza de Sagres são três dos 21 monumentos nacionais candidatos às "Sete Maravilhas de Portugal", cuja lista foi divulgada hoje.A lista foi divulgada no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, numa cerimónia que contou com a presença da ministra da Cultura, Isabel Pires de Lima, que foi a primeira a votar na eleição das "Novas Sete Maravilhas do Mundo", que arrancou em paralelo com a votação dos monumentos nacionais. O castelos de Almourol, Guimarães, Marvão e Óbidos, o Convento de Cristo, o Convento e Basílica de Mafra, as Fortificações de Monsaraz, a Igreja de São Francisco, a Igreja e Torre dos Clérigos e os Mosteiros da Batalha e de Alcobaça são outros monumentos em que os portugueses podem votar a partir de hoje. Na lista marcam também presença o Paço Ducal de Vila Viçosa, os Paços da Universidade, o Palácio de Mateus, o Palácio Nacional de Queluz, as Ruínas de Conímbriga, o Templo Romano de Évora e a Torre de São Vicente de Belém. Com apoio do Ministério da Cultura, duas empresas portuguesas decidiram lançar uma votação nacional para envolver e motivar os portugueses a participar na votação global. Cada pessoa pode votar sete vezes em sete candidatos diferentes para eleger as sete maravilhas arquitectónicas, arqueológicas ou religiosas existentes em Portugal. A pré-selecção dos monumentos funcionou de forma semelhante para ambas as votações. De um universo de 793 candidatos, uma equipa de sete especialistas na área do património escolheu um leque de 77 monumentos nacionais. Um conselho mais alargado, constituído por arquitectos, historiadores, cientistas, arqueólogos, professores e figuras ligadas às artes e à política, reduziu para 21 os monumentos candidatos às Sete Maravilhas de Portugal. A votação é semelhante para as duas iniciativas, gratuitamente nos sites www.7maravilhas.pt (nacional) ou em www.new7wonders.com (internacional) ou, por dois dólares (cerca de 1,5 euros), via telefone ou SMS.In SIC Online


// inserido por Alcobacense @ 11:35 AM em http://terradepaixao.blogspot.com

perdemos uma padeira

Foi no dia 13 de Novembro que Aljubarrota em geral, e o “Artesanato de Aljubarrota”, em particular, perderam uma Padeira.

Grande Mulher em todas as horas (boas e más), sempre encarou a vida como um desafio a ultrapassar, com um sorriso no rosto e uma grande força.

Mas Deus, na sua Divina Sabedoria escolhe as boas almas para lhe fazerem companhia e, a “nossa” Cristina era uma boa alma.

Sentimos a sua falta e, cada gesto dela é recordado, pelas amigas, como que, sentindo que ela nos está a acompanhar.

Enfrentou o sofrimento com grande dignidade, estando sempre mais preocupada com os outros do que com a triste sorte que lhe fora reservada.

Deixo, aqui, a imagem com que, estou certa, ela gostaria de ser recordada por todos nós – a da grande força da Padeira de Aljubarrota (que ela demonstrou ter)- é a padeira do lado direito na foto.

Não nos despedimos dela porque, para nós, ela está sempre presente, deixamos-lhe apenas um “até um dia”!

Nota MUITO positiva

Foi adorável a actuação do rancho folclórico de Casais de Santa Teresa, na feira de artesanato promovida pelo Grupo desportivo estrela operário carvalhense.

Tão jovem rancho foi motivo de orgulho para todos nós. A vivacidade, a alegria e, muito em especial a forma como foram contadas e cantadas as modas e a história de todas as profissões, deixaram-me impressionada – continuem – precisamos de muitos como vós para não deixar morrer a nossa cultura! O meu muito, muito… obrigado!

Passadeira

Quase no mesmo local, há uma paragem de autocarro (onde a maior parte dos nossos jovens espera o transporte que os leva aos estabelecimentos de ensino), um campo de futebol e uma pastelaria (que, por acaso é uma das mais frequentadas, quer pela qualidade, quer pela sua localização) e ainda não foi colocada nenhuma passadeira. Porquê? Não haverão uns litritos de tinta para colocar a passadeira? É que as velocidades, nessa zona, são altas (embora não seja permitido) e, quem conduz até sabe, normalmente, que, logo a seguir, estão uns semáforos que por nunca funcionarem, os deixam continuar a circular à velocidade que querem.

Estamos à espera de quê? De acidentes?

Falta de visão (ou talvez não!...)

Fui visitar a belíssima e bem estruturada mostra de doçaria conventual de Alcobaça, onde, mais uma vez, o dr rui Rasquilho demonstrou que se pode incentivar, por um lado, o evento e, por outro lado, mostrar o mosteiro de uma forma activa e atractiva.

Decerto, porque alguém se esqueceu de dar o contacto de uma das melhores 8e até premiadas) pastelarias do nosso concelho, a Padeirinha não estava representada.

Confesso que tive de dar 3 voltas ás salas para acreditar nisto. Mas é verdade! Nem sequer foram convidados.

Só são bons em Caldas da Rainha (por exemplo) mas não o bastante para estarem entre as melhores em Alcobaça?

Talvez para a próxima, mas aproveito para dar uma ajuda – esta pastelaria fica situada em Aljubarrota, mesmo em frente ao campo da bola, na nacional 8 (entre Leiria e Alcobaça).

Espero ter contribuído para poupar tempo a quem, da parte da câmara, se esqueceu de dar esta indicação aos promotores do evento.

Vamos tentar equilibrar?

As colectividades das localidades são criadas, normalmente, para incentivar, divulgar e criar actividades sócio-culturais e desportivas.

Bom, efectivamente, algumas fazem-no e outras, nem tanto!

Por exemplo, a associação do Carrascal tudo tem feito para que as crianças (não esqueçamos que são o produto futuro do que criamos no presente) tenham as melhores condições de desenvolvimento nas áreas mencionadas: a criação e manutenção do atl, as actividades desportivas e culturais que lhes são, diariamente, propostas são um incentivo, até mesmo, à ajuda da população e dos pais da zona. O mesmo se passa com a associação de Aljubarrota que permitiu, de imediato, tornar a sua sala, num local aprazível e de apoio às actividades extra curriculares das crianças; O Carvalhal de Aljubarrota é outro bom exemplo: kenpo, feiras de artesanato, fados, btt e ginástica são apenas algumas das actividades que a colectividade coloca à disposição de todos.

E outras vão seguindo por este caminho mas, infelizmente a associação da Lameira ( e faço ressalva à comissão anterior a esta) com um super estrutura física, parece apenas se lembrar que a tem para casamentos e baptizados e para a festa dos solteiros e casados. Agora, parece estar à espera do pavilhão prometido no terreno fronteiro à sede da colectividade para ter mais eventos.

Mas, vamos por partes: nem o pavilhão vai ser para esta Associação ( e eu que estive presente durante a promessa da sua construção, por parte da câmara, posso garantir o que lá se passou…), mas sim para beneficio da população de TODA a freguesia de Prazeres de Aljubarrota, nem os eventos têm, obrigatoriamente, de passar por este pavilhão. A Lameira tem condições mais que perfeitas para concretizar eventos culturais, desportivos e de lazer no seu próprio salão, a exemplo do que foi feito, durante os anos de 1998, 1999 e 2005. O que parece é que, há falta de vontade de fazer, numa associação, aquilo para que foi criada e que, com tanto dinheiro que se tem gasto com obras, de nada serve se, os fins não forem atingidos, não lhes parece?

2006-11-12

Não se faz nada?

Peço desculpa por insistir em determinados assuntos mas, parece que, estamos na época do “não se faz nada”, mas nós vamos insistindo:

  • ainda não houve tempo para colocar os sinais de stop e de cedência de prioridade virados para os condutores? É que, em caso de acidente, ninguém pode ser responsabilizado – com tais sinais virados para as paredes, tornam-se ilegais.
  • Ainda não foi possível limpar a estátua da padeira de Aljubarrota? Nem pintar os bancos?
  • As tampas de esgoto que estão salientes em toda a rua direita fazem parte da arquitectura paisagística do local, ou estão à espera de serem qualificadas como património municipal?
  • E os paralelos, vão continuar mais alguns anos até serem nivelados? – se calhar até têm razão – se começarmos a andar só por cima dos que estão mais salientes, é provável que, dentro de 2 ou 3 anos, estejam todos ao mesmo nível e não seja necessário gastar dinheiro a nivelar. Grande visão do futuro que as nossas juntas têm, não?
  • E afinal, o pavilhão polivalente prometido à associação da Lameira sai ou não sai? Porquê o silêncio? Foram apenas promessas eleitorais do dr Sapinho? Ou o dinheiro que serviria para a criação deste pavilhão vai ser canalizado para os 4 ou 5 campos de golfe que ele pretende deixar instalar em Alcobaça e que diz que vão gerar empregos? O nosso turismo não é rural? Campos de golfe para quê? Não temos, já, nas freguesias do nosso concelho, buracos que cheguem?

Mais uma vez a estalagem do cruzeiro, em Aljubarrota

Todos os que nos têm lido estarão, decerto, recordados do que se passa com a estalagem – está sobre o domínio dos serviços sociais do conselho de ministros – e utilizada 3 ou 4 vezes por ano.

A manutenção deste complexo é, decerto, cara e sai dos bolsos de todos nós.

Poderia, no meu entender (e de mais algumas pessoas da freguesia), servir para incentivar o turismo a visitar Aljubarrota, não só pelo valor histórico da vila, mas por se estar a tornar, aos poucos uma vila idosa e sem atractivos.

Uma boa aposta, seria, decerto, entregar a administração deste edifício ao dr Rui Rasquilho que tem demonstrado saber reavivar os valores patrimoniais e culturais da região (veja-se o exemplo do seu trabalho no mosteiro de Alcobaça)

Carvalhal de Aljubarrota

A junta de freguesia de Prazeres volta a estar (e bem!) ao serviço da cultura e do desporto das suas localidades.

Desta vez, foi com agrado que constatei, que a junta contribuiu para as obras do salão do carvalhal.

Aqui, pratica-se a modalidade Kenpo, federada e com bastantes participantes, dá-se apoio à escola primária da mesma localidade, fazem-se feiras divulgando o artesanato do concelho, divulgam-se os ranchos folclóricos e a musica tradicional da região e promove-se o desporto em geral.

Merecem ser apoiados e a junta de freguesia reconhece-o!

Kenpo

No dia 18 deste mês, o grupo desportivo e cultural de Carvalhal de Aljubarrota participou no campeonato nacional de Kenpo MSD RYU 2006.

Foi no pavilhão gimnodesportivo D. Pedro I.

Este campeonato contou com a participação de infantis, iniciados, juvenis, juniores e seniores, nos escalões masculino e feminino.

Feira de artesanato em Carvalhal de Aljubarrota

À semelhança de 2005, também este ano, o grupo estrela operário carvalhense organiza uma feira de artesanato. Tem início no dia 18 de Novembro e prolonga-se por 2 fins-de-semana.

Como complemento ao evento vamos ter a actuação do recém-criado rancho folclórico dos Casais de Sta Teresa, do rancho dos Moleanos (sobejamente conhecido por todos nós), pelo grupo de música tradicional dos Moleanos, pelo grupo de dança “Vibração”, também dos Moleanos e por uma exibição de Kenpo.

È bom ver o intercambio cultural que se vai estabelecendo entre as diversas freguesias e lugares do concelho de Alcobaça.

Os artesãos vêm de diferentes localidades e trabalham em diversas área. O “Artesanato de Aljubarrota” também vai estar presente com as suas padeiras a trabalharem ao vivo – não perca!

É, no entanto com muito pesar que, este ano, não podemos contar com a presença do nosso saudoso e reconhecido ceramista alcobacense, o “Mestre João Santos”, mas, vamos, decerto, saber recordá-lo e imaginar a sua presença, naquele cantinho onde, com todo o seu saber e amor à arte, ia fazendo crescer e tomar forma aqueles pedaços de barro que, nas suas mãos, se transformavam em belíssimas peças de arte, representando os temas do Carvalhal.